sexta-feira, 18 de maio de 2012

Iglesia San Ignácio Loyola e Libreria de Ávila, Buenos Aires

Na manhã do dia 03/02/2010, passeamos pelo bairro de Montserrat. Localizado na região central de Buenos Aires, o bairro inicia a poucos metros da Plaza de Mayo. Foi a partir dessa região que a cidade se desenvolveu. Por isso, não é de se admirar que a igreja e a livraria mais antigas de Buenos Aires fiquem ali localizadas. E foi justamente a partir da Igreja de San Ignacio de Loyola que iniciamos o nosso tour pelo bairro de Montserrat...

Mesa e Livros na Libreria de Ávila, Montserrat, Buenos Aires
Mesa e Livros na Libreria de Ávila, Montserrat


Uma Caminhada até o Bairro de Montserrat

Deixamos o Hotel Rochester Concept por volta das 10h, iniciando a caminhada em direção ao bairro de Montserrat. Nossa ideia era conhecer esta região pela manhã e, à tarde, seguir para Palermo.

Sempre nos guiando pelo mapa do City Tour, chegamos a Montserrat com alguns pontos estabelecidos para conhecermos. É claro: já havíamos lido um pouco sobre o bairro na internet e em livros. Mas é muito mais prático carregar o mapa, já com os pontos mais relevantes listados...

Igreja de San Ignacio de Loyola, Buenos Aires
Igreja de San Ignacio de Loyola, Buenos Aires


A Imponente Igreja de San Ignacio de Loyola

Por volta de 10h40, chegamos ao bairro de Montserrat. Talvez pelas suas dimensões, a primeira construção que nos chamou a atenção foi a Igreja de San Ignacio de Loyola

E isto é particularmente curioso, considerando-se que esta é a primeira igreja de Buenos Aires. Sua construção iniciou, no final do século XVII. Suas duas torres são o maior destaque. A da esquerda, com os sinos. A da direita, com o relógio.


Igreja Fechada, Fachada e Entulhos na Porta

Infelizmente, a Igreja de San Ignacio de Loyola estava fechada quando nós passamos por ali. E se de longe as suas dimensões impressionam, de perto, a quantidade de entulhos, em torno da entrada, assusta! É uma pena, dada a importância histórica da construção. 

A Igreja de San Ignacio de Loyola, junto com o Colégio Nacional formam um complexo conhecido como Manzana de Las Luces. Neste local os jesuítas iniciaram a vida intelectual de Buenos Aires, no século XVII.

Capela da Igreja de San Ignacio de Loyola, Buenos Aires
Capela da Igreja de San Ignacio de Loyola

É claro: o descaso com a igreja não se resume aos entulhos acumulados em sua porta de entrada! Mesmo contemplando a igreja de forma rápida, fica evidente a necessidade de reparos na construção. 

E o momento propício para isto era justamente aquele em visitávamos Buenos Aires. Afinal, em 2010 foram comemorados os 200 anos de Independência da Argentina. E em virtude da data comemorativa, alguns prédios históricos estavam fechados para reforma.


O Colégio Nacional

Apesar de este não ser o caso da Igreja de San Ignacio de Loyola, era o do Colégio Nacional e do Teatro Colón. Aliás: encontrar o Teatro Colón fechado talvez tenha sido a maior decepção de nossa viagem. Já o Colégio Nacional, apesar de não compartilhar do mesmo glamour do Colón, é uma das mais belas construções da região central de Buenos Aires. E provavelmente, seja a mais bela do bairro Montserrat.

Escadaria no Interior da Libreria de Ávila, Buenos Aires
Escadaria no Interior da Libreria de Ávila

Na verdade, nós não sabíamos que o Colégio Nacional estava fechado para visitação. Suas portas, por sinal, até estavam abertas. Como não vimos ninguém por ali, a curiosidade falou mais alto, e entramos no prédio. A bela escadaria logo chama a atenção. Ela conduz a um pátio repleto de colunas clássicas. Encantados, decidimos tirar algumas fotos. Foi então que chegou um funcionário e cortou o nosso barato. Disse o prédio estava fechado para reformas e não poderíamos ficar ali...


