quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Caio Fernando Abreu: Escritor Gaúcho

Caio Fernando Loureiro de Abreu nasceu em Santiago, em 12/09/1948. Aos 6 anos, escreveu os primeiros textos. E mais tarde, destacou-se escrevendo sobre sexo, medo e solidão. Faleceu, em Porto Alegre, em 25/02/1996.

O escritor gaúcho Caio Fernando Abreu
O escritor gaúcho Caio Fernando Abreu


Década de 1960
Em 1966, a Revista Cláudia publica o conto “O Príncipe Sapo”. Neste ano, Caio escreve o romance “Limite Branco”. Na época, vivia em Porto Alegre. E transitava tanto entre “engajados” como entre “alienados” políticos.

No ano seguinte, inicia os cursos de Letras e Artes Dramáticas, na UFRGS. Em 1968, muda-se para São Paulo. Participa do lançamento da revista Veja. Perseguido pelo DOPS, refugia-se no sítio Casa do Sol, de Hilda Hilst.

Na época, o caráter “cigano” de Caio Fernando Abreu vem à tona. Inquieto, o escritor sempre muda. De cidade. De estado. De país. Entre temporadas na Europa, vive em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro.

Caio define-se mais como escritor do que como jornalista. E os trabalhos em jornais e revistas serviam para o sustento. A verdadeira paixão de Caio era a literatura. Os contos. Os romances. As peças. As novelas. Os poemas.


Década de 1970
Participa da antologia de autores gaúchos “Roda de Fogo”, em 1970. E no ano seguinte, mora no Rio de Janeiro. Colabora com as revistas Manchete e Pais e Filhos. Após prisão por porte de drogas, retorna a Porto Alegre.

Em 1972, trabalha na redação do jornal Zero Hora. Em 1973, exila-se na Europa. Passa um ano fora. Circula por Espanha, Suécia, Países Baixos, Inglaterra e França. Em Londres, é modelo numa escola de belas artes.

Retorna a Porto Alegre, em 1974. Escreve e atua em “Sarau das 9 às 11”. E em 1975, a Censura corta trechos do livro “O Ovo Apunhalado”. Em 1976, participa das antologias: “Assim Escrevem os Gaúchos” e “Teia”.

Caio aparece em outra antologia, em 1977, “Histórias de Um Novo Tempo”. Em 1978, muda para São Paulo, onde escreve para a revista Pop. E participa da “Antologia da Literatura Rio-Grandense Contemporânea”.

Obras
# “Inventário do Irremediável” – contos, 1970. Reeditado, em 1995.
# “Limite Branco” – romance, 1970.
# “O Ovo Apunhalado” – contos, 1975.
# “Pedras de Calcutá” – contos, 1977.


Década de 1980
Em 1980, recebe prêmio pelo conto “Sargento Garcia”. No ano seguinte, edita a revista Leia Livros. E lança “Morangos Mofados”, em 1982. Muda-se, em 1983, para o Rio de Janeiro. E colabora com a revista Isto É.

Luciano Alabarse encena “Pode Ser que Seja Apenas o Leiteiro Lá Fora”, em 1984. Caio volta a São Paulo, em 1985. E roteiriza a série “Joana Repórter”, com Regina Duarte. Em 1986, escreve para O Estado de São Paulo.

Em 1987, Caio escreve a peça “A Maldição do Vale Negro”, com Luiz Arthur Nunes. Em 1988, escreve o livro infantil “A Franga”. E participa da antologia “Mel e Girassóis”. Regina Zilberman organiza a obra.

Obras
# “Morangos Mofados” – contos, 1982.
# “Triângulo das Águas” – novelas, 1983.
# “Os Dragões Não Conhecem o Paraíso” – novelas, 1988.
# “Mel & Girassóis” – contos, 1988.
# “A Maldição do Vale Negro” – teatro, 1988.
# “As Frangas” – novela infanto-juvenil, 1989.


Década de 1990
Em 1992, Caio passa três meses em Saint-Nazaire, França, como bolsista do MEET. Lá, escreve o conto “Bien Loin de Marienbad”. No ano seguinte, textos de Caio Fernando Abreu são lidos na Alemanha e na Holanda.

