sábado, 12 de maio de 2012

Recoleta: Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) e Plaza Francia

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), o principal museu de Buenos Aires, fica localizado na Recoleta. Seu acervo reúne obras europeias, desde a Idade Média, no primeiro piso. No segundo, você encontrará as obras de artistas argentinos. Dessa forma, após conhecermos o Cemitério da Recoleta, a Basílica Nuestra Señora de Pilar e o monumento Floralis Genérica, seguimos até o MNBA, para apreciar suas obras.

"Le Moulin de la Galette", Van Gogh
"Le Moulin de la Galette", Van Gogh
Continuação de...


O Principal Acervo do MNBA é de Obras Europeias

A maior parte dos museus de Buenos Aires tem entrada gratuita nas quartas-feiras. No caso do MNBA, a entrada é sempre livre. Sabendo disso, por volta de 14h15, deixamos o prédio da Faculdade de Direito e partimos em direção ao MNBA. Além do acervo de obras, que pode ser conferido gratuitamente, o MNBA também oferece cursos de arte periodicamente.

Museu Nacional de Belas Artes, Recoleta
Museu Nacional de Belas Artes, Recoleta

Conhecer o MNBA é um dos programas imperdíveis de Buenos Aires! E iniciamos a visita pelo primeiro andar. Ali você encontrará um acervo basicamente de arte europeia. É claro: não há uma ordem estabelecida para se observar as obras. De qualquer forma, começamos pelas mais antigas, progredindo cronologicamente. Eis um resumo das obras do primeiro andar...

"Retrato de Diego Martelli", Edgar Degas
"Retrato de Diego Martelli", Edgar Degas

Pintura e Escultura Europeias – Séculos X a XIV
“Coroação da Virgem”, Giovanni de Milano

Arte Italiana e Flamenca – Séculos XIV a XVI
“Virgem com O Menino e São João Batista”, Giuliano Bugiardi (1475 -1554)

"Virgem com O Menino e São João Batista"
"Virgem com O Menino e São João Batista"

Coleção Alfredo Hirsch e Lisa Gottschalk de Hirsch
“Retrato da Irmã, Lisbethj van Rijn”, Rembrandt van Rijn (1606 - 1669)

"Retrato da Irmã", Rembrandt
"Retrato da Irmã", Rembrandt

Coleção Bayley
“Um Ancião Falando com Mulheres”, Rembrandt van Rijn (1606 - 1669)

"Um Ancião Falando com Mulheres", Rembrandt
"Um Ancião Falando com Mulheres", Rembrandt

Escola Espanhola – Séculos XVI e XVII
“Jesus no Horto dos Olivos”, Domenikos Theotocopoulos (El Greco)

"Jesus no Horto dos Olivos", El Greco
"Jesus no Horto dos Olivos", El Greco

Francisco de Goya e Lucientes (1746 - 1828)
“Cena de Guerra”

"Cena de Guerra", Francisco de Goya e Lucientes
"Cena de Guerra", Francisco de Goya e Lucientes

Pintura e Escultura Francesas – Século XIX
“A Terra e A Lua”, René François Auguste Rodin (1840 - 1917)

Pintura Francesa – Séc XIX (Pré-Impressionismo)
“A Ninfa Surpreendida”, Édouard Manet (1832 - 1883)

"A Ninfa Surpreendida", Manet
"A Ninfa Surpreendida", Manet

Pintura Francesa – Século XIX (Impressionismo e Pós-Impressionismo)
“Mulher do Mar”, Paul Gauguin (1848 - 1903)
“Le Moulin de la Galette”, Vincent van Gogh (1853 – 1890)

“Orillas del Sena”, Claude Monet (1840 - 1926)
“Retrato de Diego Martelli”, Edgar Degas (1834 - 1917)

"Mulher do Mar", Paul Gauguin
"Mulher do Mar", Paul Gauguin

A Coleção Mercedes Santamarina
“Duas Bailarinas, Amarelo e Rosa”, Edgar Degas (1934 - 1917)
“Jovem Mãe na Gruta”, René François Auguste Rodin (1840 - 1917)

"Duas Bailarinas, Amarelo e Rosa", Edgar Degas
"Duas Bailarinas, Amarelo e Rosa", Edgar Degas

Pintura e Escultura Europeias – 1920 a 1930
“Mujer Acostada”, Pablo Picasso (1881 - 1973)

Arte Europeia e Estadunidense – Segunda Metade do Século XX
“Estrela Fugaz”, Jackson Pollock (1912 - 1956)

