segunda-feira, 12 de junho de 2017

Locações de Filmes em Viamão

A cidade foi um dos primeiros núcleos de povoamento do Rio Grande do Sul. Pode-se conferir parte da história de Viamão no centro da cidade. Já a série “Banquete” resgata dos pratos típicos da culinária local.

Ramón Díaz (Leonardo Machado), Os Senhores da Guerra (2012)
Ramón Díaz (Leonardo Machado), Os Senhores da Guerra

O tema é a prova de 12 horas no autódromo de Tarumã.

12 Horas (2011)
12 Horas (2011)
  

Banquete: Experiências Gastronômicas (2016) 27 minutos
O episódio “Galinhada” teve locações em Viamão.

Banquete -  Experiências Gastronômicas 'Galinhada'
Experiências Gastronômicas 'Galinhada'


Banquete: Experiências Gastronômicas (2015) 27 minutos
O episódio “Receitas Natalinas” teve locações em Viamão.

Banquete -  Experiências Gastronômicas 'Receitas Natalinas'
Experiências Gastronômicas 'Receitas Natalinas'


Os Senhores da Guerra (2012) 90 minutos
Também tem locações em Barra do Ribeiro, Gravataí e Porto Alegre.
+ Melhor Atriz Coadjuvante: Andrea Buzato;
+ Prêmio Especial do Júri: "Os Senhores da Guerra".

Dona Minina (Andréa Buzato), Os Senhores da Guerra (2012)
Dona Minina (Andréa Buzato), Os Senhores da Guerra


Por Uma Noite Apenas (2009) 14 minutos
Também tem locações em Porto Alegre.

Orfilla (Sirmar Antunes), Os Senhores da Guerra (2012)
Orfilla (Sirmar Antunes), Os Senhores da Guerra

16 comentários:

Leonardo Brocker disse...

+++ "Os Senhores da Guerra" (2012) +++

Diretor - Tabajara Ruas
Roteiro - José Antônio Severo e Tabajara Ruas
Adaptado de novela de José Antônio Severo

Elenco
André Arteche - Carlos Bozano
Rafael Cardoso - Júlio Bozano
Leonardo Machado - Ramón Díaz
Marcos Breda - Major Soveral
Marcos Verza - Tenente Brinckmann
Felipe Kannenberg - Capitão Ulisses Coelho
Sissi Venturin - Cecília Assis Brasil
Elisa Brittes - Maria Clara
Andréa Buzato - Dona Minina
Hique Gomez - Borges de Medeiros
Sirmar Antunes - Orfilla
Lizandro Belloto - Capitão Kleemann
Régius Brandão - General Honório Lemes
Alexandre Cardoso - Fortunato
Apolônio Cypriano - Raimundo
Evandro Elias - Tenente Ferico
Dhirley Flores da Cunha - Cabo Toeniges
Pirisca Grecco - Tenente João Candido
Danny Gris - General Zeca Netto
Maria Inés Rocca - Ines
Rodrigo Ruas - Tenente João Castelhano
Luíza Surreaux - Luiza
Fernando Zandonai - Capitão Muratori

Adaptado de IMDB

Leonardo Brocker disse...

+++ "Os Senhores da Guerra" - Sinopse +++

Narra a história verídica dos irmãos Julio e Carlos Bozano.
Jovens da elite gaúcha, no início do século XX.
Cultos e unidos por profunda amizade.
Mas que se enfrentam em lados opostos na guerra civil de 1924, no RS.

Julio, chimango e legalista, é prefeito de Santa Maria.
E recebe a missão de impedir o avanço das tropas do líder da oposição.
No caso, do general Zeca Neto.
De quem Carlos, maragato e revolucionário, é secretário particular.

Os guerreiros carregam sonhos e esperanças em meio ao turbilhão da guerra civil.

O destino coloca o líder comunista Luiz Carlos Prestes entre os irmãos Bozano.
No surpreendente desfecho da batalha no Passo da Cruz.
Onde eles provam que a fraternidade é a mais forte das bandeiras.

Adaptado do site "Os Senhores da Guerra".

Leonardo Brocker disse...

+++ "Os Senhores da Guerra" +++

Sem pressa nem ânimo,
O drama de época reconstitui a história real de dois irmãos gaúchos.
Vividos por André Arteche e Rafael Cardoso.
Eles lutam em lados opostos na Revolução de 1923, no Rio Grande do Sul.
O folhetim vistoso, com produção cuidadosa, falha no ritmo.
Não é nada envolvente.

