quarta-feira, 25 de abril de 2012

Museu Benito Quinquela Martín, La Bombonera e Caminito, em La Boca, Buenos Aires

Após conferirmos os painéis do Louvre, à beira do canal, seguimos para outro museu, o Benito Quinquela Martín, localizado bem frente. Depois, iniciamos uma caminhada pelo bairro La Boca. Primeiro, até o estádio La Bombonera. A seguir, retornamos para a muvuca do Caminito...


Continuação de...
O Louvre à Beira do Canal, em La Boca, Buenos Aires

Muvuca no Caminito, em La Boca
Muvuca no Caminito, em La Boca

Quinquela Martín e A Revitalização de La Boca

Benito Quinquela Martín foi o principal artista plástico do bairro. Com cores vivas e jogos de sombra, em claro e escuro, retratou a Boca como ninguém. Morador local, Quinquela Martín idealizou o processo de revitalização transformando o decadente cortiço em um museu a céu aberto. 

Cais do Porto no Bairro de La Boca, Buenos Aires
Cais do Porto no Bairro de La Boca, Buenos Aires

Embarcações aos Olhos de Quinquela Martín
Embarcações aos Olhos de Quinquela Martín

Ou seja, o artista foi o idealizador do Caminito. Este, com suas características cores vivas, acabou por se tornar – para o bem e para o mal – o cartão-postal do bairro La Boca... Na verdade, o Caminito acabou-se tornando um cartão-postal da própria cidade de Buenos Aires

Caminito: Idealizado por Benito Quinquela Martín
Caminito: Idealizado por Benito Quinquela Martín 



Museu Benito Quinquela Martín

O Museu Benito Quinquela Martín fica em um antigo prédio de dois pisos. Seu acervo fica claramente dividido: os quadros pintados por Quinquela Martín ficam no ambiente interno. E na parte externa (terraço, escadas, parapeitos), ficam esculturas de artistas diversos. E de materiais diversos...

José Chaya - Imagem e Semejanza, no Museu Benito Quinquela Martín, La Boca, Buenos Aires
José Chaya - Imagem e Semejanza

A Mulher Ajoelhada, no Museu Benito Quinquela Martín, La Boca, Buenos Aires
A Mulher Ajoelhada

Os quadros pintados por Quinquela Martín são bem característicos! As cenas do porto são retratadas, em geral, à noite ou na penumbra. Ali, aparecem navios naufragando, outros pegando fogo ou explodindo. Há predomínio das cores preto e laranja, jogando também com tons amarelos e vermelhos. Já as cenas das ruas são diurnas e carregadas de cores vivas...

Benito Quinquela Martín: Navio Pegando Fogo, no Museu Benito Quinquela Martín, La Boca, Buenos Aires
Benito Quinquela Martín: Navio Pegando Fogo

Na área externa, você verá algumas esculturas sacras e outras profanas. Os materiais usados são os mais diversos: madeira, argila, gesso, pedra, bronze. Algumas delas chamam mais a tenção, como a cabeça de índio e a alegoria “O Criador”. Dali do terraço também é possível apreciar o bairro La Boca por um outro prisma. É possível ver o porto, o Caminito, a Bombonera...

A Cabeça de Índio, no Museu Benito Quinquela Martín, La Boca, Buenos Aires
A Cabeça de Índio

Hector Rocha - O Criador, no Museu Benito Quinquela Martín, La Boca, Buenos Aires
Hector Rocha - O Criador


La Bombonera: O Estádio do Boca Juniors

La Bombonera, o estádio do Boca Juniors, foi a nossa próxima parada. Passamos rapidamente por ali, circulando na área livre. Não julgamos valer à pena pagar para conhecer o museu do Boca Juniors, time que projetou Maradona para o mundo. Mas para os aficionados por futebol, o local parece ser um paraíso...

La Bombonera: O Estádio do Boca Juniors, La Boca, Buenos Aires
La Bombonera: O Estádio do Boca Juniors


Caminito: O Cartão Postal ou Muvuca?

Da Bombonera, retornamos para o Caminito, o cartão postal do bairro La Boca! Meus pais e minha irmã resolveram dar uma conferida nas lojas de artesanato. Como detesto essa muvuca, comprei uma água, parei à sombra e revisei minhas anotações. Menos de uma hora depois, reencontramo-nos e seguimos para San Telmo, de táxi.

