terça-feira, 4 de julho de 2017

Circuito Oeste da Cidade de Mendoza [Conheça Mendoza a Pé]

O roteiro reúne doze atrativos. Entre a Rua 25 de Mayo e a Boulogne Sur Mer. No início, duas praças, Itália e Chile. Depois, dez prédios históricos. Alguns nos portões de entrada do Parque General San Martín.

Casa Arenas, Mendoza
Casa Arenas, Mendoza

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01 - Plaza Italia
O Circuito Oeste da Cidade de Mendoza inicia na Plaza Italia. Ela é uma das quatro praças satélites da Plaza Independencia. Entre as ruas: Montevideo (norte), San Lorenzo (sul), 25 de Mayo (leste) e Perú (oeste).

A Plaza Italia surgiu durante a reestruturação da cidade após o terremoto de 1861. Primeiro recebeu o nome de Plaza Lima. Uma homenagem ao Peru, que auxiliou financeiramente Mendoza na época.

Loba Capitolina na Plaza Italia, Mendoza
Loba Capitolina na Plaza Italia

Em 1918, a praça adotou o atual nome. No ano seguinte, inaugurou-se a Loba Capitolina, que simboliza o nascimento de Roma. Em 1951, a fonte central e o monumento da confraternidade ítalo-argentina.


02 - Plaza Chile
Deixe a Plaza Italia pela esquina das ruas Montevideo e 25 de Mayo. Siga quatro quadras em direção à Rua Gutierrez. Ali, fica a Plaza Chile. Repare o monumento “Amistad Inmortal”, com San Martín e O’Higgins.

Um decreto estabeleceu, em 1863, o nome das praças. A Chile é a única que conserva o nome original. Mas de 1883 a 1904, chamou-se San Martín. E de 1904 a 1920, Cobo. Então, voltou a se chamar Plaza Chile.

Monumento a O'Higins e San Martín - Plaza Chile, Mendoza
O'Higins e San Martín, Plaza Chile


03 – Consulado de Italia
Ao deixar a Plaza Chile, siga a Rua Nicochea, à esquerda. Em frente à praça, no número 712, fica o Consulado de Italia. Como fica na esquina com a Rua Perú, você verá uma entrada, pelo número 1396 desta rua, também.

A construção de concreto armado data de 1910. De características ecléticas, mescla elementos franceses e art nouveau. Na planta alta, há três balcões. No central, fica a bandeira da Itália.

Consulado de Italia, Mendoza
Consulado de Italia, Mendoza


04 – Estación F.F.C.C de Pasajeros
Siga a Rua Perú até a Avenida Las Heras. Na esquina, você verá a Estación F.F.C.C. de Pasajeros, de 1888. Ela abrigou salas de espera de passageiros, bilheterias e escritórios. E o acesso de passageiros era pela Rua Perú.

Hoje, o local abriga a Estación Cultural Ciudad. O espaço cultural oferece oficinas. De sexta a domingo, recebe a feira de artesanatos. E domingo, às 20h, ocorrem apresentações gratuitas de música, teatro e dança.

Estación F.F.C.C de Pasajeros, Mendoza
Estación F.F.C.C de Pasajeros


05 – Penitenciaría Provincial
Este destino é o mais afastado dos demais. E requer a maior caminhada do Circuito Oeste da Cidade de Mendoza. Assim, ofereço a opção de seguir até a penitenciária. Ou de ir direto para os casarões junto ao Parque San Martín.

A construção de 1895 fica na Boulogne Sur Mer, 1800. O estilo florentino do século XVI e as torres nos vértices dão ares de castelo a este prédio de pedra. Pena que o céu estava nublado e prejudicou as fotos na ocasião...

Penitenciaría Provincial, Mendoza
Penitenciaría Provincial, Mendoza


As Duas Opções de Roteiro
Pois bem... Ao deixar a Estación Cultural Ciudad, siga a Avenida Las Heras até a Avenida Belgrano. Repare que ao cruzar a Belgrano, a Las Heras passa a se chamar Juan B. Justo. Siga oito quadras até a Boulogne Sur Mer.

