terça-feira, 17 de abril de 2012

City Tour em Buenos Aires: Avenida 9 de Julio e Obelisco, San Telmo, La Boca e Puerto Madero

Como registrei na postagem anterior, iniciamos o City Tour pela Plaza de Mayo, o coração de Buenos Aires. Dali seguimos em direção a alguns bairros tradicionais, como San Telmo e La Boca. Descemos na Reserva Ecológica, em Puerto Madero, onde fica o bela Fuente de Las Nereidas...

A Bela Fuente de Las Nereidas, Puerto Madero
A Bela Fuente de Las Nereidas, Puerto Madero

Continuação de...
Buenos Aires: Planejamento da Viagem e City Tour


Avenida 9 de Julio, Obelisco e Congresso

Após contornarmos a Plaza de Mayo, nós passamos pela Avenida 9 de Julio, a principal via de fluxo de Buenos Aires. A Avenida 9 de Julio é considerada uma das mais largas do mundo. Ali, cruzamos em frente ao Obelisco e ao monumento em homenagem a Don Quixote. Seguimos, então, em direção ao imponente prédio do Congresso, que visitaríamos dias depois.

Avenida 9 de Julio e Obelisco, em Buenos Aires
Avenida 9 de Julio e Obelisco, em Buenos Aires

Monumento em Homenagem a Don Quixote, em Buenos Aires
Monumento em Homenagem a Don Quixote

O Imponente Prédio do Congresso, em Buenos Aires
O Imponente Prédio do Congresso, em Buenos Aires

A Faculdade de Engenharia, em San Telmo

O bairro de San Telmo é tradicional por suas feiras, realizadas na rua, nos finais de semana. Não foi este o caso! Simplesmente cruzamos o bairro, passando em frente ao belo prédio da Faculdadede Engenharia. Na Plazoleta Coronel Manuel de Olazábal, uma pequena praça, em frente à faculdade, um monumento de bronze. Uma circulada com mais calma por ali ficaria para outro dia...

A Faculdade de Engenharia, em San Telmo, Buenos Aires
A Faculdade de Engenharia, em San Telmo

Plazoleta Coronel Manuel de Olazábal, Buenos Aires
Plazoleta Coronel Manuel de Olazábal

La Boca: Bairro Revitalizado e Fotogênico

Seguimos em direção a La Boca, uma área que estava em estágio avançado de degradação e foi revitalizada. Ali fica o Caminito, com suas construções multicoloridas. O antigo cortiço até se tornou um local fotogênico. Mais para os europeus – é bem verdade! Para os brasileiros, favelas e cortiços são locais comuns, que não despertam o fascínio observado em um gringo...

A Orla em La Boca, Buenos Aires
A Orla em La Boca, Buenos Aires

A Reserva Ecológica em Puerto Madero

Paramos para almoçar uma espécie de PF. Caminhamos um pouco pela Reserva Ecológica. A reserva é uma área verde e de preservação, localizada próxima à região central de Buenos Aires. É um local bem interessante para a prática de atividades físicas. 

Monumento Palo Gran, na Reserva Ecológica, Buenos Aires
Monumento Palo Gran, na Reserva Ecológica

O legal é se você conseguir visitar a Reserva Ecologica Costanera Sur nos horários em que são feitas as trilhas guiadas. Quando passamos por ali, infelizmente elas não estavam acontecendo...

Virgen Stella Maris, Reserva Ecológica, Puerto Madero
Virgen Stella Maris, Reserva Ecológica, Puerto Madero


Fuente de las Nereidas e Monumento al Tango

Na área da Reserva Ecológica você poderá contemplar inúmeros monumentos. O mais prestigiado é, sem dúvida, a belíssima Fuente de Las Nereidas, em que musas “equilibram-se” sobre homens e cavalos. Próximos à fonte, há outros dois monumentos: o Palo Gran e a Virgen Stella Maris. 

Monumento ao Tango, em Puerto Madero
Monumento ao Tango, em Puerto Madero

Fora da reverva, mas a poucos metros de caminhada dali, fica o Monumento Al Tango e um monumento em homenagem ao escritor Haroldo Conti. Deixamos, então, a região da Reserva Ecológica e pegamos novamente o ônibus do City Tour, agora em direção ao cais do porto de Puerto Madero.