Caio participa do primeiro Porto Alegre em Cena, em 1994. Lê o monólogo “O Homem e A Mancha”, inspirado em Dom Quixote, de Cervantes. No mesmo ano, participa da 46ª Feira Internacional do Livro de Frankfurt.

Ainda em 1994, descobre ser portador do HIV e retorna da Europa. Volta a viver com os pais. Dedica-se à jardinagem. E cultiva um jardim de rosas, com o pai. Na jardinagem, parece descobrir uma nova paixão.

Em 1995, Caio lança a antologia de contos “Ovelha Negra”. E é o patrono da 41ª Feira do Livro de Porto Alegre. Em 1996, lança “Pequenas Epifanias”. E em 05/02, interna, no Hospital Moinhos de Vento, por pneumonia.

Caio Fernando Abreu falece em 25/02, por complicações associadas a AIDS. É sepultado no Cemitério São Miguel e Almas. Depois, é transferido para o jazigo da família no Cemitério Ecumênico João XXIII.

Obras
# “Onde Andará Dulce Veiga?romance, 1990.
# “Ovelhas Negras” – contos, 1995.
# “Estranhos Estrangeiros” – contos, 1996.
# “Pequenas Epifanias” – crônicas, 1996.

Publicações Póstumas
# “Teatro Completo” – teatro, 1997.
# “Girassóis”– crônica infanto-juvenil, 1997.
# “Fragmentos – 8 Histórias e Um Conto Inédito” – contos, 2000.
# “Cartas” – correspondência, 2002.
# “Caio 3D – O Essencial da Década de 1970” – diversos, 2005.
# “Caio 3D – O Essencial da Década de 1980” – diversos, 2005.
# “Caio 3D – O Essencial da Década de 1990” – diversos, 2005.
# “Caio Fernando Abreu: Melhores Contos” – contos, 2006.
# “Além do Ponto e Outros Contos” – contos, 2009.
# “A Vida Gritando nos Cantos” – crônicas, 2012.
# “Poesias Nunca Publicadas de Caio Fernando Abreu” – poesia, 2012.
# “Caio Fernando Abreu de A a Z” – fragmentos da obra, 2013.
# “A Comunidade do Arco-íris” – teatro, 2013.

Texto adaptado do site Caio Fernando Abreu.

14 comentários:

Leonardo Brocker disse...

+++ "Com Todas as Letras" (Kleiton & Kledir) +++

Em 2015, a dupla Kleiton & Kledir lançou o disco "Com Todas as Letras".
As letras das músicas são textos de escritores gaúchos.
A primeira parceria foi com Caio Fernando Abreu.
"Lixo e Purpurina" ilustra o gosto de Caio por viagens físicas e existenciais.

A ideia desta parceria surgiu ainda na década de 1970.
Na época, Kleiton e Kledir integravam os Almôndegas.
E Caio Fernando Abreu escrevia os primeiros livros.
Mas começou a viajar muito. E foi viver na Europa.

Assim, a composição demorou vinte anos.
E a gravação da música outros vinte anos.
Em 1995, Caio datilografou uma carta com a ideia da letra.
E Kledir escreveu a versão final em uma folha de papel.

A música foi a fagulha para o projeto que resultou no disco.
Kleiton e Kledir apresentaram a ideia a Luís Augusto Fischer.
E ele fez a ponte com os outros nove escritores
Estes representam diferentes gerações da literatura gaúcha.

Leonardo Brocker disse...

+++ "Lixo e Purpurina" +++

Kleiton Ramil, Kledir Ramil e Caio Fernando Abreu
Participação Especial: Adriana Calcanhotto

Panos indianos, haxixe marroquino
Lixo e purpurina
E aquela menina só pensava em Calcutá

Sinos do Nepal, mescalina mexicana
Papos e baganas
Descolar um jeito de chegar a Katmandu

Fora dos limites
Coisa de Netuno em Libra
Sonhos de uma ilha
Girassóis
Um par de asas

Fora de controle
Coisa de Netuno em Libra
Sonhos de uma ilha
Girassóis
Um par de asas

Na squatter da esquina, meninas e meninos
Just because I like it!
Pela estrada afora com destino a Amsterdam

Tanta gente boa, tanta trip
Tanto sexo
Viajar o mundo sem sair de Porto Alegre

Leonardo Brocker disse...