Eis que surgem as duas alternativas! A Penitenciaría Provincial fica cinco quadras, à direita, na Rua A. Del Valle. Os portões de acesso ao Parque San Martín ficam a três quadras, à esquerda, na Avenida Emílio Civit.

Oeste de Mendoza no Google Maps (com penitenciária)
Oeste de Mendoza (com penitenciária)

O roteiro que passa na penitenciária tem 5,2 km. Ou 1h05min de caminhada, conforme o Google Maps. Se você optar por não passar pela penitenciária, o roteiro terá 4,3 km. Ou 54 minutos de caminhada.

Este é o circuito mais longo pela cidade de Mendoza. Registro-o no mapa do Google e em um mapa turístico. Quer ver no Google Maps? Então, clique em Roteiro com Penitenciária ou em Roteiro sem Penitenciária.

Oeste de Mendoza no Google Maps (sem penitenciária)
Oeste de Mendoza (sem penitenciária)


06 – Casa Arenas
Fica na Avenida Emílio Civit, 779. Na esquina com a Boulogne Sur Mer. Ou seja, em frente aos portões de acesso ao parque. Assim temos, outra vez, duas opções: seguir o Circuito Oeste ou ingressar no Parque San Martín.

A Casa Arenas exemplifica o Neoplateresco na tendência de Restauração Nacionalista dos anos 20. E a construção de 1928 é, talvez, a mais bem conservada das que conheci em Mendoza. Sem falar no belo jardim...

Oeste da Cidade de Mendoza (Mapa Turístico)
Oeste da Cidade de Mendoza (Mapa Turístico)


07 – Asociación Mutual Suboficiales FF.AA
Poucos metros adiante, na Avenida Emílio Civit, 709, fica o nosso próximo destino. Esta construção modernista chama a atenção pelas colunas nas laterais da porta de acesso. E pelo gramado, em frente ao prédio.

Asociación Mutual Suboficiales FF.AA, Mendoza
Asociación Mutual Suboficiales FF.AA


08 – Ex-Casa Graffigna
Quase em frente, mas do outro lado da avenida, fica a antiga Casa Graffigna. O prédio de 1910 ocupa os números 692 e 698 da Avenida Emílio Civit. A decoração e ornamentação fogem do estilo acadêmico.

Prédio curioso, com uma torre sobre a entrada principal. A construção ocupa apenas uma pequena porção do amplo terreno. Lastimável seu estado de conservação. O pior dentre os prédios vistos nesta avenida...

Ex-Casa Graffigna, Mendoza
Ex-Casa Graffigna


09 – Casa López Frugoni
Fica a poucos metros da Casa Graffigna. Na esquina da Avenida Emílio Civit com a Rua Paso de Los Andes. A construção neocolonial de 1929 é mais um representante da tendência de Restauração Nacionalista.

Assim como a Casa Arenas, a López Frugoni tem importantes elementos de ornamentação. Repare os trabalhos escultórios em alto-relevo nas laterais ou acima das janelas da planta alta.

Casa López Frugoni, Mendoza
Casa López Frugoni


10 – Ex-Casa Stoppel
O prédio de 1910 é o último da Avenida Emílio Civit. Ocupa os números 342 e 348. E destaca-se pelas colunas coríntias. Estas ornamentam a entrada do prédio. Quando passei pelo local, o prédio passava por reformas.

Ex-Casa Stoppel, Mendoza
Ex-Casa Stoppel

11 – Obras Sanitarias Mendoza
Siga pela Avenida Emílio Civit até a Belgrano. Então, pegue à esquerda. E caminhe uma quadra e meia, até o número 920 da Avenida Belgrano. Ali, fica o prédio Obras Sanitarias Mendoza, ou O.S.M.

Construção em escala monumental, com jardins ao redor. O projeto mescla elementos do classicismo francês e italiano. As colunas destacam-se nas laterais da entrada. Acima a identificação “Água e Saneamento Mendoza”.

