sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Principais Obras de Jean-Baptiste Lully

"Tragédie-Liryque" (Óperas)
A maioria das óperas foi apresentada para a corte, no Teatro do Palácio Real. Na maior parte delas, o libretista foi Philippe Quinault.
"Cadmus et Hermione" (1673) – esta ópera, a primeira parceria de Lully e Quinault, foi filmada por Martin Fraudreau, em 2008.
"Alceste" (1675)
"Atys” (1676) – esta ópera fez parte do filme francês, de 1994, “William Christie et Les Arts Florissants” ou “La Passion du Baroque”.

Poster do Filme "Le Roi Danse"
Poster do Filme "Le Roi Danse"

Persée” (1682) – esta obra fez parte da trilha sonora do filme "Le Roi Danse", de Gérard Corbiau, lançado em 2000.
Phaeton” (1683) – esta obra fez parte da trilha sonora do filme "Le Roi Danse", de Gérard Corbiau, lançado em 2000.
"Armide" (1686) – esta obra foi usada como parte da trilha sonora do filme “Ária”, de Robert Altman, lançado em 1987.


Comédies-Ballets (Música para Teatro)
O gênero, também conhecido como “intermède”, foi criado em 1661. Em 1664, as intermèdes passaram a aparecer regularmente nas peças de Molière. Ao todo, eram seis: duas no início, duas no fim e uma entre cada um dos três atos. A maioria das peças foi encenada pela primeira vez para a corte real.
Les Fâcheux” (1661)
Les Plaisirs de l'Ile Enchantée” (1664)
L'Amour Médecin” (1667) – fez parte da trilha sonora do filme “Marquise”, de 1997, com Sophie Marceau.

O Filme "Le Roi Danse" é Dedicado a Jean- Baptiste Lully e Ao Rei Francês Luís XIV
O Filme "Le Roi Danse" é Dedicado a Jean-
Baptiste Lully e Ao Rei Francês Luís XIV

"Le Burgeois Gentilhomme" (1670) – a obra fez parte da trilha sonora do filme "Le Roi Danse", de Gérard Corbiau, lançado em 2000. A obra também aparece em "Os Irmãos Grimm", de 2005, com Matt Damon, Heath Ledger, Monica Bellucci. Já em 2009, a obra foi inteiramente filmada por Christian de Chalonge.
Psyché” (1671)
Idylle Sur la Paix” (1685) – esta obra fez parte da trilha sonora do filme "Le Roi Danse", de Gérard Corbiau, lançado em 2000.
"Acis et Galatée" (Pastoral Hëroique) (1686)


Balés de Corte
Os balés de corte de Lully derivam da música instrumental que ele compunha para o rei. Lully compôs aberturas, danças, peças instrumentais descritivas.
"Royal Ballet de la Nuit" (1653) – a obra fez parte da trilha sonora do filme "Le Roi Danse", de Gérard Corbiau, lançado em 2000.
"Ballet du Temps" (1654)
"Ballet des Plaisirs" (1655) – esta obra fez parte da trilha sonora do filme "Le Roi Danse", de Gérard Corbiau, lançado em 2000.

A Maior Parte dos Balés de Lully Foi Composta com Molière e para O Rei Francês Luís XIV
A Maior Parte dos Balés de Lully Foi Composta
com Molière e para O Rei Francês Luís XIV

"L'amour Malade" (1657)
“Royal Ballet d'Alcidiane” (1659) – esta obra fez parte da trilha sonora do filme "Le Roi Danse", de Gérard Corbiau, lançado em 2000.
"Ballet de la Raillerie" (1659)
"Ballet de Xerxés" (1660) – esta obra fez parte da trilha sonora do filme "Le Roi Danse", de Gérard Corbiau, lançado em 2000.


Petit-Motets
Provavelmente, Lully compôs os Petit-Motets para as freiras do convento Assunção.
"Anima Christi"
"Ave Coeli"
"Dixit Dominus"
"Domine Salvum"
"Laudate Pueri"

Cena do Filme Francês "Le Roi Danse"
Cena do Filme Francês "Le Roi Danse"
”O Dulcissime"
"O Sapientia"
"Regina Coeli"
"Salve Regina"


Grands-Motetes
Os grandes motetos eram escritos para a Capela Real. Lully usava os salmos, mas usou, também, textos do poeta neolatino Pierre Perrin.
"Miserere" (1664)
"O Lachrymae" (1664)
"Plaude Laetre Gallia" (1668)
"Te Deum" (1677) - esta obra fez parte da trilha sonora do filme "Le Roi Danse", de Gérard Corbiau, lançado em 2000.
"De Profundis" (1683)
"Dies Irae" (1683)
"Quare Fremurent" (1685)

Os Grandes Motetos Eram as Obras Sacras de Lully Compostas para a Capela Real
Os Grandes Motetos Eram as Obras Sacras
de Lully Compostas para a Capela Real



Veja também...
Biografia de Jean-Baptiste Lully
O Estilo Musical de Lully

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