domingo, 13 de maio de 2012

Recoleta: Conheça o Acervo de Obras de Arte do Museo Nacional de Arte Decorativo

Após conferirmos as obras europeias e argentinas expostas no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), procuramos um lugar para almoçar. No caminho, passamos pela Plaza Intendente Alvear, a Plaza Francia

"Jesus Carregando a Cruz", El Greco
"Jesus Carregando a Cruz", El Greco

Almoçamos em um restaurante em frente ao Cemitério da Recoleta e seguimos para o Museu Nacional de Arte Decorativo (MNAD), uma grata surpresa. O museu fica em um palácio da belle époque argentina. Ali você irá conferir uma urna funerária do século II, obras do renascimento. Além, é claro, da estonteante decoração do próprio Palácio Errázuriz.

"A Noite" (escultura), no Museo Nacional de Arte Decorativo
"A Noite" (escultura)
Continuação de...


Antiguidades no Restaurante em Frente ao Cemitério da Recoleta

Deixamos o MNBA por volta das 15h. Nossa ideia era, em primeiro lugar, almoçar. Então, seguiríamos para o MNAD. Cansado das caminhadas, meu pai pegou um táxi (remisse), na saída do MNBA. 

Coleção de Telefones Antigos do Restaurante da Recoleta
Coleção de Telefones Antigos do Restaurante

Minha mãe, minha irmã e eu retornamos à região do Cemitério da Recoleta. Ali há inúmeras opções de restaurantes. Almoços em um próximo à entrada principal do cemitério. Pena eu não ter registrado o nome! Isso que a comida estava excelente!

Vitrola, no Restaurante em Frente ao Cemitério da Recoleta
Vitrola, no Restaurante em Frente
 ao Cemitério da Recoleta

Minha mãe e minha irmã dividiram uma massa. Eu pedi um frango acompanhado de legumes e aquecido no vapor. O prato veio envolto em papel laminado, o que ajudava a conservá-lo aquecido. A porção veio bem servida e era apenas comida leve, quase sem gordura. Uma ótima escolha! 

Bela e Antiga Caixa Registradora no Restaurante em Frente ao Cemitério da Recoleta
Bela e Antiga Caixa Registradora

Algo que chama a atenção no local é a sua decoração com objetos antigos. Ali você verá uma bela coleção de telefones antigos, uma vitrola, uma máquina registradora..

Telefone Antigo, no Restaurante em Frente ao Cemitério da Recoleta
Telefone Antigo, no Restaurante


O Museo Nacional de Arte Decorativo

Após o almoço, seguimos para o MNAD. Localizado no Palácio Errázuriz, só pela oportunidade de conhecer a mansão, uma visita ao local já valeria à pena! Ao passar pelo portão, você verá, na parte externa, o pátio de honra e a Fonte das Tartarugas. 

Portão de Entrada do Museo Nacional de Arte Decorativo, Recoleta, Buenos Aires
Portão de Entrada do MNAD, Recoleta, Buenos Aires

Atrás da casa, há um jardim e outra fonte. Internamente, o palácio possui três níveis. No subsolo, um vestíbulo e três salas. Na planta principal, um vestíbulo, a antecâmara, escritório, grande hall e os salões. No primeiro piso, os aposentos pessoais.

Como falarei mais sobre o palácio em uma postagem específica, relato aqui um pouco sobre as obras presentes no MNAD. E essas obras, distribuem-se ao longo dos aposentos do palácio. 

Escultura no Pátio de Honra do Museo Nacional de Arte Decorativo, Recoleta, Buenos Aires
Escultura no Pátio de Honra do MNAD

No vestíbulo da planta principal, destacam-se duas esculturas: “Bacante com o Menino Fauno” (séc. XIX) e “Hamadryade – Ninfa do Bosque” (séc. XVIII). Como nos demais aposentos o número de obras é maior, registrarei apenas algumas delas...


Planta Principal – Antecâmara
“Josefina de Alvear de Errázuriz” (retrato), Joaquín Sorolla y Bastida (1863-1923)
“A Noite” (escultura), Joseph Michel-Ange Pollet (1814-1870)
"Josefina de Alvear de Errázuriz", no Museo Nacional de Arte Decorativo, Recoleta, Buenos Aires
"Josefina de Alvear de Errázuriz"


Planta Principal – Escritório
“Caixa de Espelhos Kagamibako”, época Tokugawa (1615-1867)
“Vista do Castelo Sant’ Angelo”, Jean Baptiste Camille Corot (1796-1875)
“Retrato de Matías Errázuriz Ortúzar” (escultura), Paul Troubetzkoy (1866-1938)
“Retrato do Abade Hurel”, Edouard Manet (1832-1883)

"Retrato de Matías Errázuriz Ortúzar", no Museo Nacional de Arte Decorativo, Recoleta, Buenos Aires
"Retrato de Matías Errázuriz Ortúzar"

Planta Principal – Grande Hall
“Jesus Carregando a Cruz”, Domenico Theotokopuli (El Greco) (1541-1614)
“O Combate de Tesino” (tapeçaria), ateliê de Cornelius Mattens, Flandres, século XVI
“Mesa Expansível”, época de Isabel I (1553-1603)
“Arca” – Japão, séculos XVI-XVII.