O.S.M (Obras Sanitarias Mendoza)
O.S.M (Obras Sanitarias Mendoza)


12 – Archivo General de la Provincia
Eis o último destino do Circuito Oeste da Cidade de Mendoza. Para chegar ao local, siga duas quadras e meia à direita pela Avenida Belgrano. O Archivo General de La Provincia fica na Rua Sargento Cabral, 10.

O espaço conserva, divulga e investiga o acervo histórico da província de Mendoza. Conheci o interior do prédio em um concerto de música barroca. Parte do festival “Música Clássica por los Caminos Del Vino”.

Archivo General de la Provincia, Mendoza
Archivo General de la Provincia

25 comentários:

Leonardo Brocker disse...

+++ Plaza Chile +++

Se colocaron 71 bancos nuevos a los que se les infundió un bagaje de colorido y formas donde aparecen reflejadas las distintas regiones de Chile, con los despliegues de colores de la bandera del país hermano y de sus paisajes.

Los asientos se han distribuidos de la siguiente manera: el primer grupo de 48 lleva los nombres de los sitios más famosos, 8 alrededor de la fuente y 15 en los juegos infantiles, en todos surge una estrella de la insignia chilena.

La fuente central, que durante años siguió fiel a su estructura antigua, es luego de la remodelación, un despliegue policromático y de simbolismos, atrayente y transformador. Además se renovaron los 8 bebederos con platos de acero inoxidable y 15 papeleros cilíndricos de metal.

Iluminación generosa, brindada por 72 modernos artefactos unitarios, distribuidos en toda la superficie de la plaza, incorporándose luz al sector de los canteros para otorgarle mayor seguridad a las diferentes áreas.

Los juegos infantiles fueron sustituidos, colocándose elementos de pvc, incluyendo algunos modelos que permitirán disfrutar lúdicamente a chicos discapacitados.

Las acequias circundantes fueron revestidas en piedra bola y se mantuvo el riego por aspersión. En cuanto a la fuente central, cuyo volumen actualmente sobresale del piso, quedó a novel, pero el centro hundido con un cuenco donde se pueden apreciar los mosaicos venecianos o "venecitas".

Adaptado do Site Ciudad de Mendoza

Leonardo Brocker disse...

+++ La Historia de la Plaza Chile +++

En marzo de 1863, dos años después del terremoto que destruyó la antigua ciudad de Mendoza, el ingeniero Jerónimo Ballofet y Eusebio Blanco proyectaron la nueva ciudad con calles amplias y rectilíneas, y en ese proyecto se incluyeron cinco plazas simétricamente ubicadas. El decreto del 4 de abril de ese año rezaba: "Las plazas laterales a la central de la Independencia, su denominación: la del nordeste, Cobo; la del noroeste, Chile; la del sudoeste, Lima: la del sudeste, Montevideo".

En 1872, durante la administración de Arístides Villanueva, se abrieron nuevas calles: la actual Gutiérrez (antes La Paz); Perú y las otras que hoy conforman los límites de la plaza Chile: Necochea y 25 de Mayo.

Por un acuerdo municipal del 5 de octubre de 1883, siendo presidente municipal Joaquín Villanueva, la plaza Chile cambió temporalmente su nombre por el de San Martín, ya que no había en Mendoza ninguna plaza que llevara el nombre del Libertador, apareciendo así en el catastro de la "Ciudad Nueva" en el plano de 1885, conservando este nombre hasta 1904. En junio de 1904, durante el gobierno del doctor Carlos Galigniana Segura, al inaugurarse la estatua del general San Martín en la hoy plaza homónima, se le dio el nombre de Cobo a la actual plaza Chile. El paseo recobró definitivamente esta denominación en 1920.

Por entonces, las construcciones que rodeaban la plaza eran como las del resto de la ciudad, bajas por lo general, con grandes caserones de pisos de ladrillos y patios cubiertos por gran vegetación.