Três Estabelecimentos Comerciais Legais no Centro de Buenos Aires

Seguimos, então, para a Libreria de Ávila. A propósito: deixo como dica três estabelecimentos comercias, localizados na região central de Buenos Aires, que merecem uma visita. A Libreria de Ávila e a Farmácia de la Estrella, localizadas no Montserrat. E o Café Tortoni, localizado na Avenida de Mayo. Sobre a Libreria de Ávila, falarei um pouco nesta postagem. Sobre o Tortoni e a farmácia, falarei em postagens futuras.

Libreria de Ávila, Montserrat, Buenos Aires
Libreria de Ávila, Montserrat


A Libreria de Ávila

Inaugurada em 1994, a Libreria de Ávila é até bem nova. Ainda mais se comparada ao Café Tornoni e à Farmácia la Estrella. Mas o ponto onde ela funciona não é tão novo assim... A Libreria de Ávila ocupa o mesmo local onde ficava a Libreria Del Colegio. Esta sim, inaugurada no longínquo ano de 1785, foi a primeira livraria de Buenos Aires. E só por esta razão uma rápida visita à Libreria de Ávila já valeria à pena...

O Curioso "Armário de Moedas" da Libreria de Ávila, Montserrat, Buenos Aires
O Curioso "Armário de Moedas"

A livraria vende livros antigos e atuais. Confesso, porém, ter ficado mais impressionado com o ambiente do que com os livros em si. Livrarias há aos milhares. O que vale à pena reparar na de Ávila são os móveis antigos. A escada com degraus de mármore que leva ao segundo andar. A antiga mesa. O pôster de Gardel. E mais interessante: um “armário” para armazenar moedas! Na parte superior, um sapo de boca aberta. A Libreria de Ávila pode não ter o requinte da El Atheneo. Mas uma passada por ali vale à pena! 

Decoração Antiga da Libreria de Ávila, Buenos Aires
Decoração Antiga da Libreria de Ávila, Buenos Aires

O relato segue com...
Capilla de San Roque e Farmácia de la Estrella, Buenos Aires

32 comentários:

Leonardo Brocker disse...

+++ Avenida de Mayo +++

Primeira avenida de Buenos Aires.
Segue, para muitos, a mais bela e senhorial.
Une a Casa Rosada ao Congresso da Nação.
E por isso, tornou-se uma via cental.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Avenida de Mayo, a Grande Via +++

Nos extremos, dois destaques da vida cívica argentina.
A Casa Rosada e o Congresso da Nação.
Por isso, suas dez quadras são a coluna vertebral da cidade.
Desde a origem da Avenida de Mayo, em 1894.
Ela inicia na Plaza de Mayo.
E acaba na Plaza Del Congreso.
No subsolo funciona a primeira linha de metrô da cidade.
A linha A começou a operar em 1913.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ A Senhorial Avenida de Mayo +++

A inspiração foram os clássicos bulevares parisienses.
Ao longo da avenida, há pontos comerciais tradicionais.
O Café Tortoni, a confeitaria London e o bar Los 36 Billares.
Teatros históricos, como o Avenida.
Hotéis emblemáticos: Astoria, Castelar, Chile e Majestic.
Sem falar nas belas fachadas e cúpulas.
Como o Palácio de Gobierno Porteño.
A Casa de La Cultura, com peça de bronze de 5,5m de altura.
O Palacio Barolo e a Inmobiliaria.
Pode-se ver a cúpula desta da Plaza Del Congreso.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Esculturas da Avenida de Mayo +++

