quarta-feira, 21 de maio de 2014

Porto Alegre, no Século XIX: Desenvolvimento da Cidade e Revolução Farroupilha

Em 1774, surgiram o Arsenal de Guerra, a primeira Igreja Matriz e o Palácio do Governador. Essas construções impulsionaram a urbanização do pequeno povoado. Nas duas décadas seguintes, surgiram as principais praças, como a Praça XV, a Praça da Matriz e a Praça da Alfândega.

Cais do Porto de Porto Alegre, século XIX
Cais do Porto de Porto Alegre, século XIX

Porto Alegre: Rua da Praia (Andradas), em 1890
Rua da Praia (Andradas), em 1890

Continuação de...
Porto Alegre, no Século XVIII: Jerônimo de Ornellas e Porto dos Casais


Na época, destacavam-se a produção de trigo e farinha. E um dos mais importantes moleiros era Francisco Antônio da Silveira. O Chico da Azenha deu nome ao bairro da Azenha. Já as charqueadas instavam-se na periferia, onde hoje ficam os bairros Cristal e Tristeza, na Zona Sul da cidade.

Porto Alegre: Avenida Independência e bairro Moinhos de Vento (ao fundo), 1890
Avenida Independência e bairro
Moinhos de Vento (ao fundo), 1890

Porto Alegre: Avenida Independência, em 1890
Avenida Independência, em 1890



Desenvolvimento Populacional
No fim do século XVIII, Porto Alegre contava com cerca de 4.000 habitantes. O local ficava na confluência das duas maiores rotas de navegação interna: a do Rio Jacuí e a da Lagoa dos Patos. E isso transformou Porto Alegre no maior centro comercial da província de São Pedro do Rio Grande.

Cais do Porto de Porto Alegre, em 1890
Cais do Porto de Porto Alegre, em 1890

A população de Porto Alegre cresceu rapidamente. No primeiro censo, de 1780, a cidade contava com 1.512 habitantes. Eram 871 brancos, 545 pretos e 96 índios. Porto Alegre era superada por Rio Grande (2.421), Rio Pardo (2.374), Aldeia dos Anjos (hoje, Gravataí) (2.355) e Viamão (1.891).

Centro de Porto Alegre em 1850
Centro de Porto Alegre em 1850

Em 1814, Porto Alegre possuía 6.111 habitantes. Eram 2.746 brancos, 34 índios, 2.312 escravos e 588 pretos livres. E em 1814, a população de Porto Alegre era superada só pela de duas localidades. A cidade de Rio Pardo contava com 10.445 habitantes. E a vila de Cachoeira, com 8.225.

Porto Alegre: Chafariz da Imperatriz, Praça da Alfândega, 1885
Chafariz da Imperatriz, Praça da Alfândega, 1885



Mudança de Nome
Esse crescimento populacional resultou na requalificação da localidade. Em 1809, a Freguesia de Nossa Senhora Madre de Deus de Porto Alegre foi elevada para vila. E, assim, desmembrada de Viamão. E em 1822, a vila de Porto Alegre recebeu o título de Cidade de Porto Alegre.

Porto Alegre: Esquina Marechal Floriano com a  Voluntários da Pátria, em 1865
Esquina Marechal Floriano com a
Voluntários da Pátria, em 1865

Porto Alegre: Mercado Público, em 1890
Mercado Público, em 1890



Revolução Farroupilha
No início do século XIX, a cidade destacava-se pela exportação de trigo e charque. A exportação decaiu, contudo, em decorrência dos altos impostos. Em 20/09/1835, as insatisfações econômicas e políticas culminaram num conflito iniciado em Porto Alegre: a Revolução Farroupilha.

Porto Alegre: Praça XV, no fim do século XIX
Praça XV, no fim do século XIX

No dia 25/09/1835, o general Bento Gonçalves chegou à cidade, colocando-a sob o domínio revolucionário. Em 15/06/1836, o major Manoel Marques de Souza (Conde de Porto Alegre) retoma a cidade. Porto Alegre resistiu aos ataques farroupilhas e permaneceu fiel governo imperial.