Homenagem ao Escritor Haroldo Conti, em Puerto Madero
Homenagem ao Escritor Haroldo Conti

49 comentários:

Leonardo Brocker disse...

+++ Caminito +++

Juan de Dios Filberto compôs o melancólico tango “Caminito”.
O Caminito era um sinuoso ramal da ferrovia.
O pintor Quinquela Martín transformou em atração turística.
E converteu o antigo matagal em calçadão.
Agora, aos domingos, ônibus despejam visitantes no local.
Estes vêm fotografar os cortiços de metal com cores berrantes.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

Leonardo Brocker disse...

+++ Calle Caminito +++

Animada travessa do bairro La Boca, em Buenos Aires.
Com exposições de arte, dançarinos de tango e lojinhas.
Além das casas multicoloridas com chapas de zinco e madeira.
Estas construções caracterizam o bairro.

Fonte: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ Caminito +++

Del Valle Inelucea y Magallanes
Camine al borde del Riachuello por este colorido paseo.
Refugio de artistas y tangeros.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Caminito +++

Es um colorido y original recorrido de 150 metros.
A pocos metros de Caminito puede visitarse:
+ Museo Histórico Nacional de Cera;
+ Teatro de La Ribera;
+ Fundación Pro y el
+ Museo de Bellas Artes de La Boca Benito Quinquela Martín.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ A Origem do Caminito +++

“Caminito que entonces estabas bordeado de trébol y juncos en flor”.
Assim diz a letra do tango Caminito, na voz de Calor Gardel.
Em referência ao antigo passeio de 150 metros de extensão.
Hoje, o local é um autêntico museu a céu aberto.
O Caminito destaca o bairro La Boca.
Pois reflete boa parte de sua identidade.
Que a pujança do povo imigrante forjou.
E, do nada, imaginou um novo lugar.
A esperança que se sustenta com chapas, madeiras e pinturas coloridas.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Caminito – Cores Vivas +++

No princípio do século XX, um arroio fluía no local.
Hoje, é um dos passeios mais emblemáticos da cidade.
As frentes de chapas pintadas com cores distintas.
Recriam o costume dos primeiros imigrantes.
Eles pintavam as casas com a tinta remanescente dos barcos.
Já o piso era em estilo “Puntin”.
Um diminutivo genovês.
Ele se referia à antiga ponte que cruzava o arroio.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Caminito – Homenagem ao Tango +++

Durante muito tempo, por ali passou a linha férrea.
Quando se extinguiu o ramal, o local virou um beco abandonado.
Em meados do século passado, recuperou-se a passagem.
Ela passou a ser uma espécie de rua-museu.
E em 1959, recebeu o nome do célebre tango.
Juan de Dios Filiberto e Gabino Coria Peñazola compuseram.
Mas foi Carlos Gardel eternizou o tango “Caminito”.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Caminito – Lugar de Artistas +++

Curiosamente, não há portas que abrem para o Caminito.
Apenas janelas e sacadas.

Doações de diversos artistas transformaram o local em museu.
O impulso inicial foi de Benito Quinquela Martín.
Célebre pintor e morador boquense apaixonado.

Hoje, artistas plásticos expõem obras no Caminito.
A feira funciona diariamente:
+ no inverno, das 11h às 18h;
+ no verão, das 11h às 20h.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ San Telmo +++

A Segunda Fundação de Buenos Aires ocorreu em 1580.
E a cidade começou a se expandir em terras mais altas.
Em relação às margens do Riachuelo.

O bairro de San Telmo era conhecido como Alto de San Pedro.
O atual nome forjou-se apenas no início do século XIX.
Com o crescente culto a San Pedro González Telmo.
Em 1806, a paróquia local recebeu o nome do santo.

Um mercado ficava no local da atual Plaza Dorrego.
Similar ao que hoje fica na Rua Carlos Calvo.

O bairro cresceu ao receber várias famílias ricas.
Porém, ocorreu uma epidemia de febre amarela, em 1871.
Ela provocou grande mortandade e o êxodo.

