terça-feira, 20 de junho de 2017

Paisagem Andina em Mendoza

A província de Mendoza destaca-se pela paisagem andina. Uma sucessão de campos e montanhas. E neste ambiente, os destaque são a Cordilheira dos Andes e o Aconcágua. Seguem fotos do roteiro “Altas Montanhas”. Com as paisagens de Puente Del Inca, Uspallata, Potrerillos.

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Vento na Cordilheira dos Andes, Mendoza
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A seguir, fotos curiosas e outras de caráter religioso. No primeiro caso, os objetos petrificados da feira de artesanato, em Puente Del Inca. Na mesma feira, você verá a Santa Ceia Inca. E junto à ponte de pedra, a antiga capela do hotel. Mais à frente, a pequena igreja de Uspallata...

Tênis e Sapatos Petrificados em Puente del Inca
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Capela de Puente del Inca
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Evagelistas na Paróquia Nuestra Señora de Camem de Cuyo, Uspallata
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de Camem de Cuyo, Uspallata

Santa Ceia Inca, Puente del Inca
Santa Ceia Inca, Puente del Inca

23 comentários:

Leonardo Brocker disse...

“Do You Need Some Mouth-to-Mouth Resuscitation”

Terceiro episódio da sétima temporada de “The Amazing Race”.
As locações ocorreram na região andina, no Chile e na Argentina.
Na Argentina, as filmagens ocorreram em:
+ Camping Suizo (bloqueio de estrada);
+ Estancia San Isidro (parada);
+ Parque Provincial Aconcagua (desvio).

Fonte: IMDB

Leonardo Brocker disse...

+++ Aconcágua +++

Em quíchua, o nome do pico significa “sentinela de pedra”.
E é o ponto mais alto fora da Ásia, onde fica o Himalaia.
Por isso, o Aconcágua atrai montanhistas de todo o mundo.
No entanto, o desafio só é possível para os iniciados.

O andinista Dálio Zippin Neto já esteve duas vezes no topo.
E disse: “Do cume, a vista é maravilhosa”.
“Dá para ver até o Pacífico”.
“É o teto do continente americano”.

Fonte: Guia Primeira Viagem América do Sul, Abril, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ As Rotas para Escalar o Aconcagua +++

A montanha atrai muito do fluxo de viajante que vai a Mendoza.
Afinal, é a maior do mundo fora do continente asiático.
A escalada até o topo ocorre por três rotas principais:
+ Rota Normal (noroeste);
+ Glaciar de Los Polacos;
+ Parede Sul (sul).

O Aconcagua não exige grandes conhecimentos de escalada.
Pode-se caminhar até o cume.
Ao menos, pela Rota Normal.
Porém, vários trechos são bastante inclinados.
Frequentemente cobertos por gelo ou pedras soltas.
E uma queda nesta área pode levar à morte.

Fonte: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ Aconcagua: A Sentinela de Pedra +++

Os Sete Picos são as maiores elevações de cada continente.
Dentre eles, o Aconcagua é um dos mais fáceis de escalar.
Mas por isso mesmo, é também um dos mais perigosos.

O caminho tradicional é quase uma escada.
Mas a elevada altitude e o clima instável tornam-na um desafio.
Mesmo para jovens fortes e em boa forma.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

Leonardo Brocker disse...

+++ Aclimatação para Escalar o Aconcagua +++

A escalada de alta montanha é um desafio aos limites humanos.
Independentemente de oferecer maiores obstáculos técnicos.
Os efeitos da altitude são nefastos ao organismo.
E uma adaptação malfeita leva a edema pulmonar ou cerebral.
Ambas são condições potencialmente fatais.
Se ocorrerem em partes isoladas da cordilheira.
Sem acesso a recursos médicos ou possibilidade de resgate.

Fonte: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ Aconcagua: De Onde Observar? +++

A montanha fica no Parque Provincial Aconcagua.
Uma área protegida de 71 mil hectares ao norte da RN 7.
É possível contemplar o Aconcagua da própria estrada.
Ou a partir Laguna Horcones, um ponto de fácil acesso.
Ali, fica um clássico mirador para belas vistas e fotos.
Do mirante, contempla-se a Parede Sul da montanha.

Fonte: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ Laguna Horcones e o Cerro Aconcagua +++

Mal se vê a montanha da rodovia.
Mas quase qualquer um pode fazê-lo de Laguna Horcones.
São 1,5 quilômetros ou meia hora de caminhada.
Por uma estrada de cascalho a partir do Centro de Visitantes.
Laguna Horcones fica a 2.950 metros de altitude.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

Leonardo Brocker disse...