Porto Alegre: Rua da Praia, em 1890
Rua da Praia, em 1890


Cólera e Guerra do Paraguai
Em 1841, Dom Pedro II deu a Porto Alegre o título de “Leal e Valorosa”. Em 1845, a população voltou a crescer. De 1865 a 1870, durante a Guerra do Paraguai, a cidade recebeu dinheiro do império e foram feitas melhorias. Nessa época, também são construídas estradas de ferro por todo o estado.

Porto Alegre: Rua dos Andradas, em 1895
Rua dos Andradas, em 1895

Antes, em novembro de 1855, um surto de cólera matou 1.405 pessoas em Porto Alegre. Os esforços do Dr. Luís da Silva Flores não impediram a epidemia. O plaquete Imperatriz veio do Rio de Janeiro a Rio Grande, com passageiros contaminados. Pelotas e Jaguarão também tiveram vítimas.

Rua Sete de Setembro, Porto Alegre, em 1885
Rua Sete de Setembro, em 1885

Fotos antigas adaptadas do site www.curtopoa.com.br


Veja também...
Porto Alegre no Século XX: Júlio de Castilhos, Borges de Medeiros e Getúlio Vargas

18 comentários:

Leonardo Brocker disse...

+++ O Quarto Distrito de Porto Alegre +++

Porto Alegre foi o principal porto exportador e importador do RS.
Próximo ao porto, formou-se um polo comercial e industrial.
O local, hoje, é conhecido como 4º Distrito de Porto Alegre.

As primeiras intervenções ocorreram no início do século XIX.
A população desbravou um caminho na mata junto ao Guaíba.
Chamavam-no Caminho Novo, hoje a Rua Voluntários da Pátria.
Por muito tempo, o Caminho Novo funcionou com um elo.
E comunicava a região central com as chácaras à beira do Guaíba.
E a Várzea do Gravataí.

Em razão disso, ali se construiu a primeira estrada de ferro do RS.
Ela comunicava Porto Alegre e São Leopoldo.
A inauguração da estação ferroviária ocorreu em 1874.
Ela ficava na esquina das ruas Voluntários da Pátria e Conceição.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ Arquitetura Chalé da Praça XV +++

A inauguração ocorreu no fim do século XIX.
E em 1911, substituiu-se o chalé original.
O antigo prédio deu lugar a um de estilo eclético.
Com traços da arquitetura pitoresca.
Em telhados recortados com amplos beirais.
E proteção por lambrequins de madeira.

As estruturas inglesas são de ferro fundido.
E os gradis com motivos florais.
Típicos do estilo art-nouveau.
Os vidros vieram da Argentina.

O chalé ainda mantém o uso original.
Em 1998, o patrimônio cultural de Porto Alegre tombou o prédio.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ A Fonte do Chalé da Praça XV +++

Ainda no século XIX, instalou-se uma fonte.
A estrutura em ferro fundido veio da França.
E ficava junto ao Chalé da Praça XV.
Em 1942, deslocou-se a fonte para a Redenção.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ Mercado Público: O Prédio Original +++

O arquiteto Friedrich Heydtmann projetou o prédio.
A inauguração ocorreu em 1869.
Junto às docas das embarcações que abasteciam Porto Alegre.
Na época, era a maior obra arquitetônica da cidade.

Originalmente, ele tinha apenas um pavimento.
Um prédio térreo plano, com planta em forma de quadrado.
Uma torre em cada vértice uma das quatro esquinas.
E um portão de ferro em cada lado.

Possuía 72 bancas internas e 80 externas.
Para o comércio de todo o tipo de gêneros.
Que chegavam à doca ao do Mercado, na atual Praça Parobé.
Ali, atracavam vários tipos de embarcações à vela.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ Mercado Público: Modificações no Prédio +++

A ampliação do Mercado Público ocorreu em 1912 e 1913.
Com a construção do segundo pavimento.
A ideia era a harmonia com o prédio da Intendência, ao lado.

O prédio sofreu quatro incêndios: 1912, 1973, 1979 e 2013.
E passou por várias intervenções após a construção do segundo piso.
Em 1979, o patrimônio cultural da cidade tombou o prédio.

Em 1997, concluiu-se um amplo processo de recuperação.
Com transformações físicas significativas no prédio.
Isso conferiu a feição atual, com nos espaços de covivência.
Escadas rolantes e cobertura com estrutura metálica e vidros.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ Cais do Porto de Porto Alegre +++

As primeiras obras iniciaram 1850.
A conclusão do conjunto ocorreu, porém, só em 1962.
O pórtico central é patrimônio cultural nacional, desde 1983.
O edifício sede do DEPREC é patrimônio do município, desde 1996.
Assim como os armazéns A1, A2, A3, B, B1, B2 e B3.

