quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Farol do Morro do Farol, Torres

O primeiro farol do Morro do Farol, em Torres, foi erguido em 1912. E desde então, orienta a navegação na área. O farol atual é de 1970, possui 18 metros de altura e acende a cada 8 segundos. Este farol pode ser visto a uma distância de oito milhas marítimas ou 12 km.

Farol do Morro do Farol, em Torres
Farol do Morro do Farol, em Torres

Acesso: pela Rua Alferes Ferreira Porto. São uns 600 metros até o topo.

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5 comentários:

Leonardo Brocker disse...

Os portugueses mandaram construir um forte em Torres no século 18.
Para se defender da invasão espanhola.
Posteriormente, uma segunda estrutura militar seria erguida ali.
Por ela, passariam Dom Pedro I, tropas legalistas e heróis farroupilhas.
Mas é provável que chegue a lugar algum.
Se você sair pela cidade perguntando onde estão essas edificações.

Fonte
"O forte e o baluarte de Torres que ruíram e caíram no esquecimento", Zero Hora (22/01/2017)

Leonardo Brocker disse...

Nada sobrou do Forte São Diogo, de 1777.
Nem do Baluarte Ipiranga, erguido em 1820 no mesmo local.
Somente documentos da época evidenciam a existência deles...

Pesquisadores afirmam que as construções ficavam no Morro do Farol.
E ruíram naturalmente com o tempo.

O jornalista Nelson Adams Filho escreveu livros sobre a história de Torres.
E sobre a passagem de Dom Pedro pelo sul do Brasil.
Ele acredita que os fortes existiram na área ao lado da antiga escola cenecista.

Bento Barcelos da Silva é observador meteorológico.
E membro do Centro de Estudos Históricos de Torres e Região.
Ele defende que foi uns 150 metros abaixo, mais ao pé do morro.


Leonardo Gedeon é presidente do Conselho Municipal do Patrimônio Histórico.
E entende que o ideal seria realizar pesquisas arqueológicas no local.
A fim de encontrar balas, objetos e, quem sabe, parte da estrutura.
Isso nunca foi feito, segundo ele.
Há um projeto de lei de preservação dos bens históricos e culturais.
Ele deve ser apresentado pelo Conselho na Câmara de Vereadores nos próximos meses.
E pode contribuir para isso, acredita Gedeon.

Fonte
"O forte e o baluarte de Torres que ruíram e caíram no esquecimento", Zero Hora (22/01/2017)

Leonardo Brocker disse...

Nelson Adams Filho conta que Dom Pedro I esteve no Baluarte.
Em dezembro de 1826, quando seguia para Porto Alegre.

O tenente-coronel Paula Soares registrou em suas memórias.
Que ocorreram 101 tiros de canhão.
E farta recepção gastronômica à base de peixe para saudar o imperador.

Onofre Pires reativou o Baluarte, em 1836, na Guerra dos Farrapos.
O ataque-relâmpago ficou conhecido como "a surpresa de Torres".
Mas Francisco Pinto Bandeira retomou o Baluarte para os legalistas.

Fonte
"O forte e o baluarte de Torres que ruíram e caíram no esquecimento", Zero Hora (22/01/2017)

Leonardo Brocker disse...

+++ Forte São Diogo das Torres +++

— A planta foi encontrada no manuscrito "Mémoires relatifs à l'expedition au Rio Grande", do general João Henrique Böhm.

— Teria sido construído com barro, terra e madeira em 1777.

— Teria três muralhas cercadas por um fosso: acredita-se que tinha 44 metros de lado.

— Guarnecia a "garganta de Torres" contra a invasão dos espanhóis, único lugar por terra em que era possível a passagem, em função do terreno pantanoso e lodoso.

Fonte: "O forte e o baluarte de Torres que ruíram e caíram no esquecimento", Zero Hora (22/01/2017)

Leonardo Brocker disse...

+++ Baluarte Ipiranga +++

— Feito em 1820 com materiais como barro, galhos, tocos e pedra.

— Não há a planta do baluarte (estrutura avançada e reforçada).

- O Centro de Estudos o reproduziu em maquete, a partir de documentos históricos.

- Era chamado de Presídio de Torres, no sentido de fortificação militar avançada.

— Em "História Torres", Nelson Adams Filho transcreve descrição do tenente-coronel Paula Soares:

"Um baluarte de fachinas, revestidas de leivas.
E a barbeta à maneira de cauda de andorinha.
E à prova de calibre 12.
Tirando dele duas grandes cortinas.
Para empregar a infantaria na defesa da praça.
Com seus respectivos fossos.
Uma cortina para a parte do oceano.
Onde tem apoiado seu flanco direito.
E a outra para a parte da lagoa.
Onde se acha também apoiado o flanco esquerdo".

Fonte: "O forte e o baluarte de Torres que ruíram e caíram no esquecimento", Zero Hora (22/01/2017)

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