Adaptado de Tiago Faria (Veja)

Leonardo Brocker disse...

+++ "Os Senhores da Guerra" +++

É uma típica produção épica gaúcha.
Que vez ou outra atravessa as divisas estaduais.
E estreia em outras regiões.
Após o Festival de Gramado.
No caso, o do ano passado.

Tabajara Ruas escreve e dirige.
A partir de romance homônimo de José Antônio Severo.

Adaptado de Alysson Oliveira (Cineweb)

Leonardo Brocker disse...

+++ Grandiosidade, Filosofia e Política +++

O longa aspira a uma grandiosidade desde o início.
Com sua grandiloquência, câmera lenta.
Narração redundante e afins.

“Eu sempre acreditei no ideal positivista.
Como a religião da humanidade”.
Diz o protagonista Julio Bolzano (Rafael Cardoso).
Ainda no início do longa.

Com toques de filosofia e política, tudo meio perdido.
Logo depois dessa fala, outros personagens discutem.
Sobre o que seria ser um palhaço positivista.

Adaptado de Alysson Oliveira (Cineweb)

Leonardo Brocker disse...

+++ Chimangos x Maragatos +++

O longa custa a decolar e mostrar o seu tema.
Que é a disputa entre Julio e seu irmão, Carlos (André Arteche).
Cada um de um lado do espectro político.
Depois da revolução de 1923.
Esta separa o estado entre chimangos e maragatos.
Ou seja, governistas e revolucionários.
Julio, que se elege prefeito, é chimango.
Enquanto Carlos, maragato.

Adaptado de Alysson Oliveira (Cineweb)

Leonardo Brocker disse...

+++ Falas pomposas e carregadas no sotaque +++

"Os Senhores da Guerra" tem apuro formal exagerado.
E olho para os detalhes na direção de arte, figurino e fotografia.
Mas traz atores que parecem desconfortáveis declamando.
É essa a palavra, um texto que não lhes pertence.
Que parece tirado do rodapé de livros de História do ensino médio.
E é permeado por um melodrama de dois irmãos rivais.
Cujos ideais representam cada lado da guerra civil.
Que aconteceu no estado do RS entre 1923 e 1924.

Julio diz, a certa altura, ao irmão:
“Tu sabes que podemos nos encontrar no campo de batalha”.
E o outro responde:
“Então vamos deixar nas mãos de Deus”.
O primeiro, então, replica:
“Sou ateu. Acredito na ditadura científica, no positivismo”.
Não é preciso ser vidente ou acreditar na ditadura científica,
Para saber qual será o destino dos irmãos.
Se não esse “profetizado” por Julio.

Mas são quase duas horas de música incessante.
Narração reiterativa.
Falas pomposas e carregadas no sotaque.
Até que isso aconteça.
Ao som de uma música que repete o refrão:
“São dois irmãos, mesmo sangue, pela guerra divididos”.
Haja chimarrão!

Adaptado de Alysson Oliveira (Cineweb)

Leonardo Brocker disse...

+++ "Netto Perde sua Alma" e "Os Senhores da Guerra" +++

André Arteche espelha sua cena em "Netto Perde sua Alma" (2001).
Na primeira aparição em "Os Senhores da Guerra".
Ambos filmes com direção de Tabajara Ruas.
O ator surge correndo, trôpego, emboscado por seu algoz.
Tanto naquela produção quanto neste filme mais recente.

Em "Netto", Arteche encontra seu destino final.
Na ponta da lança de um lanceiro negro.
Em "Os Senhores da Guerra", sobrevive após levar um tiro no rosto.
Disparo que o deixou com grande cicatriz e sem parte dos dentes.

De figurante, Arteche virou protagonista.
Nos treze anos que separaram estas duas produções.
E Tabajara Ruas evoluiu como diretor nas cenas de batalha.
Conseguindo suplantar qualquer tipo de limitação.
E entrega convincentes conflitos.
A direção de arte mantém-se primorosa, cheia de detalhes e esmero.

Uma pena que estes cuidados sejam desperdiçados.
Pois o filme, ao final da sessão, não consegue dizer a que veio.

Adaptado de Rodrigo de Oliveira (Papo de Cinema)

Leonardo Brocker disse...