Os habitantes de cortiços e alguns artistas retornaram.
E dotaram o bairro de agito e romantismo.
Que sobrevivem e atraem os visitantes.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Um Postal de San Telmo +++

Um postal que resume San Telmo deveria focar nos antiquários.
Nas casas que comercializam objetos e recordações.
E nos artistas que mantêm vivas as tradições e a estética.
Como as que dão a identidade de um bairro que parou no tempo.
Mas que vive em constante movimento...

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Os Antigos Prédios de San Telmo +++

Juan Carlos Castagnino (1908-1972) viveu no bairro.
Em uma casa do século XVIII, cuja fachada se conserva.

Ainda mais antiga é a vivenda de Esteban de Luca.
A do militar e poeta é Monumento Histórico Nacional.

O mesmo mérito recai sobre o Museo Penitenciario Argentino.
Com a singularidade dos diversos usos que o prédio teve.
Retiro de sacerdotes, hospital e asilo de menores.
Depósito, cárcere de devedores e correção de mulheres.
O prédio ainda conserva o pátio interno.

Outros prédios dignos de atenção em San Telmo:
+ antigo edifício da Fundación San Telmo – Defensa, 1344;
+ interior da Galería Del Viejo Hotel Balcarce – Balcarce, 1053;
+ solar do patriota Domingo French – Defensa, 1056.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Antiquários de San Telmo +++

San Telmo tem um dos maiores mercados de arte da América do Sul.
São dezenas de antiquários, que se multiplicam com a feira de domingo.
Eles oferecem todo tipo de objetos para decoração ou coleção.
Em especial, itens dos séculos XVIII e XIX.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Artistas em San Telmo +++

Muitos artistas contam com um ateliê-museu em San Telmo.
É o caso do mestre ourives Juan Carlos Pallarols.
Ele expõe e vende trabalhos em ouro, prata, bronze e pedras preciosas.
Também se pode visitar o ateliê de Martiniano Arce.
O expoente máximo da pintura decorativa portenha.
Uma arte pictórica popular e bem arraigada à identidade local.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Feria de San Telmo +++

A feira ocorre aos domingos, no bairro de San Telmo.
E é uma das maiores atrações da cidade de Buenos Aires.
Tanto para argentinos quanto para estrangeiros.
É tão popular que a prefeitura fechou oito quadras da Rua Defensa.
E abriu, assim, mais espaço para vendedores.
Bem como para cantores, dançarinos, mímicos e músicos.
E, é claro, para caçadores de bugigangas.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

Leonardo Brocker disse...

+++ Feira e Casas de Antiguidades +++

Passeio entre peças de arte e objetos variados.
Ao redor da Plaza Dorrego, em San Telmo.
Um local com muitos casarões do século XIX.
Alguns deles transformaram-se em lojas de antiguidades.
E oferecem objetos de diversos tamanhos, origens e valores.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ A Localização da Feira de San Telmo +++

A feira ocorre aos domingos, no bairro de San Telmo.
E estende-se pelas ruas Defensa e Humberto Primo.
E pelas passagens Giuffra e San Lorenzo.
Forma, neste caso, um circuito para se caminhar.

A maioria dos estandes oferece objetos antigos e artesanato.
Há também pontos que vendem todo tipo de produto.
Alguns, de origem irregular.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Obelisco de Buenos Aires +++

Fica no cruzamento das avenidas 9 de Julio e Corrientes.
Destaca-se como o grande ícone da cidade.
E o epicentro de festejos e manifestações populares.
A princípio, porém, os portenhos rechaçaram-no.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ O Polêmico Obelisco +++

O monumento tem 67,5 metros de altura.
E dizia-se que representava o amor próprio dos portenhos.
O certo é que recebeu duras críticas dos moradores.
E até se ordenou a sua demolição.
Mas logo se voltou atrás na decisão.
Com o passar dos anos, seu magnetismo ganhou terreno.
E o obelisco converteu-se em um símbolo da cidade.
Além de um grande atrativo turístico.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Obelisco: A Inspiração +++

A do Obelisco inauguração ocorreu em 23 de maio de 1936.
Ele fica no cruzamento das avenidas Corrientes e 9 de Julio.
Onde se içou, pela primeira vez, a Bandeira Nacional, em 1812.
Época em que ali ficava a igreja San Nicolás de Bari.
A circunstância era significativa em favor da independência.
E recorda-se isso no pé da face norte do Obelisco.
O monumento marca o 400º centenário.
Do primeiro assentamento espanhol no Rio da Prata.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Obelisco: A Construção +++

O arquiteto Alberto Prebish foi um precursor do modernismo local.
Projetou o Obelisco e concluiu a construção em apenas um mês.
Muito rápido, considerando-se os 67,5 metros do monumento.
Ao todo, 150 trabalhadores participaram da obra.