En enero de 1895 se produjo una intensa lluvia que derivó en un gran aluvión que sumió en el barro a todo el sector conformado por la calles Gutiérrez, Godoy Cruz, Belgrano y Chile. La plaza quedó tapada por el lodo, situación que se reiteró poco después con un segundo aluvión ocurrido en febrero. A raíz de los daños causados por el fenómeno, muchas casas fueron reconstruidas, empleándose ya sistemas más modernos de construcción.

Adaptado do Site Ciudad de Mendoza

Leonardo Brocker disse...

+++ Plaza Chile - Pasaba el tranvía +++

La década de 1910 significó grandes adelantos para la Ciudad de Mendoza, que comenzó a tener luz eléctrica en sus calles y plazas, los primeros automóviles de alquiler y el inicio del tendido de vías para los tranvías eléctricos (1912).

Durante muchísimos años, plaza Chile fue una estampa cotidiana para quines circulaban por allí a bordo del tranvía. Al comienzo, las vías pasaban por dos de las calles que rodean la plaza Chile, Necochea y Perú. Más tarde, la línea 3 comenzaba el recorrido en plazoleta Barraquero y proseguía por Ayacucho, Salta, Tucumán, San Martín, General Paz, Ferrocarril Pacífico, Necochea, San Martín, plazoleta Barraquero. La 4 circulaba por las calles Necochea, Buenos Aires, José Federico Moreno hasta Tucumán, San Martín, General Paz, Perú, plaza Italia, Montevideo, Patricias Mendocinas, y regresaba por Necochea.

Pocos hechos especialmente notables están vinculados a esta plaza. Tan sólo se recuerda que el 31 de Agosto de 1925, la gente se agolpó en la esquina de Gutierrez y Perú para ver pasar al maharajá de Kapurtala, según dicen, el único rey en ejercicio que visitó nuestra ciudad. La memoria urbana también registra que por allí pasó Carlos Washington Lencinas poco antes de su asesinato, ya que había descendido del tren y fue acompañado por una multitud en su recorrido por Villalonga, Las Heras, Necochea, hasta España, donde se encontraba el Círculo de Armas.

Adaptado do Site Ciudad de Mendoza

Leonardo Brocker disse...

+++ Plaza Chile - El centenario aguaribay +++

Desde hace mucho tiempo, la plaza Chile es el escenario natural de los festejos de la Independencia del vecino país. Por lo demás, ofrece un ambiente apacible, donde llegan atenuados los sonidos de los automotores y donde llama la atención el tamaño que han cobrado algunos ejemplares arbóreos, como el magnífico aguaribay que hace guardia en el centro de la plaza.

En el entorno de la plaza hay varios hoteles, una estación de servicio, alguna casa señorial y varios edificios. En la esquina de Perú y Necochea se destaca el edificio del Consulado de Italia, obra realizada por Constructora Andina en los años 20 del siglo pasado, época en que se desarrollaba la entonces novedosa tecnología del cemento armando.

Otro edificio notable es el del Colegio María Auxiliadora, cuya parte posterior da hacia calle Necochea.

Adaptado do Site Ciudad de Mendoza

Leonardo Brocker disse...

+++ Plaza Chile - El monumento a la "Amistad Inmortal" +++

En 1947 la plaza Chile fue objeto de una remodelación. En el costado sur, hacia la calle Gutiérrez, se levantó un magnífico monumento obra del escultor chileno Lorenzo Domínguez, que simboliza la amistad y hermandad entre Argentina y Chile, representada en las solemnes y vitales efigies de los dos libertadores, San Martín y O'Higgins, cuyas manos derechas están unidas sobre el pomo de una espada.

El grupo escultórico fue plasmado en un solo bloque de piedra de 22 toneladas traído de la Quebrada del Toro, y fue inaugurado el 18 de mayo de ese año, siendo gobernador Faustino Picallo e intendente municipal Jorge Isaac Segura.

El monumento presenta detalles especiales, como por ejemplo que en el costado derecho - mirando de sur a norte - está esculpida la estrella que representa al vecino país, en tanto que en el izquierdo está el escudo argentino.