+++ A Trama de "Os Senhores da Guerra" +++

Temos os irmãos Julio (Rafael Cardoso) e Carlos Bozano (Arteche).
Eles estão em lados opostos na guerra civil que ocorre no RS em 1924.
O primeiro, chimango legalista, é prefeito de Santa Maria.
E ambiciona suceder Borges de Medeiros no Palácio Piratini.
Para isso, deve liderar sua tropa contra os insurgentes.
Dentre eles, seu irmão, um maragato revolucionário.
Que pretende lutar ao lado de Luiz Carlos Prestes.
Contra o governo vigente.

Adaptado de Rodrigo de Oliveira (Papo de Cinema)

Leonardo Brocker disse...

+++ História gigante para um filme apenas +++

José Antônio Severo e Tabajara Ruas assinam o roteiro.
Este baseia-se no livro de Severo.
Eles conceberam originalmente como dois filmes.
No caso, Passo das Carretas e Passo da Cruz.

Esta informação é importante.
Para entender os problemas narrativos do longa-metragem.

É notável que muita coisa está faltando no longa.
Muito da coesão necessária para se construir um bom trabalho.

A motivação de personagens seria melhor explicada.
Com mais tempo para o seu desenvolvimento.
Mais precisamente, a viúva que se entrega aos braços de Carlos.

Tabajara Ruas teve de cortar o que podia.
Para conceber uma produção de 124 minutos.
E, sem perceber, acabou sabotando seu próprio trabalho.

Talvez dois filmes até fosse pouco.
Com uma história gigante como essa.

"Os Senhores da Guerra" poderia tirr proveito da linguagem televisiva.
E virar um seriado, exibido em algum canal de tevê.
Talvez essa fosse a melhor saída.

Adaptado de Rodrigo de Oliveira (Papo de Cinema)

Leonardo Brocker disse...

+++ Atores Jovens e Consagrados +++

Tabajara Ruas usa um número gigantesco de talentos do RS no elenco.
E se dá ao luxo de oferecer pequenos papéis a atores conhecidos do público.
Como Zé Vitor Castiel, Zé Adão Barbosa, Nelson Diniz, Hique Gomes e Miguel Ramos.
Eles passeiam brevemente pela tela.
Sem poder mostrar muito do que são capazes.
Ao contrário do lado mais jovem do elenco,
Este ganha a árdua tarefa de levar o filme nas costas.
É o caso de André Arteche, Rafael Cardoso, Leonardo Machado e Felipe Kannenberg.
Alguns atores em franca ascensão.
Conseguem demonstrar evolução em seus trabalhos.
Quando não são prejudicados pela montagem.
Como na batalha final entre Machado e Kannenberg é inexplicavelmente picotada.

Adaptado de Rodrigo de Oliveira (Papo de Cinema)

Leonardo Brocker disse...

+++ O Lado Positivo de "Os Senhores da Guerra" +++

"Os Senhores da Guerra" pode ter muitos problemas.
Mas também possui qualidades que merecem ser destacadas.
As belas paisagens gaúchas são predicados incontestáveis.
Assim como a pegada épica que Tabajara Ruas dá ao seu filme.
E a vontade de mostrar um importante trecho da história do país.
Notam-se boas intenções.
E o esmero do cineasta em construir seu trabalho.
As lutas e o preparo dos atores.
Eles se viram muito bem em cima dos cavalos.
Estes são detalhes que também impressionam.

Adaptado de Rodrigo de Oliveira (Papo de Cinema)

Leonardo Brocker disse...

+++ O Lado Negativo de "Os Senhores da Guerra" +++

O que faltou foi cuidado maior na construção dos planos.
Existem quebras de eixo gritantes.
E movimentos de atores dentro do quadro.
Estes lembram as temíveis novelas mexicanas.
Também falta coesão na trama.
Até para que pudéssemos mergulhar na história contada.
E realmente nos importarmos com o que acontece com os dois irmãos.

Por um lado técnico, "Os Senhores da Guerra" é superior.
Ao primeiro longa de Ruas, "Netto Perde Sua Alma".
Mas pela narrativa, este novo filme perde feio a batalha.

Adaptado de Rodrigo de Oliveira (Papo de Cinema)

Leonardo Brocker disse...

Tabajara Ruas filma segunda parte do épico "Senhores da Guerra"

Uma estrada poeirenta leva ao set.
De "Os Senhores da Guerra: Parte II — Passo da Cruz".
A segunda metade do épico de Tabajara Ruas.
Sobre dois irmãos da elite gaúcha.
Que lutaram em lados opostos na sangrenta Revolução de 1923.