Alguns filmes basearam-se na obra de Caio Fernando Abreu:
1985 – “Aqueles Dois”;
1988 – “Romance”;
2000 – “Sargento Garcia”;
2006 – “Pela Passagem de Uma Grande Dor”;
2007 – “Aqueles Dois”;
2008 – “Onde Andará Dulce Veiga?”;
2013 – “Linda, Uma História Horrível”;

E a vida do escritor inspirou os seguintes documentários:
2013 – “Sobre Sete Ondas Verdes Espumantes”;
2014 – “Para Sempre Teu, Caio F.”.

Leonardo Brocker disse...

+++ “Aqueles Dois” (1985) +++

Baseado no conto homônimo de Caio Fernando Abreu.

O filme conta a história de Saul e Raul.
Raul é extrovertido e brincalhão.
Vem de um casamento frustrado.
Passa o tempo no pequeno apartamento onde mora.
Ouve e toca melancólicos boleros.
Saul é tímido, de espírito crítico e amargo.
Vem de um noivado tão interminável que um dia terminou.
E se recupera de uma recente tentativa de suicídio.

São pessoas simples, sensíveis, solitárias.
E se conhecem no primeiro dia de trabalho.
Acabam unidos pela solidão.
E iniciam uma intensa amizade.
Os colegas de trabalho confundem a amizade com romance.
E os dois viram alvo de discriminação.
Confusos, nem eles mesmos sabem se estão de fato apaixonados.

Duração: 1h15min
Direção: Sérgio Amon
Produção Executiva: Sérgio Lerrer
Roteiro: Sérgio Amon, Roberto Henkin e Pablo Vierci
Música: Augusto Licks ("Vinheta Tu me Acostumbraste")

Elenco Principal
Pedro Wayne (Saul)
Beto Ruas (Raul)
Suzana Saldanha (Clara Cristina)
Maria Inês Falcão (Jussara)

Leonardo Brocker disse...

+++ “Romance” (1988) +++
António César morre inesperadamente.
O intelectual de esquerda escrevia um livro.
No livro, denunciou um escândalo internacional.
Este envolvia autoridades políticas.
E repercutiu sobre três pessoas diferentes.
A história segue os passos interligados dos personagens.
Regina, jornalista.
Parte à procura de informações que desvendem o escândalo.
Fernanda, vítima do discurso sobre a liberdade do comportamento.
Ela tenta viver o seu discurso.
Mas se perde e vê-se mergulhada na angústia.
André, homossexual e amigo do morto.
Paga o seu tributo à ideologia da libertação sexual.

Duração
1h30min

Diretor
+ Sergio Bianchi

Roteiro
+ Caio Fernando Abreu;
+ Cláudia Maradel;
+ Eduardo Albuquerque;
+ Fernando Coni Campos;
+ Maria Cristina Santeiro;
+ Mário Carneiro;
+ Sergio Bianchi;
+ Suzana Semedo.

Elenco
+ Rodrigo Santiago (Antônio César)
+ Imara Reis (Regina)
+ Isa Kopelman (Fernanda)
+ Hugo Della Santa (André)
+ Cristina Mutarelli (Márcia)
+ Beatriz Segall (Cecília)
+ Elke Maravilha (Amiga de Antônio César)
+ Maria Alice Vergueiro
+ Cláudio Mamberti
+ Sérgio Mamberti
+ Ruth Escobar

Leonardo Brocker disse...

+++ “Sargento Garcia” (2000) +++

Baseado no conto homônimo de Caio Fernando Abreu.

Hermes é um jovem imaturo e inexperiente.
Sonha em fazer faculdade de filosofia.
E está prestes a se alistar no exército.
Lá, encontra o rígido e autoritário Sargento Garcia.
E percebe que ele esconde forte pulsão sexual por jovens “diferentes”.

