terça-feira, 4 de agosto de 2015

Pedra Jacobina, Sapiranga

A pedra foi eleita para ser um esconderijo de emergência. Uma alternativa de fuga após uma provável derrota. Ali, havia algumas armas e remédio, assim como água e comida. Após o incêndio do salão, Jacobina refugiou-se no local junto com 16 fiéis sobreviventes.

Pedra Jacobina, em Sapiranga
Pedra Jacobina, em Sapiranga.

1 comentários:

Leonardo Brocker disse...

O Massacre Final

Em 25/06/1874, crimes são praticados em Sapiranga e Campo Bom.
No dia seguinte, ocorre o revide.
Casas são incendiadas em Linha Nova e Picada do Hortêncio.
Os colonos formam um exército de paisanos.
Cercam casas de Mucker e prendem mulheres e crianças.

Em 19/07, os Mucker são fortemente atacados.
Morreram cerca de 30 pessoas. Inúmeras ficaram feridas.
E 52 foram presas, conforme notícia de São Leopoldo.

Em 02/08/1874, havia 17 pessoas entrincheiradas nas cabanas.
Elas serviram de último refúgio aos Mucker.
Ali estavam os sobreviventes do ataque anterior.
Sem a presença de João Jorge Maurer, marido de Jacobina.
Nem de João Jorge Klein, cunhado dela.
Nesta data, ocorreu o massacre final.

Fonte: "Jacobina Maurer", Elma Sant'Ana.

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