"Mujer Acostada", Pablo Picasso
"Mujer Acostada", Pablo Picasso

No segundo andar do MNBA, você encontrará as obras pré-colombianas andinas e de arte argentina dos séculos XIX e XX. Alguns destaques das obras argentinas:

Arte Argentina da Primeira Metade do Século XIX
“Retrato de Manuelita Rosas”, Prilidiano Pueyrredón (1823 - 1870)

Pintura e Escultura – Fins do Século XIX
“O Despertar da Criada”, Eduardo Sívori (1847 - 1918)
“Sem Pão e sem Trabalho”, Ernesto de la Cárcova (1866 - 1927)

"Retrato de Manuelita Rosas", Pueyrredón
"Retrato de Manuelita Rosas", Pueyrredón

Arte Argentina – Primeiras Décadas do Século XX
“Fim de Jornada”, Abraham Regino Vigo (1893 - 1957)
“Riachuelo ou Regresso da Pesca”, Benito Quinquela Martín (1890 - 1977)

Arte Argentina – Décadas de 1930 e 1940
“Primeiros Passos”, Antonio Berni (1905 - 1981)
“Figuras”, Lino Enea Spillimbergo (1886 - 1964)
“O Drama”, Raquel Forner (1902 - 1988)

"O Despertar da Criada", Sívori
"O Despertar da Criada", Sívori


O Monumento da Plaza Francia

Após conferirmos as obras argentinas modernas e contemporâneas, deixamos o MNBA. Como passavam das 15h, seguimos a um restaurante. No caminho, passamos pela Plaza Intendente Alvear, popularmente conhecida com Plaza Francia. 

Vista Ampla do Monumento da Plaza Francia, Recoleta
Vista Ampla do Monumento da Plaza Francia

Um grande monumento é o centro das atenções no local. Nele, você verá quatro musas sentadas. Acima delas, uma alegoria, em que uma figura feminina aparece com uma tocha na mão esquerda.

Detalhe do Monumento da Plaza Francia, Recoleta
Detalhe do Monumento da Plaza Francia, Recoleta

O relato segue com...
Conheça o Museu Nacional de Arte Decorativo

40 comentários:

Leonardo Brocker disse...

+++ Museo de Bellas Artes de La Boca +++

Fica no segundo e terceiro andar de uma escola primária.
Ali, encontram-se oito salas com obras de artistas argentinos.
Com destaque para as esculturas que ficam nos terraços.

Fonte: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ Museo de Bellas Artes de La Boca +++

Fica no segundo e terceiro andar de uma escola primária.
Ali, encontram-se oito salas com obras de artistas argentinos.
Com destaque para as esculturas que ficam nos terraços.

Fonte: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ Museo de Bellas Artes Quinquela Martín +++

Conta com a mais ampla coleção de óleos do artista.
Ele retratou como ninguém a vida portuária boquense.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Museo de Bellas Artes Quinquela Martín +++

Conta com a mais ampla coleção de óleos do artista.
Ele retratou como ninguém a vida portuária boquense.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Benito Quinquela Martín +++

Nasceu em 1890 e passou a infância em um orfanato.
Enfim, um casal de imigrantes o adotou.
E Quinquela Martín passou a viver em La Boca.
Trabalhou no cais do porto.
Decidiu dedicar a vida a “sostener” a identidade dessa vida.

O pintor fundou o museu em 1938.
Doou 50 gravuras e 27 óleos.
Cedeu espaço à obra de outros artistas locais.
Bem como a peças de grande originalidade.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Benito Quinquela Martín +++

Nasceu em 1890 e passou a infância em um orfanato.
Enfim, um casal de imigrantes o adotou.
E Quinquela Martín passou a viver em La Boca.
Trabalhou no cais do porto.
Decidiu dedicar a vida a “sostener” a identidade dessa vida.

O pintor fundou o museu em 1938.
Doou 50 gravuras e 27 óleos.
Cedeu espaço à obra de outros artistas locais.
Bem como a peças de grande originalidade.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ “Crepúsculo” e Benito Mussolini +++

“Crepúsculo” é uma das obras mais famosas de Quinquela Martín.
Contam que Benito Mussolini viu a obra, em Roma, em 1929.
E ofereceu ao pintor um cheque em branco.
O próprio Quinquela Martín colocaria, ali, o preço.
Mas o artista se recusou, por razões patrióticas.
E trouxe a obra de volta para Buenos Aires.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ “Crepúsculo” e Benito Mussolini +++

