segunda-feira, 4 de maio de 2015

Estação Ecológica do Taim e Farol da Barra do Chuí

Deixei Rio Grande rumo ao Chuí, no extremo sul do Brasil. E passei pela Estação Ecológica do Taim, onde visitei só o museu. Segui para o Chuí, onde conheci a Praia da Barra do Chuí, os molhes e o farol.

Charge de Hals, na Estação Ecológica do Taim
Charge de Hals, na Estação Ecológica.
  

Estação Ecológica do Taim
Saí de Rio Grande às 9h30. Havia chovido intensamente durante a noite. A previsão era de que continuasse chovendo, também, durante o dia. Assim, acordei um pouco mais tarde. Como não chovia, apressei-me para partir.

Cheguei ao Taim às 10h40. O dia seguia nublando. Quase sem chover. A chuva da noite anterior abortou, porém, qualquer esperança de se fazer uma trilha. Na verdade, mesmo com sol, as trilhas devem ser agendadas.

O segurança convidou a visitar o museu. Este reúne informações sobre a criação da Estação Ecológica do Taim. É pequeno, porém vale uma visita. Ali fica mais fácil fazer os contatos para a visitação.

Charge de Max Ziemer, na Estação Ecológica do Taim
Charge de Max Ziemer, no Taim.


Barra do Chuí
Deixei o local e segui para Santa Vitória do Palmar. E quase na chegada da cidade, parei na Polícia Rodoviária. Pedi informações. E decidi seguir direto para o Chuí. Iria para a Praia da Barra. Depois, tentaria ir aos fortes.

Percorri os 20 km que separam as duas cidades e segui pela estrada que leva para a praia. São cerca de 9 km em uma estrada asfalta, porém repleta de buracos. Esta estrada termina na Praia da Barra do Chuí.

Para chegar aos molhes da barra, é necessário seguir pela areia. Deixei o carro em frente aos Molhes da Barra do Chuí. Escalei as pedras e consegui ver o rio que faz a divisa de Brasil (Chuí) e Uruguai (Chuy).

Farol da Barra do Chuí
Farol da Barra do Chuí


Carro Atolado na Praia
Lá do alto, consegui fotografar o Farol da Barra do Chuí. Quando fazia isso, passou um pescador com o filho. Perguntei se havia como chegar ao farol de carro. Estava receoso que ele acabasse atolando na praia.

Língua maldita! Após pegar as informações com o pescador desci pelas pedras até o carro. E ele atolou. Tive mais sorte que juízo. Se ele e o filho não estivessem por ali, teria que caminhar cerca de 1 km atrás de ajuda.

O relato segue com...

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