domingo, 14 de agosto de 2011

Cachoeira de Matilde - A Maior Cachoeira do Espírito Santo


Após deixar a Estação Ferroviária Mathilde, fui para a Cachoeira de Matilde, o principal cartão-postal da região de Alfredo Chaves. Ela é precedida por um conjunto de três quedas menores, as Cachoeiras do Balacobaco... 


Continuação de
Estação Mathilde - Uma Estação Ferroviária Preservada


A competição das quedas na Cachoeira de Matilde! 

A Cachoeira de Matilde é maior cachoeira de queda livre do Espírito Santo, com 64 metros de altura! Ela forma uma piscina natural. 

Cachoeira de Matilde (Zoom)
Também chamada Véu de Noiva, Engenheiro Reeve e Mãe, possui um mirante construído na sua base.

A maior parte da água desaba pelo lado direito da cachoeira (ver foto ao lado). 

À esquerda, sobre uma espécie de degrau, corre uma menor parte do fluxo de água...

E este segue paralelo à queda mais volumosa, numa espécie de corrida para ver qual das duas atinge primeiro a base. 

Pelo maior volume e pela maior força, acredito que a queda da direita seja sempre a vitoriosa!

Independente de qual das duas saia vencedora, nós expectadores saímos sempre ganhando! Afinal, esta pequena disputa faz da Cachoeira de Matilde um belo espetáculo da natureza (ver última foto da postagem)...

Ouvi dizer ser possível dar a volta, por trás da queda de água, pelas pedras. Como estava sozinho, acabei não encarando esta aventura... De qualquer forma, fica aqui a dica...


Cachoeiras do Balacobaco

Cachoeiras do Balacobaco
Acima da Cachoeira de Matilde, há outras três pequenas quedas d’água, chamadas Cachoeiras do Balacobaco (veja a foto ao lado). 

Duas delas são menores. E ficam uma ao lado da outra. E, na sequência, entre elas e a Cachoeira de Matilde, avista-se a terceira queda de água, com maior volume. 

Ao passar pela estrada, vi umas quatro ou cinco pessoas banhando-se nas duas quedas de cima.

A área das Cachoeiras do Balacobaco foi comprada por uma ONG para a construção do Ecoparque "Oiutrem". Por isso, o acesso às cachoeiras era proibido, na ocasião... 

Questionei ao responsável pelo local e ele disse que as pessoas devem ter vindo pelo outro lado do rio. E isto pode ser verdade! Também podem ter acessado por outra propriedade... Não sei ao certo como chegaram ali...


Descendo até a terceira cachoeira...

Consegui chegar, por uma trilha precária, barranco abaixo, até a terceira cachoeira, a de maior queda dentre as Cachoeiras do Balacobaco!

Cachoeiras do Balacobaco
Nesta hora, as luvas, o bastão de trekking e as botas foram bem úteis! 

As luvas, pela presença de cordas em alguns trechos do barranco. 

O bastão e as botas, por darem mais firmeza no retorno até a estrada...

Por ser mais volumosa, a terceira cachoeira não é própria para banho. 


Além disso, ela fica muito próxima à queda da Cachoeira de Matilde (veja a foto abaixo), talvez uns 20 ou 30 m. 

Apesar de não poder cair na água, eu consegui tirar belas fotos ali! Além do mais, eu já havia curtido bastante Cachoeira Daroz, naquela manhã... 


Retorno para o Hotel

Cachoeira de Matilde
Na volta, passei por uma mercearia para comprar leite em pó, iogurte e queijo minas. 

Como pulei, novamente, o almoço, precisava garantir, ao menos, um rango para a noite...

Antes de entrar na estradinha que dá acesso ao Hotel Beneventes, passei pela Igreja de São Isidro.

Construída em 1890, esta pequena igreja de Matilde passou por diversas reformas. No momento, ela estava fechada. Ao menos externamente, não há nada de especial. 

Cheguei ao Hotel, às 14:40, para largar as compras e dar uma carga na bateria da máquina. 

E também me preparar para a maior aventura do dia: a travessia do Túnel de Matilde! 


O relato segue com 


Contabilidade do Dia
Mercearia (Leite em Pó Itambé, Queijo Minas e Iogurte) = R$ 18,75
Gasto Diário = R$ 18,75

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