sexta-feira, 27 de abril de 2012

San Telmo: Feira de Antiguidades, Casa Mínima e Monumento Canto Al Trabajo

Após conhecermos os museus de La Boca e circularmos rapidamente pelo bairro, seguimos em direção a San Telmo. Ali ocorre uma tradicional feira de rua, aos domingos. Mas no bairro de San Telmo, você poderá conhecer a Casa Mínima, a Faculdade de Engenharia e o monumento Canto Al Trabajo.

Continuação de...

Monumento Canto Al Trabajo, na Plazoleta Eva Perón, San Telmo, Buenos Aires
Monumento Canto Al Trabajo, na Plazoleta Eva Perón


Feira de Antiguidades em San Telmo

Em San Telmo ocorre uma famosa feira de antiguidades aos domingos. É claro: nosso propósito era só passar ali para um reconhecimento! Afinal, os itens mais interessantes são extremamente caros e impossíveis de carregar. De qualquer forma, há uma enorme variedade de cristais, móveis e relógios antigos, além é claro, de artigos para decoração de interiores...

A Casa Mínima, em San Telmo, Buenos Aires
A Casa Mínima, em San Telmo


Almoço no Restaurante Catalinas

Como começou a chover enquanto circulávamos por ali, tivemos de acelerar o passo e procurar um lugar para nos abrigarmos... Foi a hora certa para almoçarmos. A chuva acabou reunindo o útil ao agradável... Comemos no restaurante Catalinas que havia pego como referência no site dos mochileiros. Comida simples e gostosa. O Catalinas fica na Av Independencia, 375.

O Prédio da Faculdade de Engenharia, em San Telmo, Buenos Aires
O Prédio da Faculdade de Engenharia, em San Telmo


Casa Mínima, Faculdade de Engenharia e Canto Ao Trabajo

A chuva foi rápida, tipo chuva de verão... Quando havíamos acabado de almoçar, não restavam vestígios de que caíra água por ali. Aproveitamos para concluir nossa caminhada, passando pela Casa Mínima e seguindo em direção ao belo prédio da Faculdade de Engenharia. Em frente a ele, na Plazoleta Eva Perón, você verá o belo monumento em bronze Canto Al Tabajo.

Close do Monumento Canto Al Trabajo, em San Telmo, Buenos Aires
Close do Monumento Canto Al Trabajo, em San Telmo

Depois, seguimos para o centro de Buenos Aires. Tínhamos dois objetos: visitar a Casa Rosada, sede do governo argentino, e acompanhar a troca da guarda. Esta, um ritual bem ao estilo inglês...

O relato segue com...
A Casa Rosada e A Troca da Guarda, em Buenos Aires

37 comentários:

Leonardo Brocker disse...

+++ Caminito +++

Juan de Dios Filberto compôs o melancólico tango “Caminito”.
O Caminito era um sinuoso ramal da ferrovia.
O pintor Quinquela Martín transformou em atração turística.
E converteu o antigo matagal em calçadão.
Agora, aos domingos, ônibus despejam visitantes no local.
Estes vêm fotografar os cortiços de metal com cores berrantes.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

Leonardo Brocker disse...

+++ Calle Caminito +++

Animada travessa do bairro La Boca, em Buenos Aires.
Com exposições de arte, dançarinos de tango e lojinhas.
Além das casas multicoloridas com chapas de zinco e madeira.
Estas construções caracterizam o bairro.

Fonte: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ Caminito +++

Del Valle Inelucea y Magallanes
Camine al borde del Riachuello por este colorido paseo.
Refugio de artistas y tangeros.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Caminito +++

Es um colorido y original recorrido de 150 metros.
A pocos metros de Caminito puede visitarse:
+ Museo Histórico Nacional de Cera;
+ Teatro de La Ribera;
+ Fundación Pro y el
+ Museo de Bellas Artes de La Boca Benito Quinquela Martín.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ A Origem do Caminito +++

“Caminito que entonces estabas bordeado de trébol y juncos en flor”.
Assim diz a letra do tango Caminito, na voz de Calor Gardel.
Em referência ao antigo passeio de 150 metros de extensão.
Hoje, o local é um autêntico museu a céu aberto.
O Caminito destaca o bairro La Boca.
Pois reflete boa parte de sua identidade.
Que a pujança do povo imigrante forjou.
E, do nada, imaginou um novo lugar.
A esperança que se sustenta com chapas, madeiras e pinturas coloridas.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Caminito – Cores Vivas +++

