sexta-feira, 25 de maio de 2012

Palermo, Buenos Aires

Localizado ao norte da Recoleta, Palermo é o maior bairro de Buenos Aires. É também o mais badalado e o que apresenta maior diversidade social. É a parte de Buenos Aires mais ligada a Borges, que viveu no centro histórico de Palermo Viejo. 

Palermo é uma região residencial, principalmente, de classe média. O bairro é repleto de parques, monumentos grandiosos e museus. Dentre eles, alguns dos principais museus da cidade, como o Museu de Arte Decorativa e o Malba

O Belo Palácio Alcorta, em Palermo, Buenos Aires
O Belo Palácio Alcorta, em Palermo

O trecho em que se instalaram as embaixadas, no barrio Parque, também conhecido com Palermo Chico, é visivelmente rico. Mesmo para os padrões da Recoleta. Mas esta área é uma exceção. 

Em Palermo, você encontrará famílias de classe operária vivendo nos fundos de oficinas mecânicas cercadas de lofts de luxo. E apesar dos amplos espaços abertos, Palermo é sobretudo um bairro residencial. Nele predominam os blocos de apartamentos de alta densidade demográfica.

Veja também...
Malba e Palácio Alcorta em Buenos Aires

Monumento Españoles e El Rosedal
Plaza Italia e Jardin Botanico Carlos Thais

19 comentários:

Leonardo Brocker disse...

+++ Palermo: Origem do Nome +++

Não está clara a origem do nome do bairro.
A inspiração pode ser a figura de Juan Domínguez Palermo.
No princípio do século XVII, ele era o dono das terras locais.
Outra origem pode ser um oratório.
Nele, venerava-se a imagem de San Benito de Palermo.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Palermo: História do Bairro +++

Juan Manuel de Rosas foi governador da província de Buenos Aires.
E até 1836, adquiriu grandes porções de campos.
Instalou sua residência nas atuais avenidas Del Libertador e Sarmiento.
Ali, vemos, hoje, o Monumento de los Españoles.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Palermo: Parques do Bairro +++

Em 1875, Palermo viu surgiu o Parque 3 de Febrero.
E, com o tempo, o Jardín Botánico e o Zoológico.
Assim, o bairro ganhou fama e expandiu-se.
Hoje, o extenso bairro divide-se em zonas.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Jardín Botánico Carlos Thays +++

Fica na Avenida Santa Fe, 3951.
É um harmônico mundo verde.
Entre esculturas, fontes e edificações de estilo.
Com um belo jardim de inverno Art Nouveau.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Jardín Botánico Carlos Thays +++

Monumento Histórico Nacional.
Pelo caráter cultural.
E por representar um importante reservatório natural.
De localização plenamente urbana.
O Jardín Botánico reúne diversas espécies vegetais.
Locais e de outras regiões.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Jardín Botánico Carlos Thays +++

O Jardín Botánico Carlos Thays abriu em 07/09/1898.
E possui uma área de cerca de 80 mil m2.
O local não é só uma área de lazer para os moradores.
Mas também uma coleção de plantas vivas.

Conta com um Jardim Romano.
Este revive a ambientação dos parques daquele império.
O Jardim Francês inspira-se nos palácios do século XVIII.
E há uma coleção de espécies de diferentes continentes.
Ao longo de um passeio repleto de esculturas artísticas.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Prédios do Jardín Botánico +++

O edifício central, em estilo francês, data de 1881.
E abriga a mais bela estufa – ao todo, são cinco no jardim.
Em estilo art nouveau, ela reúne valiosas coleções de plantas.

A Biblioteca Botánica conta com mil livros.
E dez mil publicações do mundo inteiro.
Livremente disponíveis aos visitantes.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ MALBA +++

Museu moderno e luminoso.
Com obras dos mais importantes artistas latino-americanos.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Coleções do MALBA +++

Abriga uma das coleções mais importantes do continente.
Com pinturas, esculturas, desenhos, gravuras, colagens, fotografias.
De artistas da América Latina.
Desde o México e o Caribe até a Argentina.