+++ A Caminhada até Confluencia +++

Uma caminhada um pouco mais longa segue até Confluencia.
Fica a cerca de nove quilômetros do posto de guarda do parque.
É possível acampar no local com autorização.
Na verdade, também é necessária autorização para a caminhada.

Em Confluencia, a trilha se bifurca.
O braço nordeste sobe 13 km até a Plaza Francia, a 4.200m.
É o acampamento base para chegar ao pico pela Parede Sul.

Já o braço noroeste sobe 18 km até a Plaza de Mulas, a 4.230m.
Os aventureiros devem passar vários dias ali para aclimatação.
A partir da Plaza de Mulas, só quem tem autorização pode continuar.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

Leonardo Brocker disse...

+++ A Rota Normal +++

É a que os montanhistas mais costumam usar.
Por uma razão: apresenta menos dificuldades que as demais.
Ao longo do caminho, há uma série de paradas pré-definidas.
E a escalada gradual permite melhor adaptação à altitude.
Os acampamentos marcam os diferentes estágios da escalada:
+ Confluencia (3.300m);
+ Plaza de Mulas (4.000m) – campo base;
+ Plaza Canada (4.910m);
+ Nido de Cóndores (5.380m);
+ Refugio Berlín (5.810m);
+ Refugio Independencia (6.370m).

Ataque ao Cume:
+ Em geral, parte do Refugio Berlín;
+ Pode demorar de 9 a 16 horas, dependendo do escalador.

Leonardo Brocker disse...

+++ Maiores Dificuldades da Rota Normal +++

Gran Acarreo
+ Desnível de 500m, em terreno pouco firme;
+ Fica a 6.500m de altitude.

Gran Canaleta
+ Trecho de 300m na parte final da escalada;
+ Bastante inclinado e com muitas pedras soltas.

Há ainda os ventos e a possibilidade de nevascas.
Além dos problemas respiratórios que aumento perto do cume.

Fonte: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ Ruta Glaciar de Los Polacos +++

Parte de Punta de Vacas, a 16 quilômetros de Puente Del Inca.
E pouquíssimos montanhistas arriscam seguir por esta rota.
Ela percorre a face leste do Cerro Aconcagua.
Quatro poloneses foram os primeiros a ter êxito pela rota.
E em 09 de março de 1934, chegaram ao topo da montanha:
+ Konstanty Narkievicz-Jodko;
+ Stefan Daszynski;
+ Stefan Osiecki e
+ Wiktor Ostrowski.

Fontes:
+ Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.
+ Wikipedia.

Leonardo Brocker disse...

+++ Os Brasileiros e A Parede Sul do Aconcagua +++

As vias Sul e Polacos exigem técnicas de escalada em gelo.
Em especial, a Parede Sul, um trecho de 3.000m de extensão.
Esta é tida como uma das escaladas mais perigosas do mundo.
E é necessário superar blocos de gelo do tamanho de edifícios.
Conhecimento técnico e capacidade física são fundamentais.

Rodrigo Raineri e Vitor Negrete escreveram o nome na história.
Em 2002, os paulistas escalaram a Face Sul do Aconcágua.
E formaram a única dupla brasileira a conquistar a façanha.
Em 2004, escalaram a Rota Noroeste em pleno inverno.
Dois anos depois, Negrete morreria no Everest.

Mozart Catão foi o primeiro brasileiro a pisar no topo do Everest.
O carioca alcançou o topo com o paranaense Valdemar Niclevicz.
E morreu, em 1998, quando uma avalanche o atingiu.
Na ocasião, o montanhista escalava a Parede Sul do Aconcágua.

Fontes: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009; Wikipedia.

Leonardo Brocker disse...

+++ Aconcágua: Curiosidades Históricas +++

Em 1817, o general San Martín cruzou a Cordilheira dos Andes.
Junto com o exército de 5 mil soldados e 10 mil mulas.
Charles Darwin também percebeu a imponência da montanha.
Quando cruzou os Andes, em 1832.

Em 1883, Paul Gussfeldt liderou a primeira expedição ao cume.
O geólogo alemão precisou convencer alguns condutores de mula.
Para isso, disse haver um tesouro enterrado na montanha.
Gussfeldt chegou a 6.560 metros, uma boa altitude para a época.

Entre 1896 e 1897, ocorreu a primeira expedição de sucesso.
O inglês Edward Fitzgerald liderou o grupo.
Em seis semanas, ocorreram cinco tentativas por vias diferentes.
O guia suíço Matthias Zurbriggen atingiu o cume em 19/01/1897.