No princípio do século XX, um arroio fluía no local.
Hoje, é um dos passeios mais emblemáticos da cidade.
As frentes de chapas pintadas com cores distintas.
Recriam o costume dos primeiros imigrantes.
Eles pintavam as casas com a tinta remanescente dos barcos.
Já o piso era em estilo “Puntin”.
Um diminutivo genovês.
Ele se referia à antiga ponte que cruzava o arroio.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Caminito – Homenagem ao Tango +++

Durante muito tempo, por ali passou a linha férrea.
Quando se extinguiu o ramal, o local virou um beco abandonado.
Em meados do século passado, recuperou-se a passagem.
Ela passou a ser uma espécie de rua-museu.
E em 1959, recebeu o nome do célebre tango.
Juan de Dios Filiberto e Gabino Coria Peñazola compuseram.
Mas foi Carlos Gardel eternizou o tango “Caminito”.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Caminito – Lugar de Artistas +++

Curiosamente, não há portas que abrem para o Caminito.
Apenas janelas e sacadas.

Doações de diversos artistas transformaram o local em museu.
O impulso inicial foi de Benito Quinquela Martín.
Célebre pintor e morador boquense apaixonado.

Hoje, artistas plásticos expõem obras no Caminito.
A feira funciona diariamente:
+ no inverno, das 11h às 18h;
+ no verão, das 11h às 20h.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ La Bombonera +++

Em dias de jogo, milhares de torcedores enchem o bairro.
E extravasam a emoção pelo clube.
Ali, surgiu Diego Armando Maradona.
Um dos melhores jogadores da história do futebol.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

Leonardo Brocker disse...

+++ La Bombonera +++

Estádio do Boca Juniors, time mais popular do país.
Fica entre as ruas Brandsen e Del Valle Iberlucea.
E tem capacidade para 57 mil torcedores.
A aparência externa, porém, é meio decadente.

Fonte: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ Estádio do Boca Juniors +++

Inicie o dia com uma visita a La Bombonera.
Um templo da paixão futebolística.
Ele possui um museu interativo.
Que conta a história do time e dos ídolos.
Depois, pode-se tomar o ônibus turístico até Puerto Madero.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ La Bombonera +++

Nome popular do Estádio Alberto J. Armando.
Se estiver em Buenos Aires em dia de jogo, vale assistir.
Para alguns, ali se vive a experiência esportiva mais intensa do mundo...

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Opinião dos Diários Ingleses +++

Poucos metros separam o campo das tribunas.
Isso aproxima os espectadores dos jogadores.
E vivem-se as emoções do jogo à flor da pele...

O maior clássico do futebol argentino é “Boca x River”.
O jornal inglês The Observer considerou a partida:
“A experiência desportiva mais intensa do mundo”.
O diário The Sun também foi categórico neste sentido:
“O número um entre os 50 espetáculos desportivos que você deve ver antes de morrer”.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Estádio Alberto J. Armando +++

Em 1940, inaugurou-se o estádio.
Com capacidade para quase 49.000 pessoas.
A estrutura é a de uma ferradura.
Com três bandejas sobrepostas.
E um ângulo de inclinação empinado.
O que lembra uma caixa de bombons.
Por isso, se chama o estádio de La Bombonera.
O nome oficial é de um ex-presidente da instituição.
No caso, Alberto J. Armando.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Visita Guiada ao Estádio +++

Na visita, pode-se conhecer o campo, as tribunas e os vestiários.
Uma parada obrigatória é o Museo de La Pasión Boquense.
Ele fica abaixo das tribunas do estádio.
Abriga uma coleção de objetos e uma produção audiovisual interativa.
Eles contam a história do clube.
Uma sessão homenageia as figuras máximas do Boca Juniors.
Como Diego Maradonna, Juan Román Riquelme e Martín Palermo.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ San Telmo +++

A Segunda Fundação de Buenos Aires ocorreu em 1580.
E a cidade começou a se expandir em terras mais altas.
Em relação às margens do Riachuelo.

O bairro de San Telmo era conhecido como Alto de San Pedro.
O atual nome forjou-se apenas no início do século XIX.
Com o crescente culto a San Pedro González Telmo.
Em 1806, a paróquia local recebeu o nome do santo.

Um mercado ficava no local da atual Plaza Dorrego.
Similar ao que hoje fica na Rua Carlos Calvo.