Caminito, em La Boca, Buenos Aires: Cartão Postal ou Muvuca?
Caminito: Cartão Postal ou Muvuca?


O relato segue com...
Feira de Antiguidades, Casa Mínima e Monumento Canto Al Trabajo, em San Telmo, Buenos Aires

32 comentários:

Leonardo Brocker disse...

+++ Caminito +++

Juan de Dios Filberto compôs o melancólico tango “Caminito”.
O Caminito era um sinuoso ramal da ferrovia.
O pintor Quinquela Martín transformou em atração turística.
E converteu o antigo matagal em calçadão.
Agora, aos domingos, ônibus despejam visitantes no local.
Estes vêm fotografar os cortiços de metal com cores berrantes.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

Leonardo Brocker disse...

+++ Calle Caminito +++

Animada travessa do bairro La Boca, em Buenos Aires.
Com exposições de arte, dançarinos de tango e lojinhas.
Além das casas multicoloridas com chapas de zinco e madeira.
Estas construções caracterizam o bairro.

Fonte: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ Caminito +++

Del Valle Inelucea y Magallanes
Camine al borde del Riachuello por este colorido paseo.
Refugio de artistas y tangeros.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Caminito +++

Es um colorido y original recorrido de 150 metros.
A pocos metros de Caminito puede visitarse:
+ Museo Histórico Nacional de Cera;
+ Teatro de La Ribera;
+ Fundación Pro y el
+ Museo de Bellas Artes de La Boca Benito Quinquela Martín.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ A Origem do Caminito +++

“Caminito que entonces estabas bordeado de trébol y juncos en flor”.
Assim diz a letra do tango Caminito, na voz de Calor Gardel.
Em referência ao antigo passeio de 150 metros de extensão.
Hoje, o local é um autêntico museu a céu aberto.
O Caminito destaca o bairro La Boca.
Pois reflete boa parte de sua identidade.
Que a pujança do povo imigrante forjou.
E, do nada, imaginou um novo lugar.
A esperança que se sustenta com chapas, madeiras e pinturas coloridas.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Caminito – Cores Vivas +++

No princípio do século XX, um arroio fluía no local.
Hoje, é um dos passeios mais emblemáticos da cidade.
As frentes de chapas pintadas com cores distintas.
Recriam o costume dos primeiros imigrantes.
Eles pintavam as casas com a tinta remanescente dos barcos.
Já o piso era em estilo “Puntin”.
Um diminutivo genovês.
Ele se referia à antiga ponte que cruzava o arroio.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Caminito – Homenagem ao Tango +++

Durante muito tempo, por ali passou a linha férrea.
Quando se extinguiu o ramal, o local virou um beco abandonado.
Em meados do século passado, recuperou-se a passagem.
Ela passou a ser uma espécie de rua-museu.
E em 1959, recebeu o nome do célebre tango.
Juan de Dios Filiberto e Gabino Coria Peñazola compuseram.
Mas foi Carlos Gardel eternizou o tango “Caminito”.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Caminito – Lugar de Artistas +++

Curiosamente, não há portas que abrem para o Caminito.
Apenas janelas e sacadas.

Doações de diversos artistas transformaram o local em museu.
O impulso inicial foi de Benito Quinquela Martín.
Célebre pintor e morador boquense apaixonado.

Hoje, artistas plásticos expõem obras no Caminito.
A feira funciona diariamente:
+ no inverno, das 11h às 18h;
+ no verão, das 11h às 20h.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ La Bombonera +++

Em dias de jogo, milhares de torcedores enchem o bairro.
E extravasam a emoção pelo clube.
Ali, surgiu Diego Armando Maradona.
Um dos melhores jogadores da história do futebol.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

Leonardo Brocker disse...

+++ La Bombonera +++

Estádio do Boca Juniors, time mais popular do país.
Fica entre as ruas Brandsen e Del Valle Iberlucea.
E tem capacidade para 57 mil torcedores.
A aparência externa, porém, é meio decadente.

Fonte: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ Estádio do Boca Juniors +++

Inicie o dia com uma visita a La Bombonera.
Um templo da paixão futebolística.
Ele possui um museu interativo.
Que conta a história do time e dos ídolos.
Depois, pode-se tomar o ônibus turístico até Puerto Madero.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ La Bombonera +++

Nome popular do Estádio Alberto J. Armando.
Se estiver em Buenos Aires em dia de jogo, vale assistir.
Para alguns, ali se vive a experiência esportiva mais intensa do mundo...