A estrutura é oca e conta com apenas uma porta de entrada.
No início, era completamente coberta por rocha calcária.
Mais tarde, as autoridades pintaram-na com 620 litros de látex.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Obelisco: Proibição do Ingresso +++

No topo do Obelisco, há quatro pequenas janelas.
Uma escada marinheira de 206 degraus leva até lá.
Na subida, há sete espaços para descanso.
Do alto, registram-se fotos da cidade de um ponto único.

No entanto, o acesso público encontra-se proibido.
No 75º aniversário, em 2011, organizou-se uma visita guiada.
Com 75 moradores da cidade.
O mesmo ocorreu, em 2016, com 80 morados.
Na comemoração dos 80 anos da construção.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Obelisco: Ódio e Amor +++

A antipatia dos portenhos pelo monumento foi notória.
Poucos viam algo representativo na forma geométrica racionalista.
E em 1939, o Conselho Deliberante sancionou a demolição.
Mas as mais altas esferas políticas vetaram a iniciativa.
O reconhecimento veio com o tempo.
Hoje, o Obelisco é um ponto de encontro.
De diferentes expressões sociais e campanhas de massa.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Avenida 9 de Julio e Corrientes +++

Buenos Aires encontra em suas ruas ícones históricos.
Isso acaba por dotar de caráter a cidade.
É o caso destas duas tradicionais avenidas.
Uma é motivo de orgulho pela sua amplitude.
A outro ostenta a maior oferta teatral de Buenos Aires.
E no encontro das duas artérias ergue-se o Obelisco.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Avenida 9 de Julio +++

As 14 faixas de trânsito feroz separam o Microcentro de San Nícolas.
Atravessar essas 14 faixas não é das tarefas mais simples.
A maioria dos pedestres precisa aguardar duas mudanças de semáforos.

Fonte: Guia de Viagem: Argentina - National Geographic, 2010.

Leonardo Brocker disse...

+++ Avenida 9 de Julio: História +++

Mítica artéria que corta a cidade de Norte a Sul.
E homenageia a data da declaração da Independência Nacional.
Tem pouco mais de 3 km e sentido duplo de circulação.
E conecta duas importantes cabeceiras ferroviárias: Constitución e Retiro.

Em 1912, a construção recebeu luz verde.
Mas a inauguração ocorreu apenas em 1937.
Com uma extensão bem menor.
Entre as ruas Bartolomé Mitre e Viamonte.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Avenida 9 de Julio: Ônibus e Metrô +++


O transporte público permite uma vista distinta da avenida.
A linha C do metrô segue o curso sob a Avenida 9 de Julio.
Enquanto o Metrobus 9 de Julio passa pela superfície da avenida.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Avenida 9 de Julio: Prédios Importantes +++

Ao longo da Avenida 9 de Julio encontra-se o célebre Teatro Colón.
E o Edificio Del Plata, com gigantografias populares na fachada.
O prédio antigo Ministério de Obras Públicas.
Este exibe a imagem de Evita sobre duas de suas fachadas.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Cruzar a Avenida 9 de Julio +++

Para cruzar a Avenida 9 de Julio, deve-se atravessar 140 metros.
Uma das maneiras de fazer isso é pelas passagens subterrâneas.
Elas conectam Carlos Pelegrini e Cerrito, na altura do Obelisco.
Ali, confluem as linhas dos subterrâneos B, C e D.
Onde ficam numerosos pontos comerciais.

Pela extensão, na avenida já ocorreram atos políticos e artísticos.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Plaza de Mayo +++

É a praça mais importante de Buenos Aires.
O nome homenageia a revolução de independência argentina.
Ela ocorreu em maio de 1810.

Na verdade, a cidade surgiu em torno da praça.
Inicialmente, ela se chamava Plaza Mayor.

No centro da praça, fica a Pirâmide de Mayo.
Trata-se de um ponto de encontro de manifestações.
Ali, reúnem-se as Madres de La Plaza de Mayo.

