sexta-feira, 16 de maio de 2014

Porto Alegre, Rio Grande do Sul

Porto Alegre, a capital do Estado do Rio Grande do Sul, combina o agito das metrópoles com o sossego das cidades provincianas. Em Porto Alegre, você encontra boas opções de restaurantes, casas noturnas e teatros. Muitos deles ficam próximos às ruas açorianas ou ao Lago Guaíba.

Cidade de Porto Alegre, no mapa do Rio Grande do Sul
Porto Alegre, Rio Grande do Sul


Os Símbolos e A História
Grenal, por-do-sol e Laçador. Os três principais símbolos de Porto Alegre vão muito além dos limites da capital. Os gaúchos identificam-se com eles. Seja pela paixão despertada pelo futebol, pela beleza do fim de tarde junto ao Lago Guaíba ou pela representação da identidade do povo.

Porto Alegre cresce. Novos prédios surgem. Enquanto isso, restauram-se os antigos. Estes registram a história da cidade e sua arquitetura. A maior parte fica no Centro Histórico de Porto Alegre. Muitos tornaram-se em espaços culturais. Enquanto outros originaram em museus.


O Centro Histórico de Porto Alegre
No Centro Histórico, as atrações concentram-se em cinco pontos principais. E duas ruas destacam-se. A Rua da Praia e a Avenida Borges de Medeiros. A esquina dessas ruas é conhecida como Esquina Democrática. Em meio à Rua da Praia fica a Praça da Alfândega.

A Avenida Borges de Medeiros inicia junto a outro ponto de interesse: a Prefeitura Municipal de Porto Alegre. E no ponto mais alto do Centro Histórico fica a Praça da Matriz. Em torno desta praça, você irá encontrar algumas das principais instituições da capital gaúcha.


A Cidade Baixa e A Zona Sul
Colado ao centro, fica a Redenção, o mais tradicional parque da cidade. E também a Cidade Baixa, o bairro mais boêmio de Porto Alegre. O bairro Menino Deus é uma espécie de porta de entrada para a Zona Sul da cidade. Nesta região, ficam parques e morros, além dos Caminhos Rurais.

Mapa de Porto Alegre adaptado do Wikipedia.


Distâncias no Estado
Bagé = 374 km
Caxias do Sul = 125 km
Chuí = 525 km
Gramado = 115 km
Novo Hamburgo = 37 km
Passo Fundo = 280 km
Pelotas = 251 km
Rio Grande = 317 km
Uruguaiana = 649 km

Distâncias no Brasil
Belo Horizonte = 1.712 km
Blumenau = 599 km
Brasília = 2.027 km
Criciúma = 291 km
Curitiba = 711 km
Florianópolis = 525 km
Itajaí = 560 km
Joinville = 640 km
Lages = 353 km
Rio de Janeiro = 1553 km
São Paulo = 1.109 km

Distâncias Internacionais
Assunção = 1.102 km
Buenos Aires = 1.063 km
Montevidéu = 890 km
Santiago = 2.600 km


Atrações de Porto Alegre


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Relatos de Porto Alegre

20 comentários:

Leonardo Brocker disse...

+++ Por que Paralelo 30? +++

Porque esta é a latitude da cidade.
O paralelo 30o S do plano equatorial terrestre passa por Porto Alegre.
E isso gerou uma forma carinhosa de fazer referência à capital gaúcha.
Há vários exemplos disso...

Paralelo 30 é o nome de um LP de 1978.
Ele registrava a efervescência da música urbana gaúcha da época.
E reunia alguns músicos de Porto Alegre.
Como Bebeto Alves, Carlinhos Hartlieb e Nelson Coelho de Castro.

Há também versões de que Paralelo 30 seria um grau místico.
Nesse contexto, inserem-se os versos de "Deu pra Ti".
A canção da dupla Kleiton e Kledir diz:

"Quando eu ando assim meio down
Vou pra Porto e bah! Tri legal
Coisas de magia, sei lá
Paralelo 30"

Adaptado do Centro de Informações Turísticas de Porto Alegre.

Leonardo Brocker disse...