Ficam na esquina com a Avenida 9 de Julio.
Ali, estão as estátuas da Sabedoria e da Virtude.
Uma fonte monumental francesa de 1850.
Há ainda o monumento a Dom Quixote.
A rainha Sofia, da Espanha, inaugurou-o, em 1980.
Em comemoração aos 400 anos de fundação da cidade.
Desde mesmo ponto, observam-se dois monumentos.
No sentido norte, fica o Obelisco.
Ao sul, uma gigante instalação dedicada a Eva Perón.
Sobre a fachada do Ministerio de Salud e Desarrollo Social.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Café Tortoni +++

Café mais emblemático de Buenos Aires.
Ao qual frequentaram glórias da literatura.
Da pintura, da música e do tango.
Como Gardel, Borges e Cortázar.

Há ainda a atmosfera que rodeia o café histórico.
E o Tortoni tem mais de um século e meio de história.
Ali, o ar portenho evoca o tango, a nostalgia.
E, é claro, o aroma do café.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Celebridades no Café Tortoni +++

Touan, imigrante francês, inaugurou-o, em 1858.
E tomou o nome de um reduto parisiense.
Lá, reuniam-se personagens ilustres e ilustrados.

Logo o Café passou às mãos de Celestino Curutchet.
E o Tortoni passou a exercer o magnetismo do par europeu.
Tornou-se um ambiente artístico e intelectual.
Pintores, escritores e músicos eram assíduos.

Dentre os visitantes famosos, podemos citar:
+ Alfonsina Storni;
+ Jorge Luis Borges;
+ Julio Cortázar;
+ Roberto Arlt.

Carlos Gardel foi um frequentador assíduo do Tortoni.
Sentava-se sempre no mesmo local.
Junto a uma janela, à direita do salão.
Ingressava pela entrada da Rua Rivadavia, hoje fechada.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Gente de Artes y Letras +++

O pintor Benito Quinquela Martin liderava o grupo.
E solicitou, em 1926, a bodega no subsolo do Café Tortoni.
A ideia era realizar as reuniões no local.
A resposta do proprietário foi positiva.
“Os artistas gastam pouco. Mas dão fama ao café”.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Apresentações de Tango no Tortoni +++

Nas paredes, do Café Tortoni podem-se ver quadros.
Dedicados a Juan D’Arienzo, Aníbal Troilo, Edmundo Rivero.
As apresentações ocorriam de segunda a sexta-feira.
Com numerosas opções no final de semana.

Em um salão, havia mesas de bilhar.
O antigo salão hoje se chama “Eladia Bláquez”.
Mas as mesas agora ficam no fundo do corpo principal.
Onde também se pode jogar cartas, dados e dominó

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Sabores Típicos no Café Tortoni +++

No Tortoni, podem-se resgatar sabores típicos de Buenos Aires.
De antigos pratos que ficaram na memória dos portenhos.
Um deles é o chocolate quente com churros.
Também se pode degustar a tradicional merengada.
O sorvete de leite que acompanha os portenhos há mais de século.
Para beber, a cidra, uma bebida de festas de fim de ano.
No Café Tortoni, esta é uma das especialidades da casa.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Teatro Colón +++

Sala de ópera de prestígio internacional.
Um dos cinco melhores teatros operísticos do mundo.
Desde 1908, abriga espetáculos de ópera, balé e música erudita.
Durante a visita guiada, você pode conhecer os atributos técnicos.
Assim como o valor do edifício e a rica história do Teatro Colón.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Teatro Colón: História +++

No projeto, trabalharam três arquitetos, de maneira sucessiva.
Francisco Tamburini, Victor Meano e Jules Dormal.
A inauguração 25 de maio de 1908.
Em comemoração à Revolução de Maio de 1810.
Na ocasião, apresentou-se a ópera Aída, de Giuseppe Verdi.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Teatro Colón: Monumento Histórico +++

O Teatro Colón é Monumento Histórico Nacional da Argentina.
Trata-se de um dos teatros líricos mais importantes do mundo.
Isto se deve à excelente acústica da casa.
Além do evidente conceito artístico da construção.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ As Celebridades no Teatro Colón +++

Pelo palco Colón já passaram algumas celebridades:
+ Arturo Toscanini (maestro italiano);
+ Enrico Caruso (tenor italiano);
+ Herbert Von Karajan (maestro austríaco);
+ Igor Stravinsky (compositor e pianista russo);
+ Maia Plissetskaia (bailarina russa);
+ María Callas (soprano grego);
+ Mstislav Rostropovich (maestro russo);
+ Richard Strauss (maestro alemão).