“Crepúsculo” é uma das obras mais famosas de Quinquela Martín.
Contam que Benito Mussolini viu a obra, em Roma, em 1929.
E ofereceu ao pintor um cheque em branco.
O próprio Quinquela Martín colocaria, ali, o preço.
Mas o artista se recusou, por razões patrióticas.
E trouxe a obra de volta para Buenos Aires.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Berni e Sívori: Museo de La Boca +++

No segundo piso do museu, há obras de outros artistas.
São pintores figurativos argentinos dos séculos XIX e XX.
Quinquela buscava criar um amplo panorama.
E colaborar para forjar um sentimento de pertencimento ao país.
A arte para ele era um fator decisivo em tais processos.
Aprecie “La Muerte Del Marino”, de Eduardo Sívori.
E “El Niño y Su Moneda”, de Antonio Berni.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Máscaras de Proa no Museo de La Boca +++

São esculturas de madeira de artesãos anônimos.
As técnicas que usavam eram de transmissão oral.
As máscaras ficavam na parte dianteira dos navios.
No caso, dos que navegavam no Riachuelo.

Quinquela recebeu 32 doações, de 1930 a 1935.
O Museu de Arte Naval dos EUA queria comprar a coleção.
Em 1937, oferece 100 mil pesos argentinos.
Na época, uma fortuna.

Quinquela recusou a tentadora oferta.
As máscaras eram as primeiras mostras de arte do bairro.
Eram esculturas de 1840 em diante.
Destaque para “Angélica Esposa” e “Doña María”.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Terraço do Museu de La Boca +++

Ponto mais alto do Museo de Bellas Artes de La Boca.
Reúne 150 esculturas ao ar livre.
Você pode rodea-las em 180 graus.
E assim apreciar o trabalho tridimensional de grandes artistas.
Destaque a Francisco Cafferata, primeiro escultor argentino.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

Museo Nacional de Arte Decorativo

Fica no Palacio Errázuriz.
Um imponente exemplo do estilo eclético francês.
Onde se encontram notáveis móveis de época.
Peças orientais, esculturas, tapetes.
E obras de El Greco, Sorolla, Fragonard, Manet.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Recoleta e Retiro +++

Comunicam-se pelas avenidas Alvear e Del Libertador.
Os bairros caracterizam-se pelo contexto seleto e refinado.
A opulência de muitas edificações coroa este refinamento.
Vemos isso em igrejas, palácios e torres.
E até em um cemitério – um autêntico museu a céu aberto.

As terras altas despertaram o interesse da alta sociedade portenha.
Durante a epidemia de febre amarela, no século XIX.
O temor da enfermidade levou ao êxodo das famílias mais abastadas.
Estas viviam dispersas de sul a norte, pela metrópole.
Isso explica o perfil da área que compreende, hoje, Recoleta e Retiro.
Que passou a ser conhecida como a pequena Paris.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Basílica Nuestra Señora del Pilar +++

A igreja de fachada branca é a segunda mais antiga da cidade.
Um testemunho da arquitetura colonial em Buenos Aires.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ A Tradição dos Frades Recoletos +++

Os frades recoletos tinham uma tradição.
Eles construíam os conventos longe da agitação urbana.
E a antiga Quinta de Los Ombúes foi o local ideal.
A presença dos religiosos deu ao bairro o atual nome.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ A Construção da Basílica +++

A construção da igreja iniciou em 1715.
E em 1732, inaugurou-se o templo.
Que dois séculos mais tarde se elevaria a basílica.
Em 1994, pintou-se a Basílica Nuestra Señora del Pilar.
De branco, como o templo era em sua origem.
Hoje, a basílica é Monumento Histórico Nacional.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Antiga Vista da Igreja +++

Uma maiólica mostra a imagem da igreja a partir do rio.
Esta maiólica é do final do século XVIII.
E no interior da Basílica Nuestra Señora del Pilar.
Atrás do busto junto ao átrio.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Altares da Basílica +++

No altar principal, há uma peça de ornamentação inca.
Um trabalho em prata.
Há outro altar na chamada Capilla de Las Reliquias.
Este altar foi um presente do rei Carlos III, da Espanha.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Claustros da Igreja +++

Conservam a forma original.
Ali, você pode apreciar obras de arte dos séculos XIV ao XIX.
Bem como as antigas células.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Cementerio de la Recoleta +++

A fachada reúne colunas dóricas na entrada da Rua Junín.
Mas são os muros de tijolos vermelhos que cercam o perímetro.
Dentro deles, uma série de imponentes mausoléus.
Em meio a ermas ruas ou a avenidas ladeadas por árvores.