Duração: 16min
Diretor: Tutti Gregianin
Roteiro: Tutti Gregianin

Elenco
+ Marcos Breda (Sargento Garcia);
+ Gedson Castro (Hermes);
+ Antônio Carlos Falcão (Isadora);
+ Diego Acauan (Hermes).


Prêmios no Festival de Cinema de Gramado de 2000
+ Melhor Curta-metragem Gaúcho: Tutti Gregianin
+ Melhor Ator em Curta Gaúcho: Marcos Breda

Leonardo Brocker disse...

+++ “Dama da Noite” (1999) +++

Adaptado do conto de Caio Fernando Abreu.

O filme comemora a convivência das diferenças.
Dama da Noite é um pansexual em uma casa noturna.
E filosofa sobre sexo, solidão, AIDS e discriminação.
Mistura consciência política com extravagância poética.

Duração: 15min
Diretor: Mário Diamante
Roteiro: Mário Diamante

Elenco
+ Alexandre Barbalho;
+ André Mattos;
+ Gilberto Gawronski (Dama da Noite);
+ Priscila Prado.

Leonardo Brocker disse...

+++ “Pela Passagem de Uma Grande Dor” (2006) +++

Adaptado de conto homônimo de Caio Fernando Abreu.


O filme relata um telefonema entre dois amigos.
Ela fará um aborto e pede consolo a Lui.

Duração: 18min
Direção: Bruno Polidoro
Roteiro: Denny Chang

Elenco
+ Marcos Contreras (Lui)
+ Fernanda Mandagará (Ela)

Leonardo Brocker disse...

+++ “Aqueles Dois” (2007) +++

Baseado no conto homônimo de Caio Fernando Abreu.
Raul e Saul são colegas em uma empresa.
Gradualmente, vivem um intenso e inesperado relacionamento.
E isso gera dúvidas em ambos.

Duração: 25min
Diretor: Daniel Philip Weber
Roteiro: Daniel Philip Weber

Elenco
+ Cássio Inácio (Saul);
+ Cássio Junqueira (Raul);
+ Olívia Martins (Olívia);
+ Hugo Villavicenzio (Chefe).

Leonardo Brocker disse...

+++ “Onde Andará Dulce Veiga?” (2008) +++

O romance de Caio rendeu um filme irresistível.
Uma pequena pérola do cinema brasileiro recente.
A história transcorre durante os anos 1980.
E é a cara daquela década...
Um jornalista investiga o paradeiro de Dulce Veiga.
Cantora e atriz, ele era uma diva no passado.
Mas desapareceu misteriosamente nos anos 1960.
E deixou amigos, fãs e amantes desnorteados.
Mas antes, Caio terá de descobrir muito sobre si mesmo.
Durante a busca, ele atravessa o Brasil.
Do Rio de Janeiro à Floresta Amazônica.
E fica cada vez mais obcecado pela filha de Dulce.
Uma famosa roqueira lésbica de personalidade intrigante.

Duração: 2h15min
Direção: Guilherme de Almeida Prado
Roteiro: Guilherme de Almeida Prado

Elenco
+ Maitê Proença (Dulce Veiga);
+ Eriberto Leão (Caio);
+ Carolina Dieckmann (Márcia Felácio);
+ Nuno Leal Maia (Rafic);
+ Christiane Torloni (Layla Van);
+ Cacá Rosset (Castilhos);
+ Oscar Magrini (Alberto Veiga);
+ Júlia Lemmertz (Lídia);
+ Carmo Dalla Vecchia (Raudério);
+ Maíra Chasseraux (Patrícia);
+ Francarlos Reis (Pepito);
+ Matilde Mastrangi (Iracema);
+ Imara Reis (Teresinha).

Leonardo Brocker disse...

+++ “Linda, Uma História Horrível” (2013) +++

Adaptação do conto homônimo de Caio Fernando Abreu.