Fonte: Guia O Viajante – Argentina, Zizo Asnis, 2009.

Leonardo Brocker disse...

+++ Plaza de Mayo: História +++

Local onde Juan de Garay fundou definitivamente a cidade, em 1580.
Em 1810, o local da atual praça foi o cenário da Revolução de Maio.
Em torno dela, surgiram os prédios mais relevantes da vida cívica local.
Muitos deles, ainda existem.
Em 1890, ocorreu o primeiro ato de um partido político organizado.
La Unión Cívica.
A praça nunca mais deixou de ser epicentro das celebrações.
E também dos dissabores da sociedade portenha.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Plaza de Mayo: Manifestações +++

É a caixa de ressonância das grandes manifestações populares.
Desde a história e a política.
Até o festejo de Maradona com a Copa do Mundo.
Desde 1977, é o ponto de encontro das Madres de La Plaza de Mayo.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Pirâmide de Mayo e Prédios Históricos +++

A Pirâmide de Maio data de 1811.
E comemorou o primeiro ano da Revolução de Maio.
Ainda no século XIX, remodelou-se o monumento.

Ao redor da praça, vemos alguns prédios históricos.
Como a Casa Rosada, a Catedral, o Cabildo e a Legislatura.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Plaza de Mayo: General Belgrano +++

Em frente à Casa Rosada, há um monumento equestre.
Ele homenageia o General Manuel Belgrano.
Belgrano nasceu e morreu no bairro.
E é uma das maiores referências da história argentina.
Ele criou a Bandeira Nacional, emblema que ostenta na estátua.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Puerto Madero +++

O mais novo bairro portenho.
Era a porta de ingresso no país.
Uma área de intensa atividade portuária.
Mas esta atividade logo se extinguiu.
E a região passou por um longo período de abandono.

A partir de 1990, reciclou-se boa parte das antigas construções.
E o local converteu-se no ponto mais inovador da cidade.
No que se refere à arquitetura e ao desenho.

Hoje, Puerto Madero é um dos bairros mais exclusivos.
Com luxuosas torres e complexos contíguos.
Amplos parques e uma reserva ecológica.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Diques de Puerto Madero +++

Quatro passagens unem Puerto Madero à cidade.
Elas atravessam os diques:
+ Dique 1 – Rosario Vera Peñazola comunica com San Telmo;
+ Dique 2 – Azucena Villaflor conecta com a área da Plaza de Mayo;
+ Dique 3 – Macacha Güemes dirige-se a City portenha;
+ Dique 4 – Rua Cecilia Grierson leva ao Retiro e às Galerías Pacífico.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Cassino de Buenos Aires +++

O único cassino da cidade fica em Puerto Madero.
O Casino Buenos Aires funciona sobre duas embarcações.
Os navios Estrella de La Fortuna e Princess.
Eles ficam na Dársena Sur.
Contam com 130 mesas de jogos.
E sala de pôquer com 13 mesas.
Além de restaurante e confeitaria gourmet.
E um centro de compras.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Fuente de Las Nereidas +++

Desfrute a riqueza de detalhes desta obra genial de Lola Mora.
Ela comoveu a sociedade portenha por mais de um século.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Dolores Mora de La Vega +++

Dolores Mora de La Vega era mais conhecida como Lola Mora.
Uma mulher de aparência frágil.
Mas com a força necessária para talhar o duro mármore.
E capaz de fazer frente às críticas que recebeu.
Quando apresentou o que seria sua obra-prima.
Mas resultou em um escândalo de grandes proporções.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ A Fonte e A Mitologia Clássica +++

Lola Mora esculpiu a imponente fonte na Itália.
A inspiração foi a mitologia clássica.
O que deu à obra um estilo romântico e neoclássico.
Do fim do século XIX.