Esta cidade dos mortos tem mais de 46 mil metros quadrados.
E era uma das meninas dos olhos de Tocuato de Alvear.
O leito derradeiro do prefeito modernizador está bem ali.
Próximo ao pórtico de entrada do Cemitério da Recoleta.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

Leonardo Brocker disse...

+++ Os Ricos e O Cementerio de la Recoleta +++

Quase todos os sepultados eram ricos.
E tão importante quanto à riqueza era o sobrenome.
Entre eles, há presidentes argentinos.
Como Bartolomé Mitre, Domingo F. Sarmiento e Hipólito Yrigoyen.
Militares, como Guilhermo Brown e Julio Argentino Roca.
Além de artistas e figuras literárias:
Adolfo Bioy Casares, Cândido López, José Hernández, Victória Ocampo.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

Leonardo Brocker disse...

+++ O Boxeador e O Cementerio de la Recoleta +++

Luis Angel Firpo (1894-1960), boxeador, tinha origem humilde.
Mas tinha o influente oligarca Félix Bunge como padrinho.
O “touro selvagem dos pampas” quase trucidou Jack Dempsey.
A luta ocorreu no Polo Grounds, em Nova York, em 1923.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

Leonardo Brocker disse...

+++ Cementerio de la Recoleta e Evita Perón +++

Ali, sepultou-se, definitivamente, Evita Perón.
Evita nunca escondeu a hostilidade contra a elite argentina.
E sua simples presença envergonha os oligarcas ali enterrados.

Eva era a filha ilegítima e ressentida do fazendeiro Juan Duarte.
Agora, ela compartilha o jazigo com o pai que a renegou.
Uma simples parca marca o derradeiro local de descanso de Evita.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

Leonardo Brocker disse...

+++ Histórias do Cementerio de la Recoleta +++

O Cemitério da Recoleta destaca-se pelas esculturas.
E pela qualidade arquitetônica.
Também abriga histórias de amor, paixões e traições.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Celebridades no Cementerio de la Recoleta +++

O local converteu-se em monumento histórico.
Dado o valor artístico e a relevância de suas tumbas.
Trata-se de um verdadeiro museu a céu aberto...

Ex-presidentes, heróis nacionais e celebridades descansam ali.
Com destaque à célebre Eva Perón.
Mas outras tumbas despertam singular magnetismo...

Como a de Liliana Crociati.
Ela faleceu aos 26 anos, durante a lua de mel.
A abóboda neogótica reproduz o dormitório da jovem.
Em frente, há uma escultura dela, em bronze.
Com vestido de noiva e acompanhada do mascote.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ História dos Cemitérios de Buenos Aires +++

Na Buenos Aires antiga, não havia cemitérios.
Sepultavam-se os mortos nas igrejas.
Ou fora da cidade.
Mas o aumento da população exigiu novas medidas.
E em 1822, inaugurou-se o Cementerio Del Norte.
Onde ficava o pomar dos frades recoletos.
O intendente Torcuato de Alvear deu à necrópole atmosfera distinta.
Ao realizar uma série de obras e dotar o local com esculturas.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Pórtico do Cementerio de la Recoleta +++

O pórtico serve de acesso principal ao cemitério.
E surgiu quando se ordenou o remodelamento do prédio.
São quatro colunas em estilo grego.
Sobre elas, lê-se “Requiescat in pace” (Descansem em paz).
No lado interno, outra frase.
Esta, atribuída aos mortos:
“Expectamus dominum” (Esperamos o Senhor).

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Inimigos no Cementerio de la Recoleta +++

Domingo F. Sarmiento e Fagundo Quiroga foram grandes rivais.
Hoje, o ex-presidente e o caudilho dividem a mesma morada.
E os túmulos ficam distantes poucos metros um do outro.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Mausoléus do Cementerio de la Recoleta +++

Federico Leloir recebeu o Prêmio Nobel de Química.
Seu mausoléu conta com um coreto.
Que coroa a abóboda e apresenta um Cristo.

Também se destaca o mausoléu de Luís María Campos.
Belas esculturas adornam o sepulcro do tenente coronel.

A mais antiga tumba é também uma das mais singelas.
Ela guarda os restos mortais de Remedios de Escalada.
Esposa do general San Martín.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Faculdade de Direito: Prédio Neoclássico +++

O prédio monumental fica em frente a Plaza Francia.
E começou a ganhar forma em 1946.
Logo chamou a atenção pela fachada neoclássica.
Com catorze imponentes colunas dóricas.
Influência dos templos Greco-romanos.

A decisão estética despertou críticas.
Afinal, o desenho alinhava-se aos regimes totalitários.
Que acabavam de ruir na Europa.