+++ O Porto-alegrês +++

Em Porto Alegre, você vai se deparar com expressões tipicamente gaúchas.
É o caso de "Tchê" e "Bah".
Mas também ouvirá palavras que conhece de um outro jeito...

Farol, aqui, é sinaleira.
Ladeira é lomba.
E se ouvir um "Capaz!", entenda a expressão com uma reação de espanto.
Ou como incredulidade a uma pergunta ou frase.

Adaptado do Centro de Informações Turísticas de Porto Alegre.

Leonardo Brocker disse...

+++ Lago Guaíba +++

Para ele convergem os rios da metade norte do RS.
E através dele, as águas destes rios chegam à Lagoa dos Patos.
Esta, enfim, conduz as águas ao Oceano Atlântico.
O Lago Guaíba teve importância fundamental.
Quando a maior parte do transporte era por rotas fluviais.
Importações e exportações da metade norte passavam por ele.
Em virtude disso, Porto Alegre tornou-se capital da província.
Dali controlava-se o tráfego do interior e da Lagoa dos Patos.
A península também oferecia um porto natural no lado norte.
Este era razoavelmente fundo.
E protegido dos ventos dominantes que vêm do sul.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ Esquina Democrática +++

A Rua da Praia era o núcleo principal dos cafés.
Das confeitarias e dos cinemas de Porto Alegre.
Nos anos 1970, tornou-se espaço de passeatas políticas.
No contexto de abertura no final década 70.
E no início dos anos 1980.
Em especial na Esquina Democrática.
O cruzamento da Rua da Praia com a Av. Borges de Medeiros.
Ele tornou-se patrimônio da cidade, em 1997.
O tombamento destacou o passado político da área.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ Paço dos Açorianos +++

A construção da sede do poder executivo municipal iniciou em 1898.
Sobre a área de aterro da antiga Doca do Carvão.
O arquiteto italiano João Antônio Carrara Colfosco projetou o prédio.
Com características estilo ecléticas e influência positivista.

Foi a primeira edificação positivista de Porto Alegre.
E inaugurou um período de construções monumentais na cidade.
Elas aconteceram nas duas primeiras décadas do século XX.

José Montaury inaugurou a nova Intendência Municipal, em 1901.
No interior, destacam-se os vitrais de Joseph Wollmann.
Eles se encontram nas janelas que abrem para a escadaria principal.
Há ainda as pinturas de Carlos Scliar no Salão Nobre.

Em 1973, o prédio recebeu o nome de Paço dos Açorianos.
Uma homenagem aos imigrantes que fundaram a cidade.
Em 1979, é tombado como patrimônio cultural de Porto Alegre.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ Esculturas Originais da Prefeitura +++

Destacam-se as alegorias da Justiça e da República.
Estão na parte central da platibanda, em torno da torre.
Nesta, há um relógio central ladeado por dois bustos.
José Bonifácio, à esquerda, e Deodoro da Fonseca, à direita.

A alegoria da República possui um detalhe quase imperceptível.
O vestido dela esconde um misterioso gato.
É uma derivação da alegoria da Liberdade.
Esta aparece acompanhada de um gato.
Um animal doméstico que não suporta viver preso.

Ainda na fachada, há outros grupos de esculturas.
Eles se encontram em cada extremidade da platibanda.
Junto à Rua Uruguai: Agricultura, Comércio e Indústria.
Junto à Avenida Borges de Medeiros: Ciência e História.
Além de Democracia e Liberdade.

Fonte: “Viva o Centro a Pé, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ Esculturas Acrescidas à Prefeitura +++

Algumas esculturas são posteriores à inauguração do prédio.
É o caso dos quatro leões que guarnecem as escadarias laterais.
As esculturas, em mármore de Carrara, vieram da Itália.
A instalação dos quatro leões ocorreu em 1911.
São joias da arte industrial dos canteiros de Toscana.

