quinta-feira, 23 de outubro de 2014

As Sátiras de Juca Chaves nos Anos 1960: João Goulart, Leonel Brizola e Carlos Lacerda

Juca Chaves é um Gregório de Matos que do violão fez sua espada. Jorge Amado disse que sua voz era a mais livre do país. Mas nem tão livre assim... Para evitar o linchamento, Juca Chaves partiu para o exílio em 1962.

João Goulart foi alvo de várias sátiras de Juca Chaves
João Goulart foi alvo de várias sátiras de Juca


O Brasil Já Vai à Guerra” (Marinha)
De todas as brigas de Juca Chaves com a Censura, talvez a mais polêmica tenha sido devido a "O Brasil Já Vai à Guerra". Juca ironizou a compra do porta-aviões "Minas Gerais". E provocou a ira de oficiais da Marinha.


A Marinha não desejava que essa sátira, composta em 1960, fosse liberada. Ela só foi divulgada após o juiz Célio de Melo Almada, da 1ª Vara da Fazenda Estadual, em São Paulo, ter concedido o Mandado de Segurança.


Contrabando de Café” (Moisés Lupion)
Juca Chaves compôs "Contrabando de Café", em 1961. A sátira não chegou a ser proibida. Mas Juca passou maus momentos em Curitiba ao dizer que Moisés Lupion, governador do Paraná, "havia vendido um terço do Paraná".



Dona Maria Thereza” (João Goulart)
A sátira “Dona Maria Thereza foi composta, em 1962, por Juca Chaves. Nela, Juca faz uma crítica ao presidente João Goulart.



“Legalidade” (João Goulart, Leonel Brizola, Machado Lopes)
Juca Chaves compôs “Legalidade” em 1962. A sátira cita o presidente João Goulart, além de Leonel Brizola e Machado Lopes, líderes de um movimento que ficou conhecido como Campanha da Legalidade.



Lembrete” (João Goulart, Carlos Lacerda)
Lembrete” é uma sátira composta, em 1962, por Juca Chaves. Nesta música, Juca critica o presidente João Goulart e o político Carlos Lacerda.


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