terça-feira, 16 de maio de 2017

Locações de Filmes em Gramado

Gramado é a mais famosa cidade turística gaúcha. Quase sem atrativos naturais, o município pelos eventos. Como o Festival de Cinema, que ocorre desde os anos 1970. A cidade também serviu de locação a filmes e a uma novela, "Chocolate com Pimenta".

Danilo (Murilo Benício), em Chocolate com Pimenta
Murilo Benício, em Chocolate com Pimenta

Chocolate com Pimenta (2003–2004) Novela – 209 capítulos
A novela também tem locações na cidade de Canela.
Além do Rosedal e do Teatro Colón, em Buenos Aires.
Outras gravações ocorreram na cidade de Tigres, Argentina.
E no Projac, Rio de Janeiro, ocorreram as gravações em estúdio.

Tolerância (2000)
Tolerância (2000)
  

Tolerância (2000) 100 minutos
Também tem locações em Porto Alegre.
Carlos Gerbase recebeu prêmio de Melhor Filme, em Havana.
E Roberto Bomtempo, o de Melhor Ator, em Miami.

Um Homem Tem Que Ser Morto (1973)
Um Homem Tem Que Ser Morto (1973)


Um Homem Tem Que Ser Morto (1973) 85 minutos
Também tem locações em Porto Alegre e Pelotas.

16 comentários:

Leonardo Brocker disse...

+++ "Tolerância" (2000) +++

Diretor: Carlos Gerbase
Roteiristas:
+ Alvaro Teixeira;
+ Carlos Gerbase;
+ Giba Assis Brasil;
+ Jorge Furtado.

Elenco
Maitê Proença - Márcia
Roberto Bomtempo - Júlio
Maria Ribeiro - Anamaria
Ana Maria Mainieri - Guida
Nélson Diniz - Teodoro
Werner Schünemann - Juvenal
Márcio Kieling - Ciro
Júlio Andrade - Entregador de Pizza
Roberto Birindelli - Emanuel
Cleo de Paris - Sabrina
Eduardo Fachel - Orestes
Luiz Carlos Magalhães - Juiz
Júlio César Saraiva - Policial

Adaptado de IMDB.

Leonardo Brocker disse...

+++ "Tolerância" - Sinopse +++

O filme conta a história de Márcia e Júlio.
O casal confronta suas civilizadas teorias.
Sobre o sexo e a política com a realidade.
E descobrem que ainda são suficientemente civilizados.
Nem eles mesmos, nem o mundo.
Eles pensam em apenas criar seus filhos.
Em um ambiente liberal sem divórcios.
E vivendo um relacionamento aberto.
Márcia é uma advogada bem sucedida.
Ela tem um relacionamento com um amante.
Isso desperta ciúmes em Júlio.
Que resolve ter um caso com uma amiga da filha.

Adaptado de Wikipedia.

Leonardo Brocker disse...

+++ "Tolerância" - Trilha Sonora +++

“Amor e Morte” - Dolly
“Como nossos pais” Nei Lisboa & Wander Wildner
“Pela Ciência” interpretada por Tom Bloch
“Bambu” interpretada por Os The Dharma Lovers
“Milonda argonautilus” interpretada por Os Argonautas
“Combo” interpretada por Fu Wang Foo
“Gruvi” interpretada por Flu
“Org” interpretada por Régis San
“Audrey” interpretada por Les Johnson
“Solidão” interpretada por Zzona
“Moviola” interpretada por Space Rave
“Precipício” interpretada por Os Replicantes
“Ugabugababy” interpretada por Irmãos Rocha!
“Apartment Jazz” 1 e 2 interpretada por Júpiter Apple
“Trio Para Violino, Violoncelo E Piano” interpretada por Ex Machina

Adaptado de Wikipedia.

Leonardo Brocker disse...

"Tolerância" - Crítica Folha de São Paulo

“A façanha principal de Gerbase é a de ter entrelaçado de modo competente e original
Suas várias linhas de força: o sexo, a política e o crime. (…)
Esse mecanismo de contínua destruição e reconstrução do ‘real’
Faz de TOLERÂNCIA um estimulante exercício de narração cinematográfica.
Que vivifica e problematiza todas as suas dimensões:
A de aventura policial, a de estudo de costumes.
E, principalmente, a de enviesado balanço de gerações.”
(José Geraldo Couto, Folha de São Paulo, 23/10/2000)

Leonardo Brocker disse...

"Tolerância" - Crítica Zero Hera

“TOLERÂNCIA parte do drama matrimonial do princípio.
E torna-se um suspense eficiente.
Nele, Gerbase usa o recurso da não-linearidade.
TOLERÂNCIA vale o ingresso.”

(Stefan Ligocki, Zero Hera, 31/10/2000)

Leonardo Brocker disse...

"Tolerância" - Crítica Época

“São quase três filmes em um.
Começa como uma moderna comédia de costumes.
Vira um drama conjugal barra-pesada.
E termina como um suspense bem arquitetado. (…)
O resultado é uma hábil mistura de ingredientes.
TOLERÂNCIA consegue ser despretensioso sem cair na banalidade.”

(Revista Época, 06/11/2000)

Leonardo Brocker disse...