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Teatro Colón: Sala Principal +++

A Sala Principal do Teatro Colón possui forma de ferradura.
E segue ao pé da letra o desenho de teatros clássicos.
Em especial, os italianos e os franceses.
A plateia possui 29,25 metros no menor diâmetro.
E 32,65 metros no maior.
Além de 28 metros de altura.
A planta conta com palcos laterais até o terceiro piso.
E capacidade para 2.478 espectadores.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Teatro Colón: Cúpula +++

Sobre a Sala Principal fica a cúpula de 318 m2.
A princípio, decorada com pinturas de Marcel Jambon.
O artista já pintara obras similares em famosos teatros franceses.
As pinturas de Jambon, porém, deterioraram-se.

Em 1966, inauguraram-se as pinturas de Raúl Soldi.
As 16 telas do argentino aderem-se à cúpula.
E contam com 51 figuras, como músicos e instrumentos.
Além de atores de comédia e drama.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Teatro Colón: Palco +++

O palco do Teatro Colón tem 35,25 metros de largura.
E 34,50 metros de profundidade.
Além de três centímetros de inclinação a cada metro.
A área do palco possui 48 metros de altura.

O local também conta com um disco giratório elétrico.
Este tem 20,30 metros de diâmetro.
E gira em ambos os sentidos.
Isto permite uma rápida troca de cenários.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Teatro Colón: Fosso da Orquestra +++

Compota 120 músicos.
E constitui-se de uma câmara de ressonância.
E curvas especiais para gerar a correta reflexão do som.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Iglesia de San Ignacio – Construção +++

Em 1675, levantou-se uma capela de adobe.
O que restou dela fica no claustro da atual igreja.
Sobre a Rua Bolívar, 225.

Em 1722, inaugurou-se o atual templo.
Um dos prédios mais antigos da cidade.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Iglesia de San Ignacio – Interior +++

O retábulo, de estilo barroco, data de 1750.
Indígenas elaboraram grande parte do mobiliário.
Durante o tempo das missões jesuíticas.

A cor celeste atual alude ao céu.
E corresponde à decoração original.
Combina azul de Prússia com leite de cabra.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Manzana de las Luces +++

Antigo centro de saber.
Cuja cultura nasceu da iniciativa jesuíta.
Reuniu as primeiras instituições culturais.
Educativas e religiosas da cidade de Buenos Aires.

Abriga a antiga e enigmática série de túneis.
Cinco metros abaixo da cidade de Buenos Aires.
Supõe-se que serviram a objetivos políticos.
Em distintas épocas.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Os Jesuítas em Buenos Aires +++

Os jesuítas chegaram para evangelizar, em 1608.
E buscaram estabelecer suas residências e instituições.
Entre elas, uma escola e um templo.
Em 1661, receberam o terreno que seria definitivo.
O mesmo que hoje abriga o complexo cultural histórico.
Que resgata e preserva aquele valioso patrimônio.
O solar recebeu a atual denominação em 1821.
Um periódico batizou como Manzana de Las Luces.
Em alusão às instituições do saber.
Que resplandeciam desde seus salões.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Patio de La Procuraduría +++