A equipe de mais de uma centena de técnicos.
E outras tantas de figurantes.
Instalou-se na fazenda de Rodi e Renato Borghetti.
Às margens da Lagoa dos Patos.
E encena as grandiosas batalhas entre chimangos e maragatos.
Os primeiros, discípulos de Borges de Medeiros.
O então presidente do Estado.
Os oposicionistas tinham um líderados:
Joaquim Francisco de Assis Brasil.

ZH encontrou um clima, paradoxalmente, de tranquilidade.
Lá para as bandas da Barra do Ribeiro,
Consequência do estilo de seu diretor.

"Mas tinha que ver como estava isso aqui pela manhã.
Com a ventania e a chuva de granizo que caiu".
Diz a produtora-executiva, Ligia Walper.
Referindo-se ao temporal que quase levou embora as tendas do set.
Na terça-feira da semana passada.
Horas antes da chegada da reportagem.

Adaptado de Daniel Feix (ZH - 12/05/2013)

Leonardo Brocker disse...

As Locações e O Elenco de "Os Senhores da Guerra"

O filme é uma adaptação do romance homônimo de José Antônio Severo.
Sim, o filme, no singular.
Tabajara explica que se trata de um único projeto, dividido em duas metades.
Ele será empacotado, para lançamento, em mais de um formato.

"O roteiro foi pensado a partir de arcos dramáticos.
Eles permitem a finalização na forma de dois longas de uma hora e meia cada um.
Para lançamento nos cinemas e em DVD.
E também de seis episódios de 30 minutos.
Adequados às grades das emissoras de televisão" — afirma o diretor.

Senhores da Guerra: Parte I – Passo das Carretas foi rodado dois anos atrás.
Será finalizado simultaneamente a esta segunda parte.
Tem locações em Canela, Bento Gonçalves, Garibaldi, Caçapava do Sul e Porto Alegre.
Além das filmagens no Recanto dos Borghetti.
A sequência mais marcante na Capital será rodada na Igreja das Dores.
Com quase metade dos mais de 800 figurantes cooptados pelo projeto.

Os atores Rafael Cardoso e André Arteche encabeçam o elenco.
Este conta ainda com dezenas de rostos conhecidos da produção local.
Entre eles Sirmar Antunes e Marcos Breda.
E participações especiais, como a do músico Pirisca Grecco.
Todos integrantes do núcleo chimango.

"Mas eu sou maragato de coração" — responde o ator Marcos Verza.
Ao receber a saudação do repórter, dirigida ao seu personagem.

"Rapaz, estamos levando um pau desgraçado neste segundo filme" — ele brinca.
E volta a incorporar a persona de soldado chimango.
"No primeiro, nós demos mais porrada do que levamos.
Mas agora a coisa está bem mais difícil".

Adaptado de Daniel Feix (ZH - 12/05/2013)

Leonardo Brocker disse...

+++ “Senhores da Guerra” nos Cinemas +++

Chega aos cinemas nesta quinta-feira “Senhores da Guerra”.
Filme dirigido por Tabajara Ruas, premiado por “Netto perde sua Alma” (2001).
Anteriormente o foco foi na Guerra dos Farrapos.
Agora é no período da revolução de 1923 no Rio Grande do Sul.

Baseado no livro homônimo de José Antônio Severo.
O longa mostra que as divergências políticas podem resultar em divisões.
Não apenas de compatriotas e amigos, mas até de membros de uma mesma família.
Inspirada em fatos reais, a narrativa resgata o caso de dois irmãos.
Carlos (André Arteche) e Julio (Rafael Cardoso), da família Bozano.

Um é chimango e legalista, optando pela manutenção do governo.
O outro, maragato e revolucionário, deseja um novo regime.
A tensão cresce até que ambos vão se encontrar em um campo de batalha.
A questão é: um matará o outro se for preciso?
A diferença de posicionamentos ideológicos precisa chegar a este ponto?

Exibido em 2014 no Festival de Cinema de Gramado, o filme levou dois Kikitos:
O Prêmio Especial do Júri e o Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante para Andrea Buzato.
A versão que chega às telas tem 10 minutos a menos do que a vista em Gramado.
Isso tornou o longa mais dinâmico.
A produção teve filmagens em 11 municípios gaúchos.
No elenco, estão grandes nomes.
Como o saudoso ator Miguel Ramos (1948-2014) em um de seus últimos trabalhos.

Adaptado de Correio do Povo (15/09/2016)

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