Em 1909, o prefeito José Montaury fez uma encomenda.
As efígies de Júlio de Castilhos e Borges de Medeiros.
A elaboração ficou a cargo do Instituto Técnico-Profissional.
Na Seção de Modelagem.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ Praça da Alfândega +++

Surgiu com o núcleo inicial da cidade.
Ficava junto ao Lago Guaíba.
Até que se construiu um cais de pedra com ancoradouro.
Isso facilitou o trânsito de pessoas e de mercadorias.
Era o núcleo da parte nobre do velho Centro.
Em torno dela, observava-se a vida social da cidade.
E ali, surgiram imponentes prédios no início do século XX.
Como os Correios e Telégrafos e a Delegacia Fiscal.
E a partir 1954, ali se instalou a Feira do Livro.

Em 2003, foi tombada como patrimônio nacional.
E passou por recente restauração.
Parte do Programa Monumento.
Hoje, PAC das Cidades Históricas.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ Monumentos da Praça da Alfândega +++

+ Monumento do Barão do Rio Branco (A. Adloff, 1916);
+ Monumento ao Marechal Osório (Leão Velloso, 1933);
+ Estátua-chafariz da Samaritana (A. Adloff, 1925-36).

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ O Calçamento da Rua da Praia +++

Ele fica entre as ruas Marechal Floriano e Dr. Flores.
E inicialmente, tinha uma calha central.
Para ela, inclinavam-se as calçadas laterais.
Em 1860, introduziu-se o sistema de pista abaulada.
Com as sarjetas junto ao meio-fio.
E o calçamento com pedras irregulares.

Em 1923, José Montaury modificou a pavimentação.
Ele implantou o granito regular de duas cores.

Em 1989, o município tombou o calçamento.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ Saint-Hilaire e o Anfiteatro +++

Auguste de Saint-Hilaire usou uma curiosa metáfora.
O cronista passou por Porto Alegre em 1820 e disse:
“A cidade se eleva em anfitetro, sobre um dos lados da colina”.

Podemos ver Porto Alegre como um anfiteatro natural.
O palco seria o Lago Guaíba.
E ao fundo, o horizonte. O norte geográfico.
A Rua da Praia seria a primeira fila da plateia.
E a última, a Rua da Igreja, atual Duque de Caxias.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ Rua da Praia no Fim do Século XIX +++

Em 1897, publicou-se a novela “Estrychnina”.
Texto de Souza Lobo, Mário Totta e Pauulino Azurenha.
A novela descrevia a Rua da Praia na virada do século.
Na época, um cenário de novidades.
Uma marca da cidade grande que Porto Alegre queria ser.
Da vida social, em torno da Praça da Alfândega.
E da democrática convivência entre pessoas de distintas classes.

Nesta rua, localizava-se, também, o comércio mais sofisticado.
Joalherias, lojas de tecidos finos, luvas, chapéus, porcelanas.
Assim como as livrarias e as papelarias.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ Rua da Praia e a Cultura Pública +++

A Rua da Praia sempre foi a rua comercial por excelência.
Por décadas, foi passarela social, política e cultural da cidade.
Era estreita a ligação com o jornalismo e a boêmia.
Ali, situava-se o espaço de experiências urbanas.
E de atuação profissional de um grupo de letrados.
Uma região que reunia bares, cafés, restaurantes.
Cinemas, clubes, hotéis e casas comerciais.
Além de repartições públicas, redações de jornais, livrarias.
Onde trabalhavam artistas, escritores, músicos e jornalistas.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ Becos e Ruas da Antiga Porto Alegre +++

Inicialmente, os becos tinham o nome dos moradores.
De peculiaridades do terreno.
Ou das atividades que ali se realizavam:
+ Beco da Ópera (atual Rua Uruguai);
+ Beco do Barbosa (Rua Barros Cassal);
+ Beco do Oitavo (Rua André da Rocha);
+ Beco do Bota Bica (Rua General Portinho);
+ Beco do Poço (Avenida Borges de Medeiros);
+ Beco dos Guaranis (Rua General Vasco Alves);
+ Caminho da Azenha (Avenida João Pessoa);
+ Caminho Novo (Rua Voluntários da Pátria);
+ Rua Clara (Rua João Manoel);
+ Rua da Figueira (Rua Coronel Genuíno);
+ Rua da Ladeira (Rua General Câmara);
+ Rua da Margem do Riacho (Rua João Alfredo);
+ Rua da Olaria (Rua General Lima e Silva);
+ Rua da Passagem (Rua General Salustiano);
+ Rua da Varzinha (Rua Demétrio Ribeiro);
+ Rua de Bragança (Rua Marechal Floriano);
+ Rua do Arvoredo (Rua Fernando Machado).