O bairro cresceu ao receber várias famílias ricas.
Porém, ocorreu uma epidemia de febre amarela, em 1871.
Ela provocou grande mortandade e o êxodo.

Os habitantes de cortiços e alguns artistas retornaram.
E dotaram o bairro de agito e romantismo.
Que sobrevivem e atraem os visitantes.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Um Postal de San Telmo +++

Um postal que resume San Telmo deveria focar nos antiquários.
Nas casas que comercializam objetos e recordações.
E nos artistas que mantêm vivas as tradições e a estética.
Como as que dão a identidade de um bairro que parou no tempo.
Mas que vive em constante movimento...

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Os Antigos Prédios de San Telmo +++

Juan Carlos Castagnino (1908-1972) viveu no bairro.
Em uma casa do século XVIII, cuja fachada se conserva.

Ainda mais antiga é a vivenda de Esteban de Luca.
A do militar e poeta é Monumento Histórico Nacional.

O mesmo mérito recai sobre o Museo Penitenciario Argentino.
Com a singularidade dos diversos usos que o prédio teve.
Retiro de sacerdotes, hospital e asilo de menores.
Depósito, cárcere de devedores e correção de mulheres.
O prédio ainda conserva o pátio interno.

Outros prédios dignos de atenção em San Telmo:
+ antigo edifício da Fundación San Telmo – Defensa, 1344;
+ interior da Galería Del Viejo Hotel Balcarce – Balcarce, 1053;
+ solar do patriota Domingo French – Defensa, 1056.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Antiquários de San Telmo +++

San Telmo tem um dos maiores mercados de arte da América do Sul.
São dezenas de antiquários, que se multiplicam com a feira de domingo.
Eles oferecem todo tipo de objetos para decoração ou coleção.
Em especial, itens dos séculos XVIII e XIX.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Artistas em San Telmo +++

Muitos artistas contam com um ateliê-museu em San Telmo.
É o caso do mestre ourives Juan Carlos Pallarols.
Ele expõe e vende trabalhos em ouro, prata, bronze e pedras preciosas.
Também se pode visitar o ateliê de Martiniano Arce.
O expoente máximo da pintura decorativa portenha.
Uma arte pictórica popular e bem arraigada à identidade local.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Casa Mínima +++

Na Pasaje San Lorenzo 380, fica a famosa Casa Mínima.
Curiosa construção com 2,50 metros de frente e 13 de fundos.
A construção do século XIX tem origem incerta.
Uma teoria diz que pertenceu a um escravo liberto.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Feria de San Telmo +++

A feira ocorre aos domingos, no bairro de San Telmo.
E é uma das maiores atrações da cidade de Buenos Aires.
Tanto para argentinos quanto para estrangeiros.
É tão popular que a prefeitura fechou oito quadras da Rua Defensa.
E abriu, assim, mais espaço para vendedores.
Bem como para cantores, dançarinos, mímicos e músicos.
E, é claro, para caçadores de bugigangas.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

Leonardo Brocker disse...

+++ Feira e Casas de Antiguidades +++

Passeio entre peças de arte e objetos variados.
Ao redor da Plaza Dorrego, em San Telmo.
Um local com muitos casarões do século XIX.
Alguns deles transformaram-se em lojas de antiguidades.
E oferecem objetos de diversos tamanhos, origens e valores.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ A Localização da Feira de San Telmo +++

A feira ocorre aos domingos, no bairro de San Telmo.
E estende-se pelas ruas Defensa e Humberto Primo.
E pelas passagens Giuffra e San Lorenzo.
Forma, neste caso, um circuito para se caminhar.

A maioria dos estandes oferece objetos antigos e artesanato.
Há também pontos que vendem todo tipo de produto.
Alguns, de origem irregular.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Museo de Bellas Artes de La Boca +++

Fica no segundo e terceiro andar de uma escola primária.
Ali, encontram-se oito salas com obras de artistas argentinos.
Com destaque para as esculturas que ficam nos terraços.

Fonte: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ Museo de Bellas Artes Quinquela Martín +++

Conta com a mais ampla coleção de óleos do artista.
Ele retratou como ninguém a vida portuária boquense.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Benito Quinquela Martín +++

Nasceu em 1890 e passou a infância em um orfanato.
Enfim, um casal de imigrantes o adotou.
E Quinquela Martín passou a viver em La Boca.
Trabalhou no cais do porto.
Decidiu dedicar a vida a “sostener” a identidade dessa vida.