Desde 21/09/1949, o prédio está em funcionamento.
Apesar da conclusão da construção só ocorrer nos ano 1960.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Faculdade de Direito: Esculturas +++

Duas esculturas decoram o imponente hall de ingresso.
Ambas datam de 1953 e representam a Justiça e a Liberdade.
O hall ficou conhecido como Salón de Los Pasos Perdidos.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Floralis Generica: O Espetáculo +++

Uma monumental flor mecânica de 20 metros de altura.
Ao meio-dia, ela aparece em seu apogeu.
E ao entardecer, as cinco pétalas começam a se fechar.
Um belo espetáculo, no amanhecer e no crepúsculo.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Floralis Generica: Informações Técnicas +++

O arquiteto Eduardo Catalano concebeu e doou, em 2002.
A flor de aço inoxidável tem armação de alumínio e concreto.
Pesa 18 toneladas.
Possui 23 metros de altura.
E, aberta, alcança 32 metros de diâmetro.
É a única escultura com movimento na cidade.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Floralis Generica: Funcionamento +++

Imita a abertura e o fechamento de pétalas de uma flor.
Para isso, conta com um sensor.
Este mede a intensidade dos raios do sol.
Ao detectar os primeiros raios, ao amanhecer, as pétalas abrem.
Ao anoitecer, elas se fecham.
A escultura também conta com um sistema para detectar tormentas.
Nesse caso, as pétalas fecham de maneira preventiva.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Museo Nacional de Bellas Artes +++

É o museu de arte mais importante da Argentina.
Com uma coleção de obras que abrange a arte antiga e da Ásia.
Além de arte pré-hispânica e colonial.
Assim como peças do século XII à atualidade.
O museu expõe cerca de mil obras de um acervo de 13 mil.
O mais importante patrimônio artístico público da América Latina.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Museo Nacional de Bellas Artes: História +++

No Natal de 1896, inaugurou-se o museu.
A partir de um decreto presidencial do ano anterior.
O local reúne o maior patrimônio cultural público da Argentina.
Mas as primeiras doações vieram de coleções privadas.
E reunia, a princípio, 163 obras.
A sede ficava onde hoje se encontram as Galerías Pacífico.
Em 1909, mudou-se para um prédio no Retiro.
E passou para o local atual, na Recoleta, em 1933.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Palácios Suntuosos de Recoleta e Retiro +++

Muitas residências do Retiro testemunham a riqueza.
Da Belle Époque do final do século XIX.
O mesmo acontece na Recoleta.
Isso confere a característica de exclusividade destes bairros.
Com elegantes ruas e avenidas que alimentam esse glamour.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

++++ Palácios na Recoleta ++++

O Palacio Ortiz Basualdo, desde 1939, abriga a Embaixada da França.
O notável edifício, originalmente, foi uma mansão aristocrática.
Este “hotel particular” pertenceu à família Ortiz Basualdo.

Com projeto de 1912, a construção prolongou-se até 1918.
Em 1925, serviu de residência oficial a um ilustre visitante.
Eduardo de Windsor, Príncipe de Gales, passou uma temporada ali.

Até a primavera de 2014, foi mais de um ano de restauração.
Para o prédio recuperar todo o explendor de suas fachadas.
A entrada principal, os salões de recepção e o mobiliário.

A antiga residência fica a poucos metros de outros palácios.
Como Álzaga Unzué, Casey, Fernández Anchorena e Pareda.
Todos na zona norte da cidade de Buenos Aires.

Para muitos o Palacio Dahau é o expoente máximo de um período.
A residência é o maior representante da Belle Époque portenha.
Um dos últimos exemplos de prédios posteriores ao neoclassicismo.

O Palacio Dahau insere-se no estilo vitoriano tardio.
Com inspiração no castelo de Marais (Ile-de-France).

Palacio Ortiz Basualdo – Calle Cerrito, 1399.
Palacio Dahau – Avenida Alvear, 1661.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Plaza Intendente Alvear +++

Obra do arquiteto paisagista francês Carlos Thais.
Abriga tradicional feira de artesanato nos fins de semana.
Em frente à praça, a sombra de um frondoso gomero.
E La Biela, um dos cafés de grife da cidade.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

Leonardo Brocker disse...

+++ Plaza Torcuato de Alvear (Plaza Francia) +++

É um bom ponto de partida para um passeio pela Recoleta.
Desfrute de um café em La Biela.
Com vista para a Basílica Nuestra Señora Del Pilar.
Dentro, aprecie as fotos de Adolfo Bioy Casares, escritor.
Para um livro do amigo – e também escritor, Jorge Luis Borges.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

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