"Tolerância" - Crítica Cineclick

“Logo se percebe que o filme não vai permanecer no plano das idéias e reflexões.
Pelo contrário, ele vai além, muito além.
Sempre brindando o público com dúvidas e armadilhas perspicazes.
Como deve acontecer num bom drama policial. (…)
Competente e eficiente, o filme envolve e prende a atenção do espectador.
É mais um belo trabalho brasileiro que merece ser conferido na tela grande.”

(Celso Sabadin, revista virtual Cineclick, 06/11/2000)

Leonardo Brocker disse...

"Tolerância" - Crítica Revista Veja

“A fita, dirigida por Carlos Gerbase é modernérrima.
Tem troca de casais, banda de rock pauleira formada por mulheres.
Poderia ser filmada em qualquer metrópole brasileira.
Exceto por alguns detalhes...
Todos os personagens se tratam por tu.
Até Maitê Proença, que é paulista, aprendeu a chamar policial de brigadiano.
E o personagem de Roberto Bomtempo trabalha com computação gráfica.
E, a certa altura, aparece encarando um chimarrão.”

(João Gabriel de Lima, Revista Veja, 08/11/2000)

Leonardo Brocker disse...

"Tolerância" - Crítica O Globo

“Tudo se encaixa, tudo se justifica.
Qualidade que todo roteiro quebra-cabeças persegue.
Mas quase nenhum alcança.
Tolerância é um filme afilado na teoria, exemplar na execução.
E, o mais importante, capaz de somar apelo comercial e inteligência.”

(Jaime Biaggio, O Globo, 10/11/2000)

Leonardo Brocker disse...

"Tolerância" - Agência Estado

“Tolerância é um filme muito bem feito.
Implode o conceito de gênero, porque trafega por vários deles.
O que não deixa de revelar outra das preocupações de Gerbase:
Discutir a própria linguagem.
Além de (re)ver criticamente os ideais da geração de 68.”

(Luiz Carlos Merten, Agência Estado, 10/11/2000)

Leonardo Brocker disse...

+++ Curiosidade sobre "Tolerância" - Processo Lento +++

O projeto de Tolerância surgiu em 1995.
No mesmo ano, Carlos Gerbase terminou o primeiro tratamento do roteiro.
A partir de então foram necessários 3 anos para a captação dos recursos.

Adaptado de Adoro Cinema.

Leonardo Brocker disse...

+++ Um Homem Tem Que Ser Morto (1973) +++

Diretor - David Quintans
Roteiristas - David Quintans
Adaptação de história de Milton E. Nepomuceno

Elenco
+ Alventino Rocha;
+ David Quintans;
+ Geraldo Del Rey;
+ Ivan Aune;
+ Jaime de Carvalho;
+ José Wood Filho;
+ Loreni Munhoz;
+ Luiz Carlos Neves;
+ Nelson Lima;
+ Pedro Machado;
+ Ricardo Hoepper;
+ Rui Bastide;
+ Suzana Bernhardt;
+ Zeno Ribeiro.

Adaptado de IMDB.

Leonardo Brocker disse...

+++ Um Homem Tem Que Ser Morto (1973) +++

Em um país imaginário, Hasting se rebela contra seu antigo chefe, Simon.
E concorre contra ele nas eleições.
Porém, de forma fradulenta, Simon consegue vencê-lo.
E Hasting é obrigado a exilar-se.
Ele prepara diversas tentavidas armadas para tentar desbancar Simon.
Sempre alimentando o sonho de ocupar o lugar que deveria ser seu.

Adaptado de Adoro Cinema.

Leonardo Brocker disse...

+++ Um Homem Tem Que Ser Morto (1973) +++

Primeiro filme gaúcho selecionado para o Festival de Cinema de Gramado.
O filme foi banido assim que estreou.
E tornou-se uma raridade do cinema brasileiro.

Adaptado de Filmow.

Leonardo Brocker disse...

+++ Um Homem Tem Que Ser Morto (1973) +++

Hasting é o homem de confiança de Simon, presidente da Organização.
E candidata-se às eleições.
Por sentir que o regime não tem condições de sobrevivência.
Sem apoio do povo, Simon se elege fraudulentamente.
Hasting, perseguido, é obrigado a exilar-se.
Do exílio, tenta recuperar a posição que ganhou legitimamente.
Através de várias tentativas armadas.
Tudo fracassa em virtude da infiltração de homens de Simon em suas filieras.
Alguns anos mais tarde, Hasting é atraído à fronteira de seu país por Kramer.
Pois, segundo este, existem armas e homens suficientes para derrubar Simon.
Hasting aceita o plano.
Mas, no local combinado, descobre que se trata de uma cilada para eliminá-lo.
Depois de uma perseguição, Hasting é assassinado e enterrado perto de um rio.
Juntamente com sua secretária.

Adaptado de Cinemateca Brasileira.

Leonardo Brocker disse...

+++ Um Homem Tem Que Ser Morto (1973) +++

David Quintans fugiu da Ditadura de Salazar, em Portugal.
E chegou ao Rio Grande do Sul, no início dos anos 1970.
Idealizou uma ficção política inspirada num caso real português:
O assassinato de Humberto Delgado, “o General sem Medo”.

"Um Homem Tem de Ser Morto" entrou para a história, em 1974.
Foi a primeira produção gaúcha selecionada para o Festival de Gramado.
Censurado, acabou lançado apenas nos anos 1980.

Adaptado de Guia 21 - Sul 21.

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