Al frente de la obra puede leerse: "Amistad inmortal - O'Higgins -San Martín- Argentina -Chile". Hay, además, una placa recordatoria frente al monumento, en su costado norte, hay un mástil envuelto en una escultura de laureles obra del artista José Carrieri. Detrás, en un plaquetario, que ha sido objeto de vandalismo, una desleída placa recuerda la tragedia de Alpatacal.

Adaptado do Site Ciudad de Mendoza

Leonardo Brocker disse...

+++ Plaza Italia +++

Es una de las cuatro plazas satélites del damero planificado por Ballofet para la Ciudad Nueva, posterior al terremoto de 1861. En ese momento se la denominó Lima en agradecimiento a esa ciudad del Perú que había enviado auxilios pecuniarios para las necesitadas víctimas del terremoto del 20 de marzo de 1861. El 17 de setiembre de 1918, por Ley Provincial 727, se la denominó Italia, en homenaje a la gran nación latina a la que Mendoza está hermanada por lazos sólidos de amistad y afecto, y a la activa y fecunda colectividad italiana residente en la provincia.

En 1919 se inauguró en el centro de la plaza la Loba Capitolina, que simboliza el nacimiento de Roma, amamantando a Rómulo y Remo, rodeada de columnas corintias.

El monumento a los italianos residentes en Mendoza que cayeron en la primera guerra mundial, en el frente ítalo-austríaco, fue inaugurado en 1922.

En 1923 es colocada en un costado de la plaza sobre calle 25 de Mayo una figura de mármol de Carrara, conocida por "Pequeña Fuente de la Niña y el Pez".

Para 1951 se realiza una remodelación en la cual se construye una fuente central (desplazando hacia calles San Lorenzo y Montevideo ambos monumentos) y una imponente obra representando a la confraternidad italo-argentina, obra de Luis Perlotti, presidida por la figura de Roma, madre de la latinidad con una base revestida. Sobre esta base están tallados en piedra los escudos argentino e italiano, cobijados por el sol indio. A los costados, dos figuras en piedra de 3,30 metros de los dos países: la Argentina con una mies e Italia, con un libro.

En 1996 se colocó una nueva escultura en el fuente mayor, obra del maestro Giorgio Igne, representa una mujer que se apoya con una mano sobre una rueda con insignias de las regiones italianas, y con la otra conduce un caballo, simboliza el paso de un mundo de historia a otro que corre hacia el futuro de la argentina.

Una vid hunde sus raíces en las aguas de la fuente y se eleva contra la espalda de la figura femenina, vinculada todas las partes de este grupo escultórico. La misma está realizada en hierro y cemento patinado.

La fuente contiene mayólicas del piso más representativo y admirado de Italia, el de la catedral de San Petronio de Bologna, reproducida por la ceramista local Marta Moyano. Contiene 1400 piezas distintas que representan escenas de la época, de oficios, rostros, animales fantásticos, objetos religiosos, flores y motivos geométricos en otras.

En los días previos a la fiesta nacional de la vendimia se realiza la "Festa in Piazza", organizada por la federación italiana de Mendoza. Las regiones italianas expenden al público sus platos típicos y además se ofrece un espectáculo artístico. La fiesta se realiza durante tres días seguidos a partir de las 21,00 horas. El último día de la fiesta se lleva a cabo el sorteo de un viaje a Italia entre los presentes.

En el año 2007 se realizó la reparación de pisos y farolas. Se instalaron nuevos bancos y se construyeron cuatro pérgolas. Sus prados fueron resembrados en su totalidad. La escultura representada por una mujer es trasladada hacia la diagonal dirigida a las calles 25 de Mayo y San Lorenzo, construyendo para ese fin una nueva fuente en la que dicha escultura fue colocada.

Adaptado do Site Ciudad de Mendoza

Leonardo Brocker disse...

+++ Mendoza e O Chile +++

Na época colonial, o Chile administrava a região de Cuyo.
E a relação com os chilenos se mantém amistosa na região.
Em 2002, o colapso político-econômico abateu a Argentina.
E as autoridades da província tiveram uma ótima ideia.
Encorajaram os chilenos a adorar Mendoza.
No caso, como destino no feriado de independência do Chile.
E hoje, o turismo complementa a receita que vem do vinho.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

Leonardo Brocker disse...