O edifício em concreto armado tem características art-déco.
Os armazéns são estruturas metálicas de origem francesa.

A construção da entrada principal ocorreu entre 1919 e 1922.
O portão central deu ao porto sentido de monumentalidade.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ Praça da Alfândega +++

Surgiu com o núcleo inicial da cidade.
Ficava junto ao Lago Guaíba.
Até que se construiu um cais de pedra com ancoradouro.
Isso facilitou o trânsito de pessoas e de mercadorias.
Era o núcleo da parte nobre do velho Centro.
Em torno dela, observava-se a vida social da cidade.
E ali, surgiram imponentes prédios no início do século XX.
Como os Correios e Telégrafos e a Delegacia Fiscal.
E a partir 1954, ali se instalou a Feira do Livro.

Em 2003, foi tombada como patrimônio nacional.
E passou por recente restauração.
Parte do Programa Monumento.
Hoje, PAC das Cidades Históricas.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ Monumentos da Praça da Alfândega +++

+ Monumento do Barão do Rio Branco (A. Adloff, 1916);
+ Monumento ao Marechal Osório (Leão Velloso, 1933);
+ Estátua-chafariz da Samaritana (A. Adloff, 1925-36).

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ O Calçamento da Rua da Praia +++

Ele fica entre as ruas Marechal Floriano e Dr. Flores.
E inicialmente, tinha uma calha central.
Para ela, inclinavam-se as calçadas laterais.
Em 1860, introduziu-se o sistema de pista abaulada.
Com as sarjetas junto ao meio-fio.
E o calçamento com pedras irregulares.

Em 1923, José Montaury modificou a pavimentação.
Ele implantou o granito regular de duas cores.

Em 1989, o município tombou o calçamento.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ Saint-Hilaire e o Anfiteatro +++

Auguste de Saint-Hilaire usou uma curiosa metáfora.
O cronista passou por Porto Alegre em 1820 e disse:
“A cidade se eleva em anfitetro, sobre um dos lados da colina”.

Podemos ver Porto Alegre como um anfiteatro natural.
O palco seria o Lago Guaíba.
E ao fundo, o horizonte. O norte geográfico.
A Rua da Praia seria a primeira fila da plateia.
E a última, a Rua da Igreja, atual Duque de Caxias.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ Rua da Praia no Fim do Século XIX +++

Em 1897, publicou-se a novela “Estrychnina”.
Texto de Souza Lobo, Mário Totta e Pauulino Azurenha.
A novela descrevia a Rua da Praia na virada do século.
Na época, um cenário de novidades.
Uma marca da cidade grande que Porto Alegre queria ser.
Da vida social, em torno da Praça da Alfândega.
E da democrática convivência entre pessoas de distintas classes.

Nesta rua, localizava-se, também, o comércio mais sofisticado.
Joalherias, lojas de tecidos finos, luvas, chapéus, porcelanas.
Assim como as livrarias e as papelarias.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ Rua da Praia e a Cultura Pública +++

A Rua da Praia sempre foi a rua comercial por excelência.
Por décadas, foi passarela social, política e cultural da cidade.
Era estreita a ligação com o jornalismo e a boêmia.
Ali, situava-se o espaço de experiências urbanas.
E de atuação profissional de um grupo de letrados.
Uma região que reunia bares, cafés, restaurantes.
Cinemas, clubes, hotéis e casas comerciais.
Além de repartições públicas, redações de jornais, livrarias.
Onde trabalhavam artistas, escritores, músicos e jornalistas.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ Becos e Ruas da Antiga Porto Alegre +++