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Opinião dos Diários Ingleses +++

Poucos metros separam o campo das tribunas.
Isso aproxima os espectadores dos jogadores.
E vivem-se as emoções do jogo à flor da pele...

O maior clássico do futebol argentino é “Boca x River”.
O jornal inglês The Observer considerou a partida:
“A experiência desportiva mais intensa do mundo”.
O diário The Sun também foi categórico neste sentido:
“O número um entre os 50 espetáculos desportivos que você deve ver antes de morrer”.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Estádio Alberto J. Armando +++

Em 1940, inaugurou-se o estádio.
Com capacidade para quase 49.000 pessoas.
A estrutura é a de uma ferradura.
Com três bandejas sobrepostas.
E um ângulo de inclinação empinado.
O que lembra uma caixa de bombons.
Por isso, se chama o estádio de La Bombonera.
O nome oficial é de um ex-presidente da instituição.
No caso, Alberto J. Armando.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Visita Guiada ao Estádio +++

Na visita, pode-se conhecer o campo, as tribunas e os vestiários.
Uma parada obrigatória é o Museo de La Pasión Boquense.
Ele fica abaixo das tribunas do estádio.
Abriga uma coleção de objetos e uma produção audiovisual interativa.
Eles contam a história do clube.
Uma sessão homenageia as figuras máximas do Boca Juniors.
Como Diego Maradonna, Juan Román Riquelme e Martín Palermo.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Museo de La Pasión Boquense +++

Fica na Calle Brandsen, 805.
Possui um cinema de 360º e exposição de uniformes.
Além de painéis informativos sobre jogadores e troféus.
Há, também, vídeos sobre a história do futebol na Argentina.
O museu oferece, ainda, uma visita pelo estádio La Bombonera.

Fonte: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ San Telmo +++

A Segunda Fundação de Buenos Aires ocorreu em 1580.
E a cidade começou a se expandir em terras mais altas.
Em relação às margens do Riachuelo.

O bairro de San Telmo era conhecido como Alto de San Pedro.
O atual nome forjou-se apenas no início do século XIX.
Com o crescente culto a San Pedro González Telmo.
Em 1806, a paróquia local recebeu o nome do santo.

Um mercado ficava no local da atual Plaza Dorrego.
Similar ao que hoje fica na Rua Carlos Calvo.

O bairro cresceu ao receber várias famílias ricas.
Porém, ocorreu uma epidemia de febre amarela, em 1871.
Ela provocou grande mortandade e o êxodo.

Os habitantes de cortiços e alguns artistas retornaram.
E dotaram o bairro de agito e romantismo.
Que sobrevivem e atraem os visitantes.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Um Postal de San Telmo +++

Um postal que resume San Telmo deveria focar nos antiquários.
Nas casas que comercializam objetos e recordações.
E nos artistas que mantêm vivas as tradições e a estética.
Como as que dão a identidade de um bairro que parou no tempo.
Mas que vive em constante movimento...

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Os Antigos Prédios de San Telmo +++

Juan Carlos Castagnino (1908-1972) viveu no bairro.
Em uma casa do século XVIII, cuja fachada se conserva.

Ainda mais antiga é a vivenda de Esteban de Luca.
A do militar e poeta é Monumento Histórico Nacional.

O mesmo mérito recai sobre o Museo Penitenciario Argentino.
Com a singularidade dos diversos usos que o prédio teve.
Retiro de sacerdotes, hospital e asilo de menores.
Depósito, cárcere de devedores e correção de mulheres.
O prédio ainda conserva o pátio interno.

Outros prédios dignos de atenção em San Telmo:
+ antigo edifício da Fundación San Telmo – Defensa, 1344;
+ interior da Galería Del Viejo Hotel Balcarce – Balcarce, 1053;
+ solar do patriota Domingo French – Defensa, 1056.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Antiquários de San Telmo +++

San Telmo tem um dos maiores mercados de arte da América do Sul.
São dezenas de antiquários, que se multiplicam com a feira de domingo.
Eles oferecem todo tipo de objetos para decoração ou coleção.
Em especial, itens dos séculos XVIII e XIX.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Artistas em San Telmo +++

Muitos artistas contam com um ateliê-museu em San Telmo.
É o caso do mestre ourives Juan Carlos Pallarols.
Ele expõe e vende trabalhos em ouro, prata, bronze e pedras preciosas.
Também se pode visitar o ateliê de Martiniano Arce.
O expoente máximo da pintura decorativa portenha.
Uma arte pictórica popular e bem arraigada à identidade local.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Casa Mínima +++