+++ Mendoza e A Independência +++

A província teve papel-chave nas guerras de independência.
Em Mendoza, o general San Martín organizou um exército.
Este cruzou a Cordilheira dos Andes durante o verão.
E lutou pela independência do Chile.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

Leonardo Brocker disse...

+++ A Cidade de Mendoza +++

Quase toda plana, esparrama-se por amplos vales.
Menos de 100 km a leste do trecho mais alto da Cordilheira dos Andes.
E da cidade, avistam-se os picos eternamente nevados.

O microcentro é menos compacto que o de cidades semelhantes.
Isso ocorreu na reconstrução de Mendoza, no fim do século XIX.
Na época, alargaram-se ruas, praças e avenidas.

Fonte: Argentina – Rough Guide, Publifolha, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ Os Canais de Mendoza +++

Os canais correm junto ao meio-fio das calçadas.
Por eles, escoa a água que irriga a cidade.
Sobre os canais, há pequenas pontes.
Na verdade, uma laje para os pedestres passarem.

Fonte: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ Mendoza e O Vinho +++

Mendoza respira vinho!
É mais importante produtora da América do Sul.
A região concentra mais de 1.200 bodegas.
Estas produzem 11 milhões de hectolitros.
Quase 70% da produção vinícola argentina.
Em qualquer esquina, você depara com bares de vinhos.
Ou com lojas, adegas e vinícolas.

Fonte: Guia Primeira Viagem América do Sul, Abril, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ O Clima de Mendoza +++

A cidade reúne características geográficas privilegiadas.
Está no deserto.
Há trechos com índice pluviométrico similar ao do Saara!
E a temperatura pode variar 20ºC entre o dia e a noite.
Além disso, Mendoza fica no sopé da Cordilheira dos Andes.
São condições ideais à fabricação de vinhos de qualidade.
E o cenário perfeito para escalada, rafting, trekking.

Fonte: Guia Primeira Viagem América do Sul, Abril, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ Consulado de Italia +++

Situado en Necochea 712 esquina Perú, frente a Plaza Chile. Proyecto de los Ingenieros Selva e Ivanissevich. Construido en 1910 por la Constructora Andina en base a ¨cemento armado¨. De planta simétrica con balcones con rejas con motivos geométricos, aberturas con molduras. La fachada es simétrica con balcones de rejas y aberturas enmarcadas con molduras, poseen cartelas muy decoradas con motivos vegetales y guirnaldas con motivo francés. Un murete de mampostería con friso remata la construcción. Tendencia estilística: eclecticismo, mezcla de elementos franceses y art nouveau.

Adaptado do Site Ciudad de Mendoza

Leonardo Brocker disse...

+++ Estación F.F.C.C de Pasajeros +++

Situado en el Villalonga s/n. Data de 1888 con proyecto del Ingeniero G. Villanueva. Este edificio fue el primero que construyó el Ferrocarril, albergaba oficinas además de boleterías y salas de espera para los pasajeros. El desarrollo del edificio es longitudinal acompañando la línea férrea. Edificio de volumetría compacta y simétrico. La fachada posee un cuerpo central saliente por donde se accede, dos entrantes y dos salientes. Estos tres cuerpos tienen la fachada modulada por pilastras dóricas y la cubierta de zinc en mansarda con óculos y crestería de hierro. Los cuerpos que entran poseen cubierta de zinc a dos aguas. El edificio es similar a otros construidos por los F.F.C.C.

Adaptado do Site Ciudad de Mendoza

Leonardo Brocker disse...

+++ Penitenciaría Provincial +++

Ubicada en Boulogne Sur Mer 1800. Data de 1895. Su autor fue Nicolás Rossetti. Conjunto de edificios encerrados en un muro perimetral en forma de polígono hexagonal con torreón en cada vértice. Construcción toda de piedra local y de estilo florentino del siglo XVI. Su aspecto exterior es de murallas ciegas altas en sillería de piedra con torreones para centinelas de pretiles almenados.