Fonte: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ A Múmia Inca no Aconcagua +++

Em 1985, descobriu-se uma múmia a quase 5.300m de altitude.
Ela é mais antiga que as do Llullaillaco, de Salta.
Isso sugere que os povos pré-colombianos subiram o Aconcagua.
E eventualmente alcançaram o cume da montanha.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

Leonardo Brocker disse...

+++ Puente del Inca +++

Pequeno povoado, a 2.720 metros de altitude.
Incrustado entre as montanhas, próximo à base do Aconcágua.
Puente Del Inca fica na Ruta Nacional 7, a caminho do Chile.

O nome decorre da formação natural em forma de arco.
Ela passa sobre o Rio Mendoza, como uma ponte.
A quem diga que os incas usavam esta ponte natural.

Puente Del Inca possui posição estratégica.
O povoado fica próximo à fronteira com o Chile.
Isto motivou a instalação da corporação montanhista do Exército Argentino.

Puente Del Inca também é uma atração turística.
As fontes de águas termais serviam de descanso a viajantes.
E ali funcionou um hotel de luxo, destruído por uma avalanche.

Fonte: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ Feira de Puente Del Inca +++

A pequena feira vende todo tipo de bugigangas.
Talvez, o mais curioso sejam os objetos petrificados.
A composição das águas termais leva à petrificação.
E a criatividade local não deixa por menos...
Os moradores mergulham tênis e garrafas na água.
E depois vendem-nos como suvenires de pedra.

Fonte: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ A Ponte dos Incas +++

Ponte natural sobre o Rio de Las Cuevas.
Formou-se pela aglutinação de minerais das termas vizinhas.
Até há pouco tempo, os visitantes podiam atravessá-la.
E até se banhar nas termas.
Mas a estrutura enfraqueceu.
E hoje só é possível fotografa-la à distância.
Darwin, porém, não se impressionou:
“A Ponte dos Incas de maneira nenhuma é digna dos grandes imperadores cujo nome ela carrega”.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

Leonardo Brocker disse...

+++ Puente del Inca +++

Ponte de pedra natural a pouco mais de 2.700 metros.
Formou-se pelos sedimentos do Rio de Las Cuevas.
E ergue-se em um vale árido, cercado por montanhas.

Sob a ponte, estão as ruínas de um SPA da década de 1940.
As ruínas, a ponte e as rochas ao redor são amareladas.
Isto se deve às águas quentes sulfurosas que vertem no local.

A ponte é ponto de parada obrigatório da rota Alta Montanha.
E fica perto da trilha que se dirige para o norte.
Em direção ao acampamento na base do Aconcágua.

Fonte: Argentina – Rough Guide, Publifolha, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ Puente del Inca +++

As geleiras criaram a larga ponte de pedra natural sobre o Rio Mendoza.
O belo tom acobreado se deve aos minerais presentes na água.
Já foi possível banhar-se nas águas borbulhantes de uma fonte termal.
Enquanto se avistava a paisagem de montanhas escarpadas ao fundo.

Fonte: As Melhores Viagens do Mundo, Publifolha, 2010.

Leonardo Brocker disse...

+++ Uspallata: O Povo Embolsado +++

Fica entre Mendoza e a Cordilheira dos Andes.
Um vale encravado em meio às montanhas.
Esta condição geográfica deu nome ao povoado.
“Chuspallacta”, em quéchua, significa “povo embolsado”.

Fonte: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ “Sete Anos no Tibet” +++

Quem assistiu ao filme deve ter se impressionado.
Com a beleza das paisagens tibetanas.
Na verdade, era a Cordilheira dos Andes!
Bem longe do Nepal, Uspallata não abriga templos budistas.
Mas se orgulha por servir de cenário às locações de montanha.
No caso do filme, para as cenas do Himalaia.
Na época, o governo chinês não autorizou filmar no Tibet.

Fonte: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ Potrerillos +++

O vilarejo fica 63 km a oeste de Mendoza.
Num pitoresco vale da pré-cordilheira andina.
O acesso é pela Ruta Nacional 7.

Destacam-se as paisagens de montanhas e rios.
Um local propício ao turismo de aventura.
Como escaladas, rafting e trekking.

Potrerillos têm menos de 500 habitantes.
Muitas casas são estâncias de mendocinos.
Que se refugiam nas montanhas nos finais de semana.

Fonte: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ Potrerillos +++

Povoado de casas pré-fabricadas.
Estas devem sua existência ao Embalse de Potrerillos.
A represa fez submergir um projeto hidrelétrico menor.
Hoje, é um lugar para fazer caminhadas e passeios a cavalo.
Além de corredeiras e rafting nas corredeiras do Rio Mendoza.
As operadoras de turismo mantêm escritórios em Potrerillos.
E transportam os clientes vale acima para o embarque.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

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