A artista trabalhou em mármore de Carrara e granito rosado.
Próprios das fontes romanas.
E criou imagens nuas de Vênus, das Nereidas e de Tritões.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ A Polêmica sobre a Fonte +++

Na época, consideravam-se as imagens nuas imorais.
E a obra e a artista sofreram descrédito social e cultural.
Hoje, a fonte é uma referência na cidade de Buenos Aires.
O conjunto irradia uma fisionomia envolvente.
Que convida a contempla-la, a medida que se anda a seu redor.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Localização Original da Fonte +++

Originalmente, a fonte ficaria na Plaza de Mayo.
Nada menos que em frente à Catedral.
A principal sede da igreja católica em Buenos Aires.
Mas em 1903, instalou-se a obra em outro local.
Um ponto menos representativo da cidade.
Quinze anos depois, ela veio para o atual local.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Reserva Ecológica +++

Primeira Área Natural Protegida da cidade de Buenos Aires.
A poucas quadras do centro político e cultural.
Um local para relaxar à margem do Rio da Prata.
E percorrer trilhas entre a flora e a fauna típica.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Reserva Ecológica Costanera Sur +++

Aprecie a Fuente de Las Nereidas.
E desfrute de um passeio entre as lagoas e banhados.
Há passeios noturnos guiados.
Quando a luz da lua ilumina a paisagem da reserva.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Reserva Ecológica: Estátua de Ícaro +++

Na entrada da Reserva Ecológica, veja a estátua de Ícaro.
Ela comemora a travessia do hidroavião Plus Ultra.
O voo uniu, pela primeira vez, Espanha e América.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Reserva Ecológica: Animais e Plantas +++

Área natural de 350 hectares, com quatro lagoas.
Abriga centenas de espécies de aves, anfíbios, répteis, mamíferos.
E 575 espécies de plantas.
Algumas espécies se reproduzem no viveiro da reserva.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Reserva Ecológica: Visitação +++

A reserva recebe cerca de um milhão de visitantes por ano.
No verão, até 40 mil pessoas visitam a reserva nos fins de semana.
E percorrem as trilhas locais de bicicleta ou a pé.
Dos pontos mais altos, você terá a vista da cidade.
E avistará as torres dos grandes edifícios.
Que se destacam por trás das copas das árvores.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Recoleta e Retiro +++

Comunicam-se pelas avenidas Alvear e Del Libertador.
Os bairros caracterizam-se pelo contexto seleto e refinado.
A opulência de muitas edificações coroa este refinamento.
Vemos isso em igrejas, palácios e torres.
E até em um cemitério – um autêntico museu a céu aberto.

As terras altas despertaram o interesse da alta sociedade portenha.
Durante a epidemia de febre amarela, no século XIX.
O temor da enfermidade levou ao êxodo das famílias mais abastadas.
Estas viviam dispersas de sul a norte, pela metrópole.
Isso explica o perfil da área que compreende, hoje, Recoleta e Retiro.
Que passou a ser conhecida como a pequena Paris.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

+++ Palácios Suntuosos de Recoleta e Retiro +++

Muitas residências do Retiro testemunham a riqueza.
Da Belle Époque do final do século XIX.
O mesmo acontece na Recoleta.
Isso confere a característica de exclusividade destes bairros.
Com elegantes ruas e avenidas que alimentam esse glamour.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

Leonardo Brocker disse...

++++ Palácios na Recoleta ++++

O Palacio Ortiz Basualdo, desde 1939, abriga a Embaixada da França.
O notável edifício, originalmente, foi uma mansão aristocrática.
Este “hotel particular” pertenceu à família Ortiz Basualdo.

Com projeto de 1912, a construção prolongou-se até 1918.
Em 1925, serviu de residência oficial a um ilustre visitante.
Eduardo de Windsor, Príncipe de Gales, passou uma temporada ali.

Até a primavera de 2014, foi mais de um ano de restauração.
Para o prédio recuperar todo o explendor de suas fachadas.
A entrada principal, os salões de recepção e o mobiliário.

A antiga residência fica a poucos metros de outros palácios.
Como Álzaga Unzué, Casey, Fernández Anchorena e Pareda.
Todos na zona norte da cidade de Buenos Aires.

Para muitos o Palacio Dahau é o expoente máximo de um período.
A residência é o maior representante da Belle Époque portenha.
Um dos últimos exemplos de prédios posteriores ao neoclassicismo.

O Palacio Dahau insere-se no estilo vitoriano tardio.
Com inspiração no castelo de Marais (Ile-de-France).

Palacio Ortiz Basualdo – Calle Cerrito, 1399.
Palacio Dahau – Avenida Alvear, 1661.

Fonte: Buenos Aires a Pie - National Geographic, 2016.

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