O pintor fundou o museu em 1938.
Doou 50 gravuras e 27 óleos.
Cedeu espaço à obra de outros artistas locais.
Bem como a peças de grande originalidade.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ “Crepúsculo” e Benito Mussolini +++

“Crepúsculo” é uma das obras mais famosas de Quinquela Martín.
Contam que Benito Mussolini viu a obra, em Roma, em 1929.
E ofereceu ao pintor um cheque em branco.
O próprio Quinquela Martín colocaria, ali, o preço.
Mas o artista se recusou, por razões patrióticas.
E trouxe a obra de volta para Buenos Aires.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Berni e Sívori: Museo de La Boca +++

No segundo piso do museu, há obras de outros artistas.
São pintores figurativos argentinos dos séculos XIX e XX.
Quinquela buscava criar um amplo panorama.
E colaborar para forjar um sentimento de pertencimento ao país.
A arte para ele era um fator decisivo em tais processos.
Aprecie “La Muerte Del Marino”, de Eduardo Sívori.
E “El Niño y Su Moneda”, de Antonio Berni.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Máscaras de Proa no Museo de La Boca +++

São esculturas de madeira de artesãos anônimos.
As técnicas que usavam eram de transmissão oral.
As máscaras ficavam na parte dianteira dos navios.
No caso, dos que navegavam no Riachuelo.

Quinquela recebeu 32 doações, de 1930 a 1935.
O Museu de Arte Naval dos EUA queria comprar a coleção.
Em 1937, oferece 100 mil pesos argentinos.
Na época, uma fortuna.

Quinquela recusou a tentadora oferta.
As máscaras eram as primeiras mostras de arte do bairro.
Eram esculturas de 1840 em diante.
Destaque para “Angélica Esposa” e “Doña María”.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Terraço do Museu de La Boca +++

Ponto mais alto do Museo de Bellas Artes de La Boca.
Reúne 150 esculturas ao ar livre.
Você pode rodea-las em 180 graus.
E assim apreciar o trabalho tridimensional de grandes artistas.
Destaque a Francisco Cafferata, primeiro escultor argentino.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Casa Rosada – Balcarce, 50 +++

Principal sede de governo custodiada por granadeiros.
O último discurso de Evita Perón no balcão ocorreu em 1952.
À esquerda da Casa Rosada fica o Banco de La Nación.
Repare na imponente fachada do prédio.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Histórico da Área da Casa Rosada +++

Primeiro havia no local uma profunda vala.
Depois, um alto baluarte.
Até, construir-se um amplo forte.
Muito próximo da costa do rio.
Cujas águas adentravam sobre a incipiente cidade.
O forte de alvenaria sobreviveu por 150 anos.
No século XVIII, destruiu-se, enfim, a fortificação.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Histórico da Casa Rosada +++

Durante o século XVIII, construiu-se o novo prédio.
No início, ele serviu de residência a governadores espanhóis.
Mais tarde, às autoridades argentinas.
Bartolomé Mitre foi o primeiro presidente a ocupar o prédio.
Ele instalou-se no local, em 1862.
Domingo Sarmiento, o sucessor, instalou os jardins.
E pintou a fachada que até hoje vemos.
Porém o prédio não era o atual.
A construção da Casa Rosada iniciou em 1873.
E a inauguração ocorreu em 1898.
Ao longo do tempo, houve modificações arquitetônicas.
Como o grande arco de ingresso.
E os pátios cobertos da frente.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Casa Rosada +++

Fica no local onde Juan de Garay inaugurou um forte.
Hoje, ali se encontra a sede do governo argentino.

A imagem de Evita no alto das sacadas tornou-se célebre.
Seja em velhas fotos. Seja no filme de Alan Parker.

Fonte: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ Museo de la Casa Rosada +++

Mostra permanente da história constitucional argentina.
Revela as facetas pública e privada dos presidentes.
O museu reúne retratos, pinturas, documentos.
Há também bustos dos presidentes.
E textos explicativos sobre que ocupou o palácio.
De Bernardino Rivadavia (1826-27) a Héctor José Cámpora (1973).

Fonte: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ Museo Casa Rosada +++

Excelente maneira de reconstruir dois séculos de história.
O Museo Casa Rosada abriga rica coleção de objetos.
Muitos de ex-presidentes.
Há, também, a coleção com restos arqueológicos.
Repare no mural “Ejercicio Plástico”.
Do artista mexicano David Alfaro Siqueiros.
Uma obra-prima da arte latino-americana.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

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