sexta-feira, 8 de maio de 2015

Forte São Miguel e Museo Indígena do Chuy

Deixei a Barra do Chuí e segui para o Chuy, a cidade uruguaia que faz divisa com o Brasil. Ali, conheci o Forte São Miguel, além do Museu Indígena e do Museu Criollo. Esses museus ficam localizados junto ao forte.

Forte de São Miguel, no Chuy, Uruguai.
Forte de São Miguel, no Chuy, Uruguai.


Cruzando a Fronteira do Uruguai
Nos Molhes da Barra do Chuí, um pescador passou informações sobre os fortes do Chuy. Para visitar a Fortaleza de Santa Tereza é necessário a Carta Verde. E para o Forte São Miguel, mais próximo à fronteira, não.

Acesso ao Cemitério Indígena, no Forte de São Miguel, no Chuy, Uruguai.
Acesso ao Cemitério Indígena.

A questão é que para entrar no Uruguai é necessário passaporte ou RG. Eu só tinha a carteira de motorista. Afinal, no Brasil, ela vale como identidade. Quando saí, não me liguei que poderia ser necessário levar o RG.

Vista geral do Forte de São Miguel, no Chuy, Uruguai
Vista geral do Forte de São Miguel.


Acesso ao Forte de São Miguel
Para se chegar ao Forte São Miguel, segue-se pela Avenida Brasil até chegar a uma rodovia. A Avenida Brasil divide os dois países. E é onde estão as lojas. Cerca de 10 km após o centro do Chuy, fica a entrada do forte.

Entrada do Campo Santo no Forte de São Miguel, no Chuy, Uruguai
Entrada do Campo Santo.

O curioso é que o Forte São Miguel fica junto à Aduana. Numa delas fui barrado. Na outra, deixaram-me passar sem perguntas. Por sorte, passei pela que precisava. E segui para o forte, à esquerda após passar a Aduana.

Pulperia, no Museo Criollo, Chuy, Uruguai
Pulperia, no Museo Criollo.


Ingresso no Forte de São Miguel
Primeiro circulei ao redor do forte, para depois entrar. Ele possui quatro lados, com guaritas nos quatro cantos. Para entrar, é preciso pagar. O ingresso custa 30 pesos uruguaios ou R$ 3,50. Um valor simbólico.

Canhões no Forte de São Miguel, Chuy, Uruguai
Canhões no Forte de São Miguel.

No interior do forte, há o alojamento e a cozinha da infantaria, o comando e a casa de pólvora. O alojamento e a cozinha dos oficiais. O alojamento do capelão e a capela. E um poço com 7 metros de profundidade.

Habitação indígena reconstruída no Museu Indígena de Chuy, Uruguai
Habitação indígena reconstruída no museu. 


Campo Santo e Museus
Deixei o Forte São Miguel e dei uma passada pelo Campo Santo, o antigo cemitério. Segui para os museus. O Museo Criollo reúne charretes. O Museo Indígena recria o ambiente indígena e reúne seus utensílios no acervo.

O relato segue com...
Porto da Lagoa Mirim e Centro de Santa Vitória do Palmar

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