Conjunto de edifícios de 1730.
Na esquina das ruas Alsina e Peru.
Ali, funcionou a Procuraduría de Las Misiones.
Esta administrava e capitalizava os benefícios do comércio das reduções.
E aloja os índios das missões jesuítas que vinham a Buenos Aires.
O benefício econômico destinava-se aas comunidades nativas.
E ao Colegio de San Ignacio.
Este ficava junto ao templo.
Onde se encontra, hoje, o Colegio Nacional de Buenos Aires.
No prédio, também funcionavam a farmácia e instituições acadêmicas.
Além, da imprensa que imprimiu o primeiro periódico de Buenos Aires.
Esta impressão ocorreu em 1801.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Os Túneis Subterrâneos +++

Por baixo da Manzana de Las Luces, correm túneis da época colonial.
Em grande parte do subsolo da antiga cidade.
Ficam a quase seis metros de profundidade.
Tinham três usos: defesa, comunicação e comércio.
E uniam igrejas, prédios públicos e o forte.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Salas dos Representantes +++

Recinto de 1821.
Foi palco de relevantes momentos da história Argentina.
Como o juramento do primeiro presidente, Bernardino Rivadavia.
E a ascensão de Juan Manuel de Rosas.
Como governador da província de Buenos Aires.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Plaza de Mayo +++

É a praça mais importante de Buenos Aires.
O nome homenageia a revolução de independência argentina.
Ela ocorreu em maio de 1810.

Na verdade, a cidade surgiu em torno da praça.
Inicialmente, ela se chamava Plaza Mayor.

No centro da praça, fica a Pirâmide de Mayo.
Trata-se de um ponto de encontro de manifestações.
Ali, reúnem-se as Madres de La Plaza de Mayo.

Fonte: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ Plaza de Mayo: História +++

Local onde Juan de Garay fundou definitivamente a cidade, em 1580.
Em 1810, o local da atual praça foi o cenário da Revolução de Maio.
Em torno dela, surgiram os prédios mais relevantes da vida cívica local.
Muitos deles, ainda existem.
Em 1890, ocorreu o primeiro ato de um partido político organizado.
La Unión Cívica.
A praça nunca mais deixou de ser epicentro das celebrações.
E também dos dissabores da sociedade portenha.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Plaza de Mayo: Manifestações +++

É a caixa de ressonância das grandes manifestações populares.
Desde a história e a política.
Até o festejo de Maradona com a Copa do Mundo.
Desde 1977, é o ponto de encontro das Madres de La Plaza de Mayo.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Pirâmide de Mayo e Prédios Históricos +++

A Pirâmide de Maio data de 1811.
E comemorou o primeiro ano da Revolução de Maio.
Ainda no século XIX, remodelou-se o monumento.

Ao redor da praça, vemos alguns prédios históricos.
Como a Casa Rosada, a Catedral, o Cabildo e a Legislatura.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Plaza de Mayo: General Belgrano +++

Em frente à Casa Rosada, há um monumento equestre.
Ele homenageia o General Manuel Belgrano.
Belgrano nasceu e morreu no bairro.
E é uma das maiores referências da história argentina.
Ele criou a Bandeira Nacional, emblema que ostenta na estátua.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Palermo: Origem do Nome +++

Não está clara a origem do nome do bairro.
A inspiração pode ser a figura de Juan Domínguez Palermo.
No princípio do século XVII, ele era o dono das terras locais.
Outra origem pode ser um oratório.
Nele, venerava-se a imagem de San Benito de Palermo.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Palermo: História do Bairro +++

Juan Manuel de Rosas foi governador da província de Buenos Aires.
E até 1836, adquiriu grandes porções de campos.
Instalou sua residência nas atuais avenidas Del Libertador e Sarmiento.
Ali, vemos, hoje, o Monumento de los Españoles.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Palermo: Parques do Bairro +++

Em 1875, Palermo viu surgiu o Parque 3 de Febrero.
E, com o tempo, o Jardín Botánico e o Zoológico.
Assim, o bairro ganhou fama e expandiu-se.
Hoje, o extenso bairro divide-se em zonas.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

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