Inicialmente, os becos tinham o nome dos moradores.
De peculiaridades do terreno.
Ou das atividades que ali se realizavam:
+ Beco da Ópera (atual Rua Uruguai);
+ Beco do Barbosa (Rua Barros Cassal);
+ Beco do Oitavo (Rua André da Rocha);
+ Beco do Bota Bica (Rua General Portinho);
+ Beco do Poço (Avenida Borges de Medeiros);
+ Beco dos Guaranis (Rua General Vasco Alves);
+ Caminho da Azenha (Avenida João Pessoa);
+ Caminho Novo (Rua Voluntários da Pátria);
+ Rua Clara (Rua João Manoel);
+ Rua da Figueira (Rua Coronel Genuíno);
+ Rua da Ladeira (Rua General Câmara);
+ Rua da Margem do Riacho (Rua João Alfredo);
+ Rua da Olaria (Rua General Lima e Silva);
+ Rua da Passagem (Rua General Salustiano);
+ Rua da Varzinha (Rua Demétrio Ribeiro);
+ Rua de Bragança (Rua Marechal Floriano);
+ Rua do Arvoredo (Rua Fernando Machado).

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ Ruas de Porto Alegre com Mais de Um Nome +++
+ 24 de Outubro: Caminho dos Anjos;
+ 24 de Outubro: Estrada da Aldeia;
+ 24 de Outubro: Estrada dos Moinhos de Vento;
+ Andradas: Rua da Graça ou Rua da Praia;
+ Caldas Jr: Beco do Inácio, Beco do Quebra Costas ou Beco do Fanha;
+ Duque de Caxias: Rua Formosa, Rua da Igreja ou Rua do Hospital;
+ General Bento Martins: Beco do Jogo de Bola;
+ General Bento Martins: Beco dos Nabos a Doze;
+ General Bento Martins: Beco dos Pecados Mortais;
+ General Canabarro: Beco do Pedro Mandinga ou Rua Direita;
+ Independência: Caminho dos Anjos;
+ Independência: Estrada da Aldeia;
+ Independência: Estrada dos Moinhos de Vento;
+ Riachuelo: Rua da Ponte ou Rua do Cotovelo.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ Praça Marechal Deodoro +++

Centro cívico de Porto Alegre, desde os primórdios.
Inicialmente, a área era conhecida como Praça da Igreja.
Em 1865, tornou-se Praça Dom Pedro II.
E com a Proclamação da República recebeu o nome atual.
Embora, popularmente, siga como Praça da Matriz.

No entorno da praça, encontram-se prédios importantes.
As sedes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
Os memoriais do Ministério Público e da Assembleia.
O Solar dos Câmara e o Theatro São Pedro.
A Catedral Metropolitana e o Museu Júlio de Castilhos.

O tombamento como patrimônio nacional veio em 2003.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ As Duas Primeiras Linhas de Bonde +++

A Cia Carris de Ferro iniciou as operações em 1874.
Os bondes funcionavam por tração animal.
E as duas linhas tinham como destino o Menino Deus.

Uma delas saía da Praça da Matriz.
E passava pela Várzea, hoje Parque Farroupilha.
Outra linha saía do Mercado Público.
E passava pela Rua da Margem, atual João Alfredo.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ A Proclamação da República +++

Com a Proclamação da República ocorreram mudanças.
Nos nomes de avenidas, praças e ruas de Porto Alegre.
Seguem exemplos com o antigo nome e o atual:

+ Praça Conde D’Eu, hoje Praça 15 de Novembro;
+ Praça Dom Pedro II, hoje Praça Marechal Deodoro;
+ Rua do Imperador, hoje Rua da República;
+ Rua Dona Isabel, hoje Rua Demétrio Ribeiro;
+ Rua Imperatriz, hoje Rua Venâncio Aires;
+ Rua Imperial, hoje Rua Benjamin Constant.

Também vieram as homenagens aos positivistas:

+ Avenida Assis Brasil;
+ Avenida Borges de Medeiros;
+ Monumento a Júlio de Castilhos;
+ Praça Júlio de Castilhos;
+ Praça Otávio Rocha;
+ Rua Alberto Bins;
+ Rua Júlio de Castilhos;
+ Viaduto Otávio Rocha.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

Leonardo Brocker disse...

+++ O Deslocamento das Elites de Porto Alegre +++

No início da década de 1920, as elites deixam o Centro.
As residências deslocam-se gradualmente.
Deixam as áreas mais altas e sãs da Rua Duque de Caxias.
E seguem em direção à Avenida Independência.
E ao futuro bairro Moinhos de Vento.
Ali, surgiam a Hidráulica e a Praça Júlio de Castilhos.

Fonte: “Viva o Centro a Pé”, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, 2014.

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