"Retrato do Abade Hurel", Manet, no Museo Nacional de Arte Decorativo, Recoleta, Buenos Aires
"Retrato do Abade Hurel", Manet

Planta Principal – Sala de Jantar
“Tibor com Tampa” – China, período Yung Cheng (1722-1736)
“Biombo de Coromandel” – China, período Kang-Hi (1662-1722)

Planta Principal – Jardim de Inverno
“Minerva” (escultura) – Roma, fim do século I D.C.

"Minerva", Século I DC, no Museo Nacional de Arte Decorativo, Recoleta, Buenos Aires
"Minerva", Século I DC

Planta Principal – Salão de Baile
Cômoda – laca e ouro, bronze e mármore verde Campan. Pierre Langlois (1738-1781)

Planta Principal – Salão de Madame
“O Sacrifício da Rosa”, Jean Honoré Fragonard (1732-1808)
“A Eterna Primavera”, Auguste Rodin (1840-1917)

"A Eterna Primavera", Auguste Rodin, no Museo Nacional de Arte Decorativo, Recoleta, Buenos Aires
"A Eterna Primavera", Auguste Rodin

Primeiro Piso – Galeria dos Tapetes
“A Adoração dos Reis Magos e Os Pastores”, Critoforo Mantegazza, Itália, fim do século XV.
“Cenas da Vida de Cristo” – França, último quarto do século XV.

Primeiro Piso – Coleção de Miniaturas
“Tatiana Zubov”, Marie Thérèse Geraldy
“Retrato de Uma Família com Vista de Rhenen”, Jacob Gerritsz Cuyp (1594-1652) e Albert Cuyp (1620-1691)

Primeiro Piso – Antecâmara e Dormitório Império
Cama em Forma de Gôndola – França, Primeiro Império (1804-1815)

A Adoração dos Reis Magos e Os Pastores, no Museo Nacional de Arte Decorativo, Recoleta, Buenos Aires
A Adoração dos Reis Magos e Os Pastores


Dicas sobre o MNAD

A primeira vez que havia lido sobre o Museu Nacional de Arte Decorativo, pensei que se tratasse um museu voltando unicamente para a decoração. Ao ler um pouco mais, percebi o enorme acervo artístico que o local reúne. Chegamos ao MNAD pouco antes de iniciar a visita guiada. Quem tiver oportunidade de fazê-la, vale à pena.

Outra dica é comprar os livros sobre o museu na pequena loja dentro do próprio MNAD. Ao menos o “Guía Del Museo”, você deve comprar. Assim, você terá a possibilidade de saber um pouco mais sobre o Palácio Errázuriz, além das obras de arte que você viu e não pode fotografar.

"Tatiana Zubov", no Museo Nacional de Arte Decorativo, Recoleta, Buenos Aires
"Tatiana Zubov"

A última dica é visitar também o Museu daCidade, no bairro Montserrat, próximo a Plaza de Mayo. É bem interessante comparar o MNAD, um palácio do auge da belle époque argentina com a mobília antiga de uma típica residência de classe média. Você verá um forte contraste ao compará-los. Vale à pena fazer as duas visitas...

23 comentários:

Leonardo Brocker disse...

+++ Plaza de Mayo +++

É a praça mais importante de Buenos Aires.
O nome homenageia a revolução de independência argentina.
Ela ocorreu em maio de 1810.

Na verdade, a cidade surgiu em torno da praça.
Inicialmente, ela se chamava Plaza Mayor.

No centro da praça, fica a Pirâmide de Mayo.
Trata-se de um ponto de encontro de manifestações.
Ali, reúnem-se as Madres de La Plaza de Mayo.

Fonte: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ Plaza de Mayo: História +++

Local onde Juan de Garay fundou definitivamente a cidade, em 1580.
Em 1810, o local da atual praça foi o cenário da Revolução de Maio.
Em torno dela, surgiram os prédios mais relevantes da vida cívica local.
Muitos deles, ainda existem.
Em 1890, ocorreu o primeiro ato de um partido político organizado.
La Unión Cívica.
A praça nunca mais deixou de ser epicentro das celebrações.
E também dos dissabores da sociedade portenha.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Plaza de Mayo: Manifestações +++

É a caixa de ressonância das grandes manifestações populares.
Desde a história e a política.
Até o festejo de Maradona com a Copa do Mundo.
Desde 1977, é o ponto de encontro das Madres de La Plaza de Mayo.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Pirâmide de Mayo e Prédios Históricos +++

A Pirâmide de Maio data de 1811.
E comemorou o primeiro ano da Revolução de Maio.
Ainda no século XIX, remodelou-se o monumento.