Com uma mala em punho, Fernando visita a mãe.
O filho adulto encontra a mãe envelhecida e ríspida.
A casa continua a mesma. Mas degradada pelo tempo.
A degradação estende-se ao corpo da velha senhora.
E à relação entre os dois.
A mãe vive só. A única companhia é a cadela, Linda.
Filho e mãe conversam um diálogo aparentemente banal.
Nas entrelinhas, porém, descobrimos segredos.
Que o filho se esquiva de revelar e a mãe prefere não saber.
Uma historia de amor e de afastamento.
De verdades não ditas e de esquecimento.

O conto relaciona-se com a biografia do escritor.
Caio voltou para a casa da mãe, em Porto Alegre.
Após contrair o vírus HIV, na década de 1990.

Duração: 20min
Diretor: Bruno Gularte Barreto
Roteiro: Bruno Gularte Barreto

Elenco
+ Rafael Régoli (Fernando);
+ Sandra Dani (Mãe).

Leonardo Brocker disse...

+++ “Sobre Sete Ondas Verdes Espumantes” (2013) +++

Este filme de estrada registra a vida de Caio Fernando Abreu.
O escritor viajou muito e viveu em diversas cidades.
No Brasil, Caio morou em Santiago, Porto Alegre e São Paulo.
Na Europa, em Amsterdã, Berlim, Colônia, Paris e Londres.
O documentário registra as lembranças de amigos Caio.
Eles revisitam e recobrem fragmentos da obra do escritor.

Duração: 1h14min
Diretores: Bruno Polidoro e Cacá Nazario.
Roteiro: Bruno Polidoro, Cacá Nazario e Tatiana Nequete.

Depoimentos
+ Caio Fernando Abreu;
+ Maria Adelaide Amaral;
+ Marcos Breda;
+ Adriana Calcanhotto;
+ Gilberto Gawronski;
+ Grace Gianoukas;
+ Henrique Larré;
+ Reinaldo Moraes;
+ Luiz Arthur Nunes;
+ Suzana Saldanha.

Leonardo Brocker disse...

+++ “Para Sempre Teu, Caio F.” (2014) +++

Caio foi um dos principais nomes da literatura nacional.
Morreu aos 47 anos, por complicações da AIDS.
E deixou livros, estudos, peças e debates.
Traduzidas em doze idiomas, as obras ganharam o mundo.

Paula Dip era amiga de Caio Fernando Abreu.
E escreveu o livro que deu origem ao filme.
Caio costumava escrever cartas para Paula.
E despedia-se: “Para sempre teu, Caio F”.

O filme reúne depoimentos de amigos e familiares.
E resgata trechos de diários e anotações do escritor.


Duração: 2h12min
Diretores: Candé Salles e Paula Dip.


Elenco e Depoimentos
Ao todo, 76 pessoas participam do filme.
Participam personalidades do mundo literário.
Como Lya Luft e Marcelo Rubens Paiva.

Diretores de teatro e cinema também participam.
Destaque para Guilherme de Almeida Prado.
Além da cantora e compositora Adriana Calcanhotto.

Por fim, cerca de vinte atores globais participam do filme.
Boa parte deles interpreta trechos de poucos segundos.
Alguns atores que fazem parte do documentário:

+ Alexandre Borges;
+ Bruna Lombardi;
+ Caco Ciocler;
+ Camila Pitanga;
+ Carlos Alberto Riccelli;
+ Cauã Reymond;
+ Eduardo Moscovis;
+ Fábio Assunção;
+ Guilherme Weber;
+ Maria Flor;
+ Mariana Ximenes;
+ Marisa Orth;
+ Mayana Moura;
+ Natália Lage;
+ Paolla Oliveira;
+ Pedro Neschling;
+ Regina Duarte;
+ Ricardo Blat;
+ Thiago Lacerda.

Leonardo Brocker disse...

+++ O Deslocamento das Elites de Porto Alegre +++

No início da década de 1920, as elites deixam o Centro.
As residências deslocam-se gradualmente.
Deixam as áreas mais altas e sãs da Rua Duque de Caxias.
E seguem em direção à Avenida Independência.
E ao futuro bairro Moinhos de Vento.
Ali, surgiam a Hidráulica e a Praça Júlio de Castilhos.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Postar um comentário

 
Free Host | new york lasik surgery | cpa website design