Adaptado do Site Ciudad de Mendoza

Leonardo Brocker disse...

+++ Casa Arenas +++

Se ubica en Emilio Civit 779 esquina Boulogne Sur Mer. Data de 1928. Proyecto del Arquitecto Daniel Ramos Correas. Cálculo del Ing. López Frugoni. Edificio de dos plantas rodeado de jardines. Volumetría libre, poco compacta. Techos inclinados y planos y una torreta remata la esquina. Pintoresquista. Tipología funcional definida de acuerdo a esquema de usos actuales. Es el mejor exponente del Neoplateresco en la tendencia de Restauración Nacionalista de los años 20. Gran calidad en la ornamentación.

Adaptado do Site Ciudad de Mendoza

Leonardo Brocker disse...

+++ Asociación Mutual Suboficiales FF.AA +++

Situada en Av. Emilio Civit 709. Edificio de dos plantas y subsuelo de volumen compacto del cual sobresale adelantado en el acceso, rodeado de amplio jardín , con verja frontal con monograma con las iniciales J.P.. Predominio de formas curvas. Dos estatuas femeninas aladas custodian el acceso a ambos lados de una escalinata de mármol blanco. La ornamentación es modernistas en sus distintas tendencias: medallones floreales y frisos escalonados y geométricos. La carpintería es de estilo art nouveau: gran ventanal de la sala del frente. El remate superior está dado por una baranda con balaustres de mampostería. Construido con ladrillo y hormigón por lo que la construcción es de carácter sismoresistente.

Adaptado do Site Ciudad de Mendoza

Leonardo Brocker disse...

+++ Ex-Casa Graffigna +++

Se encuentra en Emilio Civit 692/98. Data de 1910. Romualdo Gobbi fue su constructor, quién perteneció a la empresa La Constructora Andina, realizó esta obra realizada de manera independiente. Chalet emplazado en amplio jardín. Subsuelo, planta baja y planta alta. Acceso en ochava desde donde arranca el mirador con falsa cúpula tipo mansarda. Este mirador apoya en cuatro columnas jónicas que delimitan el porche de acceso. La planta baja se halla ligeramente sobreelevada, el cierre frontal está dado por una reja de carácter modernista. En la decoración y ornamentación se manifiestan distintas corrientes antiacadémicas de la época: frisos floreales, cabezas femeninas a modo de clave en las aberturas de planta alta, rejas modernistas. La asimetría, la concepción espacial del hall y el mirador son características propias del art nouveau.

Adaptado do Site Ciudad de Mendoza

Leonardo Brocker disse...

+++ Casa López Frugoni +++

Se ubica en Paso de los Andes esquina Emilio Civit. Data de 1929. Obra del Arquitecto Daniel Ramos Correas y el Ing. López Frugoni. Edificada en esquina rodeada de jardines de acertado paisajismo. Planteo arquitectónico de rica volumetría, exterior con profundas entrantes y salientes: balcones, terrazas, ¨loggias¨, ¨bow windows¨, techos inclinados que acentúan su carácter dinámico e internacionalmente pintoresquista. El lenguaje formal adoptado es el Neocolonial de tendencia denominada ¨Restauración Nacionalista¨. Importantes elementos ornamentales: enmarcado de las aberturas, modillones de los balcones, rejas de hierro forjado, textura y color en los muros, etc.

Adaptado do Site Ciudad de Mendoza

Leonardo Brocker disse...