Ao redor da praça, vemos alguns prédios históricos.
Como a Casa Rosada, a Catedral, o Cabildo e a Legislatura.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Plaza de Mayo: General Belgrano +++

Em frente à Casa Rosada, há um monumento equestre.
Ele homenageia o General Manuel Belgrano.
Belgrano nasceu e morreu no bairro.
E é uma das maiores referências da história argentina.
Ele criou a Bandeira Nacional, emblema que ostenta na estátua.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

Museo Nacional de Arte Decorativo

Fica no Palacio Errázuriz.
Um imponente exemplo do estilo eclético francês.
Onde se encontram notáveis móveis de época.
Peças orientais, esculturas, tapetes.
E obras de El Greco, Sorolla, Fragonard, Manet.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Recoleta e Retiro +++

Comunicam-se pelas avenidas Alvear e Del Libertador.
Os bairros caracterizam-se pelo contexto seleto e refinado.
A opulência de muitas edificações coroa este refinamento.
Vemos isso em igrejas, palácios e torres.
E até em um cemitério – um autêntico museu a céu aberto.

As terras altas despertaram o interesse da alta sociedade portenha.
Durante a epidemia de febre amarela, no século XIX.
O temor da enfermidade levou ao êxodo das famílias mais abastadas.
Estas viviam dispersas de sul a norte, pela metrópole.
Isso explica o perfil da área que compreende, hoje, Recoleta e Retiro.
Que passou a ser conhecida como a pequena Paris.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Cementerio de la Recoleta +++

A fachada reúne colunas dóricas na entrada da Rua Junín.
Mas são os muros de tijolos vermelhos que cercam o perímetro.
Dentro deles, uma série de imponentes mausoléus.
Em meio a ermas ruas ou a avenidas ladeadas por árvores.

Esta cidade dos mortos tem mais de 46 mil metros quadrados.
E era uma das meninas dos olhos de Tocuato de Alvear.
O leito derradeiro do prefeito modernizador está bem ali.
Próximo ao pórtico de entrada do Cemitério da Recoleta.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

Leonardo Brocker disse...

+++ Os Ricos e O Cementerio de la Recoleta +++

Quase todos os sepultados eram ricos.
E tão importante quanto à riqueza era o sobrenome.
Entre eles, há presidentes argentinos.
Como Bartolomé Mitre, Domingo F. Sarmiento e Hipólito Yrigoyen.
Militares, como Guilhermo Brown e Julio Argentino Roca.
Além de artistas e figuras literárias:
Adolfo Bioy Casares, Cândido López, José Hernández, Victória Ocampo.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

Leonardo Brocker disse...

+++ O Boxeador e O Cementerio de la Recoleta +++

Luis Angel Firpo (1894-1960), boxeador, tinha origem humilde.
Mas tinha o influente oligarca Félix Bunge como padrinho.
O “touro selvagem dos pampas” quase trucidou Jack Dempsey.
A luta ocorreu no Polo Grounds, em Nova York, em 1923.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

Leonardo Brocker disse...

+++ Cementerio de la Recoleta e Evita Perón +++

Ali, sepultou-se, definitivamente, Evita Perón.
Evita nunca escondeu a hostilidade contra a elite argentina.
E sua simples presença envergonha os oligarcas ali enterrados.

Eva era a filha ilegítima e ressentida do fazendeiro Juan Duarte.
Agora, ela compartilha o jazigo com o pai que a renegou.
Uma simples parca marca o derradeiro local de descanso de Evita.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

Leonardo Brocker disse...

+++ Histórias do Cementerio de la Recoleta +++

O Cemitério da Recoleta destaca-se pelas esculturas.
E pela qualidade arquitetônica.
Também abriga histórias de amor, paixões e traições.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Celebridades no Cementerio de la Recoleta +++

O local converteu-se em monumento histórico.
Dado o valor artístico e a relevância de suas tumbas.
Trata-se de um verdadeiro museu a céu aberto...

Ex-presidentes, heróis nacionais e celebridades descansam ali.
Com destaque à célebre Eva Perón.
Mas outras tumbas despertam singular magnetismo...