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ Ruas de Porto Alegre com Mais de Um Nome +++
+ 24 de Outubro: Caminho dos Anjos;
+ 24 de Outubro: Estrada da Aldeia;
+ 24 de Outubro: Estrada dos Moinhos de Vento;
+ Andradas: Rua da Graça ou Rua da Praia;
+ Caldas Jr: Beco do Inácio, Beco do Quebra Costas ou Beco do Fanha;
+ Duque de Caxias: Rua Formosa, Rua da Igreja ou Rua do Hospital;
+ General Bento Martins: Beco do Jogo de Bola;
+ General Bento Martins: Beco dos Nabos a Doze;
+ General Bento Martins: Beco dos Pecados Mortais;
+ General Canabarro: Beco do Pedro Mandinga ou Rua Direita;
+ Independência: Caminho dos Anjos;
+ Independência: Estrada da Aldeia;
+ Independência: Estrada dos Moinhos de Vento;
+ Riachuelo: Rua da Ponte ou Rua do Cotovelo.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ Praça Marechal Deodoro +++

Centro cívico de Porto Alegre, desde os primórdios.
Inicialmente, a área era conhecida como Praça da Igreja.
Em 1865, tornou-se Praça Dom Pedro II.
E com a Proclamação da República recebeu o nome atual.
Embora, popularmente, siga como Praça da Matriz.

No entorno da praça, encontram-se prédios importantes.
As sedes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
Os memoriais do Ministério Público e da Assembleia.
O Solar dos Câmara e o Theatro São Pedro.
A Catedral Metropolitana e o Museu Júlio de Castilhos.

O tombamento como patrimônio nacional veio em 2003.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ As Duas Primeiras Linhas de Bonde +++

A Cia Carris de Ferro iniciou as operações em 1874.
Os bondes funcionavam por tração animal.
E as duas linhas tinham como destino o Menino Deus.

Uma delas saía da Praça da Matriz.
E passava pela Várzea, hoje Parque Farroupilha.
Outra linha saía do Mercado Público.
E passava pela Rua da Margem, atual João Alfredo.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ A Proclamação da República +++

Com a Proclamação da República ocorreram mudanças.
Nos nomes de avenidas, praças e ruas de Porto Alegre.
Seguem exemplos com o antigo nome e o atual:

+ Praça Conde D’Eu, hoje Praça 15 de Novembro;
+ Praça Dom Pedro II, hoje Praça Marechal Deodoro;
+ Rua do Imperador, hoje Rua da República;
+ Rua Dona Isabel, hoje Rua Demétrio Ribeiro;
+ Rua Imperatriz, hoje Rua Venâncio Aires;
+ Rua Imperial, hoje Rua Benjamin Constant.

Também vieram as homenagens aos positivistas:

+ Avenida Assis Brasil;
+ Avenida Borges de Medeiros;
+ Monumento a Júlio de Castilhos;
+ Praça Júlio de Castilhos;
+ Praça Otávio Rocha;
+ Rua Alberto Bins;
+ Rua Júlio de Castilhos;
+ Viaduto Otávio Rocha.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ Cidade Baixa +++

A região apresentava características de zona rural.
Sujeita às frequentes enchentes do Arroio Dilúvio.
E servia inclusive para refúgio de escravos.
Ao menos, até a metade do século XIX.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ Estátuas da Praça da Matriz +++

Em 1910, instalaram-se quatro estátuas na Praça Dom Sebastião.
Eram remanescentes de um conjunto de cinco da Praça da Matriz.
Elas adornavam o Chafariz do Imperador, em mármore de Carrara.
E faziam parte do primeiro monumento ao ar livre do Estado.

Esta magnífica obra ficou na Praça da Matriz de 1866 a 1910.
E personificava os grandes rios da bacia do Lago Guaíba.
A inscrição na base das estátuas registrava:
Cahy, Gravatahy, Jacuhy e Sinos.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

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