+++ Ex-Casa Stoppel +++

Ubicada en Emilio Civit 348/42. Data de 1910. Su constructor fue Víctor Barabino. Edificio de dos plantas de volumen compacto, simétrico, tipología: chalet precedido por un gran jardín y sobreelevado con respecto al nivel de vereda. Cuerpo central saliente con dos pares de columnas corintias con ornamentación académica. Baranda de acceso con libres formas curvas con balaustres franceses. Las aberturas son de carpintería y herrería ¨art nouveau¨. Cornisa con modillones curvos sostienen las barandas de la azotea de mampostería y pequeños paños con rejas. Dos jarrones franceses completan la ornamentación en la saliente de la terraza. El edificio es un exponente del eclecticismo: elementos clásicos franceses e italianizantes y art nouveau. El sector anterior compuesto por el hall de acceso al que dan las habitaciones está construido de hormigón importado de Inglaterra y la estructura es de Hormigón armado. La escalera que conduce a la planta alta es de mármol de carrara y el descanso posee un vitral con motivos modernistas geométricos. Todos los ambientes poseen muy buena ventilación e iluminación a través de amplios ventanales.

Adaptado do Site Ciudad de Mendoza

Leonardo Brocker disse...

+++ O.S.M (Obras Sanitarias Mendoza) +++

Ubicada en Belgrano 920. Edificio de escala monumental rodeado por jardines. Planta inscripta en un cuadrado con gran espacio central rodeados de oficinas.amplio hall de acceso. Frente simétrico con acceso central adelantado y flanqueado por un par de columnas toscanas académicas con arquitrabe ornamentado con flor de lis. Las ventanas rectangulares tienen frontis recto, sin ornamentación y modulan rítmicamente las fachadas. La composición es académica con elementos del clasicismo francés e italiano.

Adaptado do Site Ciudad de Mendoza

Leonardo Brocker disse...

+++ Archivo General de la Provincia +++

Se encuentra en la calle Sargento Cabral 10, esquina Belgrano. Atención al público: lunes a viernes de 8.30 a 18 horas. E-mail: archivogeneral@mendoza.gov.ar.

Es el organismo provincial destinado a conservar, acrecentar, difundir e investigar el acervo documental e histórico de Mendoza, mediante la implementación de políticas que apunten a su logro. Su antecedente originario data del año 1884, bajo el Gobierno de Rufino Ortega, cuando se unificaron los dos archivos existentes (judicial y de gobierno), creándose por primera vez el Archivo General de la Provincia. Los servicios que presta y las actividades que realiza tienden a valorizar el documento histórico como patrimonio histórico - cultural, y en ese sentido como fuente indispensable para la reconstrucción del pasado. Atesora en sus fondos todo tipo de documentos que atestiguan la historia de Mendoza, incluyendo un archivo de fotografías y una sala con temática sarmartiniana permanente denominada “Ejército de los Andes”.

Adaptado do Site Ciudad de Mendoza

Leonardo Brocker disse...

+++ Parque General San Martín +++

É um dos mais belos parques do país.
E fica a apenas um quilômetro da Plaza Independencia.
Numa encosta que acaba numa colina com vista para a cidade.

A entrada fica na extremidade oeste da Avenida Emilio Civit.
Com um condor sobre os portões de bronze e ferro batido.

Fonte: Argentina – Rough Guide, Publifolha, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ Parque San Martín +++

Um centro de lazer para famílias, amigos e artistas.
O parque abriga clubes de golfe, hipismo e regata.
Além do Estadio de Fútbol Malvinas Argentinas.
A Copa do Mundo de 1978 motivou sua construção.
Outros atrativos são o museu de ciências e o zoo.

A área de Mendoza é originalmente desértica.
Por isso, as árvores do parque vieram de outras regiões.
E dão nome as ruas que cruzam em seu interior.
Na verdade, as árvores são a razão de ser do parque.
Afinal, elas deveriam conter os fortes ventos da cidade.

Fonte: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ Parque General San Martín +++

Os portões de ferro filigranados vieram de Glasgow.
E são encimados por um condor e o brasão da província.
Ficam no extremo oeste da Avenida Emilio Civit.
E se abrem a um dos maiores projetos de Carlos Thays.

O parque começou como um terreno ermo e desolado.
Hoje, é um dos maiores bens públicos da cidade.
Com 17 km de estradas sinuosas, trilhas e um lago.
Museus, estufas, roseirais e mais de trinta esculturas.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

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