sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Esculturas, Pedro Américo e Almeida Júnior na Pinacoteca de São Paulo

O segundo pavimento concentra a maior parte do acervo da Pinacoteca. E os seus corredores são repletos de esculturas. Já os quadros ficam dentro das salas. Sem dúvida, o artista com maior número de obras é Almeida Júnior. Mas você também verá obras de Pedro Américo e Auguste Rodin neste andar da Pinacoteca...

Continuação de...

Canção Sentimental, Berthe Worms
Canção Sentimental, Berthe Worms


Esculturas de Mármore e Bronze

A maior parte das esculturas em mármore fica nos corredores laterais. A maioria delas retrata mulheres nuas. Na parte central, concentram-se as as em bronze.

Mulher em Pé
Mulher em Pé
 
Ali, você poderá ver "Dois Nus Femininos Entrelaçados", de José Pedrosa. Ou o "Apóstolo São Paulo", do escultor Décio Villares.

Dois Nus Femininos Entrelaçados, José Pedrosa
Dois Nus Femininos Entrelaçados, José Pedrosa

Apóstolo São Paulo, de Décio Villares
Apóstolo São Paulo, de Décio Villares

Guarnecendo a entrada da exposição "Arte no Brasil" há as esculturas em bronze de Eco e Narciso.

Eco, em Bronze
Eco, em Bronze


Autoretrato de Pedro Américo


Já nas exposições de quadros, você encontrará obras de interesse histórico. É o caso dos retratos de Dom Pedro I e de Dom João VI. Não menos interessante é o "Autoretrato" de Pedro Américo.

Retrato de Dom Pedro I

Pedro Américo foi um pintor, poeta e historiador paraibano. E foi o artista mais diretamente ligado à pessoa e ao governo de Dom Pedro II. São de sua autoria as obras históricas mais importantes do período imperial.

Auto-retrato de Pedro Américo
Auto-retrato de Pedro Américo

Dentre estas obras, detacam-se "Independência ou Morte", "A Batalha do Avaí" e a "Batalha de Campo Grande". A primeira delas pertence ao acervo - e é o grande destaque - do Museu Paulista.

Neste andar, também está exposta "A Proclamação da República", de Benedito Calixto.

"A Proclamação da República", de Benedito Calixto.
A Proclamação da República, Benedito Calixto


"Escrava Romana" e "Caipira Picando Fumo"


"Escrava Romana", de Oscar Pereira da Silva é de 1894, seis anos após a Abolição da Escravatura. A escrava branca retratada remetia às negras brasileiras, usadas para saciar os desejos de seus senhores.

"Escrava Romana", de Oscar Pereira da Silva
Escrava Romana, Oscar P Silva

Há também "Canção Sentimental", do francês Berthe Worms.

Do paulista Almeida Júnior, destacam-se "Saudade" e "Caipira Picando Fumo". Do mesmo autor, também estão expostos "O Violeiro" e o "Amolação Interrompida".

Saudade, de Almeida Júnior
Saudade, Almeida Júnior



O Violeiro, de Almeida Júnior, na Pinacoteca de SP
O Violeiro, Almeida Júnior - Pinacoteca de SP

Apenas como curiosidade, havia dois quadros do "Caipira Picando Fumo". Um, de menores proporções, trata-se de um estudo, feito pelo próprio Almeida Júnior.

Caipira Picando Fumo, de Almeida Júnior
Caipira Picando Fumo, Almeida Júnior


Interior da Catedral de Amiens e Rodin

"Interior da Catedral de Amiens", do francês Jules Victor Genisson, impressiona pela quantidade de detalhes. Do francês Auguste Rodin, há a escultura em bronze "Muse tragique."


Falta de Integração entre Os Museus

Conversei um pouco com uma das guias do segundo pavimento. Ela comentou que a maioria delas ainda é estudante, dividindo-se entre o museu e a faculdade.

Também disse que acabam conhecendo poucos museus de São Paulo. Como os horários deles são os mesmos, nos dias de folga os outros museus estão fechados.

"Interior da Catedral de Amiens", do francês Jules Victor Genisson
Interior da Catedral de Amiens

Disse conhecer apenas o Museu da Língua Portuguesa e o Museu das Artes Sacras. Ambos ficam próximos à Pinacoteca. O da Língua Portuguesa fica em frente.

É uma pena não haver maior integração entre os museus para que os guias possam conhecer outros acervos. Fica difícil entender como alguém que trabalha no ramo não conheça o Masp ou o Museu Paulista, por exemplo...

Escultura de Mulher Deitada, Pinacoteca de SP
Escultura de Mulher Deitada, Pinacoteca de SP


Almoço no Acrópoles

Concluída a visita na Pinacoteca, seguimos de táxi para o restaurante grego Acrópoles. Havíamos tomado conhecimento dele pelos manuais e pela internet.

A comida ali é muito boa e a gente se serve na cozinha própria cozinha. Bem diferente! Comi um carneiro, que estava excelente. Não bebi nada e acabei pagando pouco mais de R$ 46,00.

Mulher em Pé, na Pinacoteca de SP
Mulher em Pé, na Pinacoteca de SP

Um tanto caro, apesar de o restaurante ser considerado um dos mais baratos de São Paulo. É claro, excetuando-se os restaurantes populares e os de self-service. De qualquer forma, este prato, pela quantidade de comida, poderia ser comido por duas pessoas.

O relato segue com


Contabilidade do Dia
Táxi da Estação da Luz até Acrópolis = R$ 2,85
Almoço no Restaurante Acrópolis = R$ 46,20
Gasto Diário = R$ 49,05

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