Como a de Liliana Crociati.
Ela faleceu aos 26 anos, durante a lua de mel.
A abóboda neogótica reproduz o dormitório da jovem.
Em frente, há uma escultura dela, em bronze.
Com vestido de noiva e acompanhada do mascote.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ História dos Cemitérios de Buenos Aires +++

Na Buenos Aires antiga, não havia cemitérios.
Sepultavam-se os mortos nas igrejas.
Ou fora da cidade.
Mas o aumento da população exigiu novas medidas.
E em 1822, inaugurou-se o Cementerio Del Norte.
Onde ficava o pomar dos frades recoletos.
O intendente Torcuato de Alvear deu à necrópole atmosfera distinta.
Ao realizar uma série de obras e dotar o local com esculturas.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Pórtico do Cementerio de la Recoleta +++

O pórtico serve de acesso principal ao cemitério.
E surgiu quando se ordenou o remodelamento do prédio.
São quatro colunas em estilo grego.
Sobre elas, lê-se “Requiescat in pace” (Descansem em paz).
No lado interno, outra frase.
Esta, atribuída aos mortos:
“Expectamus dominum” (Esperamos o Senhor).

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Inimigos no Cementerio de la Recoleta +++

Domingo F. Sarmiento e Fagundo Quiroga foram grandes rivais.
Hoje, o ex-presidente e o caudilho dividem a mesma morada.
E os túmulos ficam distantes poucos metros um do outro.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Mausoléus do Cementerio de la Recoleta +++

Federico Leloir recebeu o Prêmio Nobel de Química.
Seu mausoléu conta com um coreto.
Que coroa a abóboda e apresenta um Cristo.

Também se destaca o mausoléu de Luís María Campos.
Belas esculturas adornam o sepulcro do tenente coronel.

A mais antiga tumba é também uma das mais singelas.
Ela guarda os restos mortais de Remedios de Escalada.
Esposa do general San Martín.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Museo Nacional de Bellas Artes +++

É o museu de arte mais importante da Argentina.
Com uma coleção de obras que abrange a arte antiga e da Ásia.
Além de arte pré-hispânica e colonial.
Assim como peças do século XII à atualidade.
O museu expõe cerca de mil obras de um acervo de 13 mil.
O mais importante patrimônio artístico público da América Latina.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Museo Nacional de Bellas Artes: História +++

No Natal de 1896, inaugurou-se o museu.
A partir de um decreto presidencial do ano anterior.
O local reúne o maior patrimônio cultural público da Argentina.
Mas as primeiras doações vieram de coleções privadas.
E reunia, a princípio, 163 obras.
A sede ficava onde hoje se encontram as Galerías Pacífico.
Em 1909, mudou-se para um prédio no Retiro.
E passou para o local atual, na Recoleta, em 1933.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Palácios Suntuosos de Recoleta e Retiro +++

Muitas residências do Retiro testemunham a riqueza.
Da Belle Époque do final do século XIX.
O mesmo acontece na Recoleta.
Isso confere a característica de exclusividade destes bairros.
Com elegantes ruas e avenidas que alimentam esse glamour.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

++++ Palácios na Recoleta ++++

O Palacio Ortiz Basualdo, desde 1939, abriga a Embaixada da França.
O notável edifício, originalmente, foi uma mansão aristocrática.
Este “hotel particular” pertenceu à família Ortiz Basualdo.

Com projeto de 1912, a construção prolongou-se até 1918.
Em 1925, serviu de residência oficial a um ilustre visitante.
Eduardo de Windsor, Príncipe de Gales, passou uma temporada ali.

Até a primavera de 2014, foi mais de um ano de restauração.
Para o prédio recuperar todo o explendor de suas fachadas.
A entrada principal, os salões de recepção e o mobiliário.

A antiga residência fica a poucos metros de outros palácios.
Como Álzaga Unzué, Casey, Fernández Anchorena e Pareda.
Todos na zona norte da cidade de Buenos Aires.

Para muitos o Palacio Dahau é o expoente máximo de um período.
A residência é o maior representante da Belle Époque portenha.
Um dos últimos exemplos de prédios posteriores ao neoclassicismo.

O Palacio Dahau insere-se no estilo vitoriano tardio.
Com inspiração no castelo de Marais (Ile-de-France).

Palacio Ortiz Basualdo – Calle Cerrito, 1399.
Palacio Dahau – Avenida Alvear, 1661.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Plaza Intendente Alvear +++

Obra do arquiteto paisagista francês Carlos Thais.
Abriga tradicional feira de artesanato nos fins de semana.
Em frente à praça, a sombra de um frondoso gomero.
E La Biela, um dos cafés de grife da cidade.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

Leonardo Brocker disse...

+++ Plaza Torcuato de Alvear (Plaza Francia) +++

É um bom ponto de partida para um passeio pela Recoleta.
Desfrute de um café em La Biela.
Com vista para a Basílica Nuestra Señora Del Pilar.
Dentro, aprecie as fotos de Adolfo Bioy Casares, escritor.
Para um livro do amigo – e também escritor, Jorge Luis Borges.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

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