O patrimônio é parte da Coleção de Arte da Fundação Costantini.
Com cerca de 400 obras.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ MALBA: Modernidade e Vanguarda +++

Os grandes movimentos europeus são uma referência mundial.
No século XIX, os artistas latinoamericanos sintonizaram-se a eles.
Essa inclinação seguiu ao longo do século XX.
Podemos ver tendências expressionistas, cubistas e futuristas em:
+ “La Canción Del Pueblo”, de Emilio Pettoruti;
+ “Neocriollo”, de Xul Solar;
+ “Antropofagia”, de Tarsila do Amaral.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ MALBA: Arte e Política +++

Nos anos 30, firmou-se o exercício arte-política.
Sob os conceitos de “realismo social”, “nativismo”.
E de “novo realismo” e “arte crítica”.
Antonio Berni foi a clara referência deste compromisso.
No MALBA, há a obra “Manifestación”, de Berni.
E trabalhos dos mexicanos Diego Rivera e David Alfaro Siqueiros.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ MALBA: Surrealismo +++

Desde a década de 1920.
Os artistas investigaram o mundo do mágico e do fantástico.
Com técnicas de colagem e de fotomontagem.
Um exemplo é “La Decadencia Del Misticismo”.
Obra de 1942, de Roberto Matta.
Também há trabalhos de Maria Martins e Frida Kahlo.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ MALBA: Arte Conceitual e Pop +++

Com o passar do tempo, surgiram novas disciplinas e suportes.
Construções, instalações, objetos e vídeos.
Ambientações, intervenções e performances.
Como na obra “Pruebe de Nuevo” (1963).
De Jorge de La Vega.
Ou nas obras de Fernando Botero e León Ferrari.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

Museo Nacional de Arte Decorativo

Fica no Palacio Errázuriz.
Um imponente exemplo do estilo eclético francês.
Onde se encontram notáveis móveis de época.
Peças orientais, esculturas, tapetes.
E obras de El Greco, Sorolla, Fragonard, Manet.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Rosedal +++

Coleção de rosas no Parque Tres de Febrero.
É o passeio mais romântico de Buenos Aires.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Paseo Del Rosedal +++

Um local especial aos amantes de flores, poesias.
E de paisagens idílicas.
Pode-se passear de barco no lago.
Caminhar sob as pérgolas.
Ou simplesmente sentar e apreciar a vista.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Recoleta e Retiro +++

Comunicam-se pelas avenidas Alvear e Del Libertador.
Os bairros caracterizam-se pelo contexto seleto e refinado.
A opulência de muitas edificações coroa este refinamento.
Vemos isso em igrejas, palácios e torres.
E até em um cemitério – um autêntico museu a céu aberto.

As terras altas despertaram o interesse da alta sociedade portenha.
Durante a epidemia de febre amarela, no século XIX.
O temor da enfermidade levou ao êxodo das famílias mais abastadas.
Estas viviam dispersas de sul a norte, pela metrópole.
Isso explica o perfil da área que compreende, hoje, Recoleta e Retiro.
Que passou a ser conhecida como a pequena Paris.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Palácios Suntuosos de Recoleta e Retiro +++

Muitas residências do Retiro testemunham a riqueza.
Da Belle Époque do final do século XIX.
O mesmo acontece na Recoleta.
Isso confere a característica de exclusividade destes bairros.
Com elegantes ruas e avenidas que alimentam esse glamour.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

++++ Palácios na Recoleta ++++

O Palacio Ortiz Basualdo, desde 1939, abriga a Embaixada da França.
O notável edifício, originalmente, foi uma mansão aristocrática.
Este “hotel particular” pertenceu à família Ortiz Basualdo.

Com projeto de 1912, a construção prolongou-se até 1918.
Em 1925, serviu de residência oficial a um ilustre visitante.
Eduardo de Windsor, Príncipe de Gales, passou uma temporada ali.

Até a primavera de 2014, foi mais de um ano de restauração.
Para o prédio recuperar todo o explendor de suas fachadas.
A entrada principal, os salões de recepção e o mobiliário.

A antiga residência fica a poucos metros de outros palácios.
Como Álzaga Unzué, Casey, Fernández Anchorena e Pareda.
Todos na zona norte da cidade de Buenos Aires.

Para muitos o Palacio Dahau é o expoente máximo de um período.
A residência é o maior representante da Belle Époque portenha.
Um dos últimos exemplos de prédios posteriores ao neoclassicismo.

O Palacio Dahau insere-se no estilo vitoriano tardio.
Com inspiração no castelo de Marais (Ile-de-France).

Palacio Ortiz Basualdo – Calle Cerrito, 1399.
Palacio Dahau – Avenida Alvear, 1661.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

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