Na Pasaje San Lorenzo 380, fica a famosa Casa Mínima.
Curiosa construção com 2,50 metros de frente e 13 de fundos.
A construção do século XIX tem origem incerta.
Uma teoria diz que pertenceu a um escravo liberto.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Feria de San Telmo +++

A feira ocorre aos domingos, no bairro de San Telmo.
E é uma das maiores atrações da cidade de Buenos Aires.
Tanto para argentinos quanto para estrangeiros.
É tão popular que a prefeitura fechou oito quadras da Rua Defensa.
E abriu, assim, mais espaço para vendedores.
Bem como para cantores, dançarinos, mímicos e músicos.
E, é claro, para caçadores de bugigangas.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

Leonardo Brocker disse...

+++ Feira e Casas de Antiguidades +++

Passeio entre peças de arte e objetos variados.
Ao redor da Plaza Dorrego, em San Telmo.
Um local com muitos casarões do século XIX.
Alguns deles transformaram-se em lojas de antiguidades.
E oferecem objetos de diversos tamanhos, origens e valores.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ A Localização da Feira de San Telmo +++

A feira ocorre aos domingos, no bairro de San Telmo.
E estende-se pelas ruas Defensa e Humberto Primo.
E pelas passagens Giuffra e San Lorenzo.
Forma, neste caso, um circuito para se caminhar.

A maioria dos estandes oferece objetos antigos e artesanato.
Há também pontos que vendem todo tipo de produto.
Alguns, de origem irregular.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Museo de Bellas Artes de La Boca +++

Fica no segundo e terceiro andar de uma escola primária.
Ali, encontram-se oito salas com obras de artistas argentinos.
Com destaque para as esculturas que ficam nos terraços.

Fonte: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ Museo de Bellas Artes Quinquela Martín +++

Conta com a mais ampla coleção de óleos do artista.
Ele retratou como ninguém a vida portuária boquense.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Benito Quinquela Martín +++

Nasceu em 1890 e passou a infância em um orfanato.
Enfim, um casal de imigrantes o adotou.
E Quinquela Martín passou a viver em La Boca.
Trabalhou no cais do porto.
Decidiu dedicar a vida a “sostener” a identidade dessa vida.

O pintor fundou o museu em 1938.
Doou 50 gravuras e 27 óleos.
Cedeu espaço à obra de outros artistas locais.
Bem como a peças de grande originalidade.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ “Crepúsculo” e Benito Mussolini +++

“Crepúsculo” é uma das obras mais famosas de Quinquela Martín.
Contam que Benito Mussolini viu a obra, em Roma, em 1929.
E ofereceu ao pintor um cheque em branco.
O próprio Quinquela Martín colocaria, ali, o preço.
Mas o artista se recusou, por razões patrióticas.
E trouxe a obra de volta para Buenos Aires.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Berni e Sívori: Museo de La Boca +++

No segundo piso do museu, há obras de outros artistas.
São pintores figurativos argentinos dos séculos XIX e XX.
Quinquela buscava criar um amplo panorama.
E colaborar para forjar um sentimento de pertencimento ao país.
A arte para ele era um fator decisivo em tais processos.
Aprecie “La Muerte Del Marino”, de Eduardo Sívori.
E “El Niño y Su Moneda”, de Antonio Berni.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Máscaras de Proa no Museo de La Boca +++

São esculturas de madeira de artesãos anônimos.
As técnicas que usavam eram de transmissão oral.
As máscaras ficavam na parte dianteira dos navios.
No caso, dos que navegavam no Riachuelo.

Quinquela recebeu 32 doações, de 1930 a 1935.
O Museu de Arte Naval dos EUA queria comprar a coleção.
Em 1937, oferece 100 mil pesos argentinos.
Na época, uma fortuna.

Quinquela recusou a tentadora oferta.
As máscaras eram as primeiras mostras de arte do bairro.
Eram esculturas de 1840 em diante.
Destaque para “Angélica Esposa” e “Doña María”.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Terraço do Museu de La Boca +++

Ponto mais alto do Museo de Bellas Artes de La Boca.
Reúne 150 esculturas ao ar livre.
Você pode rodea-las em 180 graus.
E assim apreciar o trabalho tridimensional de grandes artistas.
Destaque a Francisco Cafferata, primeiro escultor argentino.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

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